Lust for life

In these last months, I have a recurrent thought on my mind – Lust for life! And immediately a song by Lana del Rey comes to my mind

Btw, I’m an addict to song lyric analysis. Its something a cannot control, í immediately go to Genius and read line by line of each song that touches my soul.

In this song, there is a particular part that translates the importance of lust in my life

And a lust for life, and a lust for life
Keeps us alive, keeps us alive

Lust is a passion, it’s a desire for someone, a situation and especially discover me.
When I started this blog, I felt so liberated and had the opportunity to experience so much, discover my self.
I can say that I had the privilege of fulfilling my fantasies, even the ones I never expressed out loud to anyone or even myself. I built my happy space with those memories.

Without any doubt during those times I felt alive, I felt the rush of the new adventure and the tickling in my stomach for crossing boundaries.
I felt the power of being a woman with confidence living with a hedonistic philosophy with no regrets.

But in fact, this lust-driven way of life can also lead me to doldrums. Times where I only seem to live a mechanical life, always looking back at the past, indifferent to the present and ignoring the future.

The lesson is that we cannot expect to repeat the same formula over and over again, and without evolving, we can get stuck. I must look at my past full of lust and find a new path for me.
Rediscover lust in my life and ways of getting my “shot”.

Writing was an essential part of my journey and can be a hint to find the answer.

‘Cause we’re the masters of our own fate
We’re the captains of our own souls

Waiting for new chapters!

Thoughts?

Take me for a drive

O convite para jantar veio com instruções detalhadas, saia justa, casaco e luvas de pele, sapatos pretos com tachas metálicas e salto fino e cuecas reduzidas para deixar a cona e o cu acessíveis.

Claro que fiquei logo entusiasmada com o desafio e alinhei sem hesitar.

Combinada a hora e o local do encontro estava pronta mas ainda não fazia ideia do destino e sendo honesta, também não era importante.

A adrenalina vem também de me entregar a aventuras e ele sabendo disso fazia por me estimular.

Entro no carro e arrancamos para o nosso destino, ele estava também vestido de leather esbanjando ares de macho.

As luvas de pele que tanto aprecio nele deixam-me excitada com o pensamento de as sentir em mim, de as cheirar e apreciar.

Enquanto rolamos calmamente para fora da cidade apertamos as mãos com força, gosto deste toque e sinto-me a corar.

Sabia que haveria uma surpresa e ansiava por ela.

Saímos da estrada em direcção a uma estação de serviço e percebo que estamos à procura de uma zona menos movimentada para uma paragem estratégica.

E por trás de uma zona de lavagens auto, encerrada aquelas horas, paramos o carro. Vemos carros a passar a espaços mas sentimo-nos fora do radar para quem está de passagem em direcção à estrada principal.

Saímos do carro e encostados à minha porta beijamos-nos e ele diz para me inclinar para dentro do carro, deixando o cu de fora e bem empinado.

Fecha os olhos

Diz ele ao meu ouvido.

E assim faço, coloco-me de gatas no banco do carro, com o rabo espetado e já a sentir calor na minha cona.

Claro que esta posição aliada à expectativa do que me esperava me deixou molhada.

Ouvia-o a mexer em coisas e soltava risinhos nervosos. Gosto segurança que a sua postura me transmite.

Abanava o meu rabo levemente demostrando que estava bem disponível para a play que me esperava.

Por fim ele dá como terminados os preparativos e puxa a saia para cima. As cuecas eram mínimas e atrás nada mais que um mero fio entre as nadegas, fácil de afastar.

Ele lambe-me o cu e cona de uma passagem, fresca deixando-me com vontade de mais.

Depois com os dedos enluvados massagem o meu cu para o descontrair e quando me sente pronta penetra-me com um dildo!

Sinto o arrepio e o meu cu a relaxar! De seguida penetra-me a cona com um outro dildo, um que tinha também uns tomates, sentia-os nos lábios da cona!

Ele inclina-se sobre mim e diz

A putinha gosta de estar toda preenchida não é?

Eu rio-me e viro-me para o beijar, nisto passa um carro devagar, será que nos viram? A ideia não só não me incomoda como me diverte. Senti-me devassa, com um dildo enfiado no cu e outro na cona no meio de uma estação de serviço a horas do jantar.

Ele tinha pensado noutro detalhe, tirou um rolo de tape preta e disse-me que quer garantir que eles ficam no lugar durante a viagem.

E empurra-os bem nos buracos para depois os colar com a grossa fita cola, de uma nádega até à outra.

Terminado o serviço, volta a puxar a saia para o lugar e beija-me demoradamente enquanto eu dengosa retribuo os carinhos.

Passa-me pela cabeça que ia gostar de ser fodida com força naquele momento.

Voltamos ao carro e eu ajusto-me no banco, a cada movimento sentia prazer.

Queria muito retribuir e olho para ele com olhos de quem o quer chupar… ele sabe bem como eu gosto e põe-se a jeito, abrindo as calças.

Eu inclino-me para o lado e começo a lambê-lo suavemente, como quem beija. Gosto de sentir um caralho a ficar rijo na minha boca é mãos. E não tem de ser depressa, sentir o pulsar suave enquanto o envio até à garganta é maravilhoso.

Começo a chupar o seu caralho agora rijo, com vontade e por momentos viro a cara para ele é olho-o nos olhos. O cúmulo da tesão e muitas vezes um simples olhar.

Dedico-me a chupa-lo com intensidade enquanto ele conduz, sinto ainda cona e cu a latejar e vou-me ajeitando! Estou a ser preenchida em todos os buracos! Cona, cu e boca!

Nem damos pelo tempo passar, estamos a chegar ao destino!

Levanto-me e beijo-o rapidamente, encosto-me no banco e aperto as coxas enquanto suspiro!

Que bela surpresa!

Paramos o carro no restaurante e saímos, eu digo que é melhor tirar isto pois assim não sei se consigo jantar e ele ri-se!

Tirando a fita cola e depois os diodos ele mostra-me o que tinha usado em mim! 2 dildos com um tamanho bem interessante!

Vê bem o tamanho deles! E não te custou nada!

Rimos e após arrumar os adereços damos um abraço forte, entrelaçamos as mãos enluvadas e vamos jantar como um casal quase banal!

If only they know….

Menina mimada – Parte III

Voltámos a sala e ficámos descontraidamente a conversar entre colheres de gelado. A música de fundo era a voz da bela Maria Brink e os acordes intensos dos In This Moment.
Ele estava no cadeirão e nós as duas no sofá da sala e após dose dupla do delicioso gelado de strawberry cheesecake, trocámos alguns olhares e ele levanta-se e fica de pé à nossa frente exibindo o seu caralho delicioso com o cockring. Sinto-me a salivar novamente.
Recostei-me num dos cantos para assistir a uma bela sessão de sexo. Ela abriu as pernas e ele colocou-se de joelhos em frente dela, puxou-a para ele pelas ancas e após passar os dedos na cona entra dentro dela fazendo-a vibrar.
Eu passo as minhas mãos nas coxas dela e aproximo-me dela, beijamo-nos lenta e suavemente enquanto ele a fodia e me excitava.
Ela diz-me agora só vês e afastou-o para se masturbar, contorcendo o corpo no sofá mesmo ao meu lado e com tesão no rosto. Uma visão cativante pela pose e pela postura.
Voltamos a trocar beijos e quando ela se levanta do sofá satisfeita eu fixo o meu olhar naquele caralho que ainda não tinha tido toda a minha atenção e dedicação.
Ele diz-lhe com satisfação
Agora vais ver o que esta menina consegue fazer
Eu coro um pouco, se ainda era possível corar, e com um sorrisinho tímido digo que quero muito.
Ela fica de pé poe trás do sofá onde estou sentada enquanto ele me começa a foder a boca. Entrado bem fundo na minha garganta. Gosto se sentir o gag, perder e recuperar o folgo e sentir os olhos bem húmidos imaginando como estaria a minha maquilhagem. Esperava que bem borrada das lagrimas e suor.
Ele empurra bem a minha cabeça para lhe engolir o caralho todo e oiço-a exclamar que o conseguia enfiar todo, boa menina!
Ele pergunta-me onde é que eu quero que ele se venha… eu respondo menina… na minha cara! Como eu gosto.
Ela coloca-se ao lado dele e eu continuo a chupá-lo todo e ao olhar para cima vejo-os dois a olhar para mim com ar satisfeito. Sinto-me tímida principalmente por me exibir a ela mas tendo contrariar essa retração e cuspo-o bem e olho novamente para eles, orgulhosa.
Ele diz-me para abrir a boca e ela bate-lhe uma até ele se vir na minha cara e boca.
Ahhh relaxo o corpo e deixo-me cair para trás no sofá, vendo-os olhar para mim com o gosto de terem satisfeito a sua menina.
E satisfizeram sem qualquer dúvida.

Menina mimada – Parte II

Eu sentia as pernas meio bambas e estava muito satisfeita com o decorrer da noite até ao momento.
Entrámos no quarto que eu já conhecia de outras aventuras e oiço-o dizer-lhe

Sabes o que é que esta putinha adora?

E olha para mim para eu dizer em voz alta.
A partilha dos meus fetishes naquele contexto é desafiante, encho o peito e digo orgulhosa

De me ver ao espelho enquanto me fodem

E dou uma risada nervosa.
Ele diz-me para eu me deitar, com a cabeça para os pés da cama, enquanto ela se coloca de gatas sobre mim com o rabo espetado para ele que se mantinha de pé junto à cama.
O meu ponto de vista era a sua bela cona que não resisti a lamber mais um pouco antes de ele a penetrar com o seu caralho rijo.

Deixei-me ficar com a cabeça na cama a ver a forma como ele entrava dentro dela, salivando involuntariamente.
Eu tinha as minhas mãos nas pernas dela e ouvi-los respirar com a cadência da penetração deixou-me a escorrer.
A minha boca estava entreaberta e cheia de vontade de ser preenchida e era essa mesmo a ideia dele, retirou o caralho com sabor da cona dela e enfiou-o na minha boca.

A posição era a ideal para deep troat e após o enfiar bem fundo na minha boca voltou a entrar dentro dela com intensidade. Ela gemia baixinho e eu olhei para o espelho para nos ver. Deliciosos.
A cada vez que ele a penetrava eu deixava a boca aberta à espera da minha vez.
Ela inclina-se mais para a frente e massaja-me a cona com as suas mãos enluvadas e muda de posição para me retribuir os beijos na cona. Sinto-o a aproximar-se da minha boca e a beijar-me com a língua bem molhada.
Estes mimos derretem-me.

Sou uma menina mimada, confesso, e a atenção deixa-me em êxtase. Olho-me ao espelho e suspiro de satisfação olhando sedenta para eles os dois.
Enquanto troco carinhos com ele, ela coloca o strap-on elegante. Vendo-a a sair da cama para ficar de pé, rebolo o meu corpo e coloco-me de gatas sobre a cama, rabo bem empinado a ansiar o momento em que ela me iria foder.
Ela agarra as minhas ancas generosas e penetra-me, vai entrando e saindo dentro de mim enquanto me dá umas palmadas suaves no rabo.

Anda gatinha, mais! Geme mais alto

Nisto olhando para o espelho, vejo-o a penetra-la também. Os três encaixados era uma visão de tesão. Eu começo a atirar a minha anca para trás com mais força, sentindo todo o dildo, preso no cinto, dentro de mim. Eles acompanhavam os movimentos da gatinha que ronronava de tesão.

Assim como gosto de me ver com cara de tesão, observei-os, ela silenciosa e com a boca entreaberta só dava uns gemidos quando ele a penetrava com mais força e ele com um ar tranquilo e observador mas bastante satisfeito, com um belo sorriso nos seus lábios.
Parámos um pouco para recuperar o folgo, beber uma água e arrefecer. Eu deixo-me ficar esticada na cama até ele me chamar para me sentar no colo dele e abre-me as pernas.
Também com luvas de cabedal justas começa a massajar com força a minha cona e o meu clitóris, num misto de ardor e prazer contorço-me e fecho as pernas.
Ele diz

Abre as pernas e verás que é melhor

Obedeço e a eletricidade começa a circular intensamente por todo o meu corpo e jorro um belo orgasmo enquanto o aperto com força. Ela regressa entretanto ao quarto e ele diz em tom de brincadeira mas claramente orgulhoso.

Olha o que ela fez! Sujou-me o chão todo!

Sim, o orgasmo brutal tinha vindo acompanhado de squirt.
Caída na cama, relaxada e feliz oiço-o dizer, vamos comer gelado? Apetecia-me sem dúvida algo fresco.

Continua…
Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Menina mimada – Parte I

Ele: Esta noite não és tu que vem cá a casa
Ele: É uma puta a sério
Ele: Como se chama ela?
Eu: Hmmm não sei… como me queres chamar?
Eu: Talvez… Jéssica? Ou Bianca?
Ele: Escolhe tu
Ele: Mas hoje não quero uma puta fina
Eu: Não? Então… queres me vulgar?
Ele: E pronta para tudo

E assim o nervoso miudinho começou a instalar-se no meu corpo trazendo pela mão as borboletas na barriga e a obsessão pela chegada do momento.
Não saber o que me espera exactamente mas confiar que com a pessoa certa apenas me posso deixar levar é um privilégio.

Este momento foi sendo construído ao logo de uma semana. A roupa foi escolhida e aprovada com antecedência e a maquilhagem preparada. Partilhamos o gosto pelos preparativos, pelos detalhes e pela construção de um verdadeiro cenário erótico estimulante – o verdadeiro fuck my brain antes de me foderes o resto do corpo.

Chego a casa dele, o nosso antro de devassidão, e o abraço envolvente e caloroso na chegada seguido de um beijo molhado acalmou a minha ansiedade libertando-me para o que importa, uma bela noite de prazer e desafios.
Dirigi-me à casa de banho para terminar alguns detalhes e oiço a campainha da porta a tocar. Sim, suspeitava desde o início que este desafio sensual não seria um one on one, teríamos companhia e após algumas pistas deixadas durante a semana tinha os meus palpites que imediatamente fizeram disparar o meu coração.
Ele olha para mim com o seu sorriso maroto de quem está a adorar e diz-me:

Acho que estamos com um problema de timings, ficas aqui que já te venho chamar.

Damn miúda! It’s real!

Olho para o espelho e continuo a retocar a minha makeup. Queria ter os olhos bem carregados com um esfumado escuro e os lábios bem carnudos e vermelhos, estava-me a aventurar neste género mas sou habilidosa.
Apuro o meu ouvido e oiço alguns murmúrios indefinidos e uns passos com saltos… a minha suspeita estava certa, uma mulher!
Continuo a tratar de mim e a olhar com gosto a minha silhueta esculpida.
Tinha escolhido usar um bodysuit de renda com uma conveniente abertura entre as pernas, um espartilho lindo e uma saia lápis travada e sapatos bem altos, tudo em preto.
Quando ele vem ter comigo novamente digo-lhe dengosa, que preciso da ajuda dele para apertar o espartilho para moldar ainda mais a minha cintura e acentuar as minhas curvas.

Encosta-te na bancada e fica direita, é mais fácil

Diz ele. Olho no espelho e acho-me deliciosa. Lembro-me da surpresa que me aguarda enquanto ele me diz

Deixa-me orgulhoso putinha linda

Abre a porta da casa de banho, o meu esconderijo até à hora certa, e tento espreitar pois estava já consumida de curiosidade.
Nesse momento sinto-me a ficar vermelha da cabeça aos pés pois eu sou de facto tímida, pelo menos até quebrar o gelo.
Olhando por cima do ombro dele vejo-a na sala, em pé, vestida de preto, com uma silhueta cintada por um belo espartilho, sobre uma blusa comprida solta sobre o peito empinado e curta, cobrindo o rabo. A minha atenção focou-se imediatamente nas botas pretas, com um salto elegante e que subiam até meio da coxa.

Embora mais baixa do de eu, a presença era forte e recebeu-me com um sorriso.
Ele apresentou-a e eu segui a deixa e disse meio hesitante

Sou a Bianca!

Decidi no momento o meu nome para aquela noite, soltei um risinho nervoso e revelei que tinha estado indecisa até ao momento sobre o nome ideal e quais as opções que estavam sobre a mesa… Jéssica ou Bianca.
Ela elogiou a minha escolha.

Sim, Bianca és mais tu.

Neste momento estavamos os 3 de pé no centro da sala e eu sentia-me confiante, linda e muito quente, a aguardar as indicações deles entrando no meu papel de putinha obediente.
O meu nervosismo era evidente, mas também era esse o objectivo final, retirar-me do meu conforto e proporcionar-me uma nova experiência com uma mulher segura, madura e atraente.
Senti o corpo dele atrás de mim e com os meus braços para trás agarrei-o nas coxas, fechei os olhos e descontraí.
Fechar os olhos e deixar-me levar torna-se mais fácil pois consigo focar-me nos restantes sentidos ultrapassar a timidez e relaxar.
Sinto-a à minha frente quando ele afasta o decote do meu body, deixando as minhas mamas rijas expostas para ela explorar. Sinto o aroma a pele das luvas dela e comento que gosto muito de sentir cabedal na minha pele e ela dá-me a cheirar as luvas.

São novas, a estrear contigo, és uma sortuda!

Diz-me ele.
Fico extremamente satisfeita e abro os olhos para a ver. Eles olhavam um para o outro satisfeitos e massajavam as minhas mamas em simultâneo.
Eu suspirava e apertava as coxas dele com mais força.

Ela é tímida é?

Perguntou ela
Eu respondo que sou bastante, apesar de tudo o que já fiz e vivi, a timidez é algo que nunca me largou e acho um excelente sinal. Faz-me sentir viva e assim tudo vale a pena.
Ele sabendo-me tensa puxa por mim

Diz-lhe lá o que tu gostas mesmo de fazer!

Eu mordo o meu lábio e após ganhar coragem digo…

Chupar! Adoro chupar.
Linda menina!

Agora mete-te de joelhos e gatinha até à porta, quero que ela tenha esta visão.

Obedientemente coloco-me de gatas e gatinho lentamente até à porta, bamboleando o meu rabo grande, sinto-os com os olhos cravados em mim e fico orgulhosa.
Volto e ele ajuda-me a levantar.

Essa saia não sai?

Pergunta ela.

Sai sim, temos de a puxar por baixo.

Falavam um com um outro descontraidamente, eu estava ali para eles e agora já totalmente exposta, sinto a boca dela perto da minha e tocamos os nossos lábios suavemente enquanto ela me massaja as mamas.
Ele diz que tem uma surpresa para ela e leva-me até ao WC onde eu visto pela primeira vez o meu hoodie de renda apenas com abertura na boca.
De facto estar “escondida” sob o tecido libertou-me completamente e quando voltamos vejo-a sentada no cadeirão da sala, com as pernas abertas.

Ele diz para eu me meter de joelhos em frente dela. O vestido tinha subido e através das collants abertas entre as pernas vi a cona dela, delicada e totalmente rapada. Confesso que estava com um ar extremamente apetitoso.
Ela puxa o meu queixo para cima e diz-me numa voz suave e melosa

Ahh ela é maravilhosa, até ronrona… é uma gatinha. Anda Kitty!

Coloca uma coleira de cabedal no meu pescoço pedindo-lhe ajuda para ele fechar a fivela na parte de trás.
Eu rebolo o meu corpo de satisfação. Ela volta a puxar-me para ela e beija-me os lábios com a língua molhada e pede a minha língua.

Não sejas tímida com a língua.

Os beijos eram suaves e muito molhados e fui ficando mais audaciosa na forma como envolvíamos as nossas línguas.
Sentia que ele nos observava com toda a atenção do mundo e que provavelmente estaria desejoso de me ver lamber a sua amiga. Eu já estava pronta.
De beijar a boca a lamber a cona dela bastou um incentivo dele e um jeito dela para que mais facilmente conseguisse chegar aos seus lábios da cona.

Ela estava molhada e era saborosa. Como putinha dedicada que sou, entreguei-me à tarefa tentando replicar nela aquilo que gosto que me façam a mim, muita língua e chupões.
Ele exclama

Acho que tens jeito! Ela está com cara de que está a gostar muito.

Isso motivou-me para me dedicar ainda mais a lambê-la com vontade. Ele pergunta-lhe se ela gosta e percebo que ela demonstra agrado pela expressão facial quando espreito para cima curiosa.

Miúda, ter uma cona ajuda.

Pensei para mim.
Enquanto me dedico a chupá-la sinto as movimentações dele e após a expectativa anunciada ele penetra de uma só vez e fundo o seu caralho rijo na minha cona.
Não consigo continuar a lamber com o prazer da primeira penetração e gemo enquanto ele me fode com intensidade.
Ele comenta divertido

Não é para parares!

Eu volto a lambê-la bem. Tinha uns lábios bons e percorri-a de cima a baixo sentindo o clitóris rijo e a entrada da cona molhada.
Por vezes a penetração obrigava-me a gemer e a parar! Que delícia! Senti-a a contorcer-se também. Estava orgulhosa de mim.
Vamos para a cama, diz ele, eu ainda dou mais umas lambidelas boas e levanto-me.
Beijo-a na boca e depois viro-me para ele para o beijar também.
Seguimos os 3 até ao quarto.

Contínua…
Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Sex Doll – Parte II

Sentia-me bem, sexy e segura.
Ele começa a colocar as correias de pele nos meus tornozelos e com uma corda prende-as aos ganchos das correias e depois aos pés da cama, deixando-me aberta e imobilizada.
Pára por um momento para me beijar e pergunta-me se estou confortável e se gosto de me ver.
Respondo simplesmente com um sorriso rasgado. Ele diz-me para levantar a cabeça para me colocar uma coleira no pescoço, e depois prende-me também à cama com a cabeça de lado, com vista privilegiada para o meu reflexo.
Por fim prende os meus pulsos da mesma forma, puxando os braços para o fundo da cama.

Sinto um friozinho bom na barriga e após terminada a tarefa de me prender, beija-me novamente. Sei que quer ter a certeza que estou confortável. A primeira foda é como a primeira impressão, sela o destino de encontros futuros.
Volta para os pés da cama e agora aprecia o meu rabo, mordendo-o de leve à volta das nádegas , abrindo e beijando-o. Sinto a sua língua a percorrer o meu cu e também umas lambidelas longas que começam na cona e terminam no meu cu.

Comenta numa excitação contagiante

És tão boa, o teu cu é perfeito e lindo! Mesmo, apetece mesmo beijar e enfiar a língua.

Se não estivesse já corada diria que ficaria rosada com tamanho elogio.

A sensação de exposição e o meu reflexo eram super excitantes e juntando isso às carícias que já tinha recebido estava a explodir de tesão e desejosa de ser penetrada no cu e na cona.
Mas estando presa, estava sujeita ao plano dele. Ele afasta-se de mim e vai até ao WC, ao regressar beija novamente o meu cu e após uma ultima chupadela, coloca um gel fresco antes de lhe enfiar um plug que desliza rápida e suavemente causando-me um calafrio e me aumenta a tesão. De seguida cola um pedaço grosso de tape preta de forma a garantir que o plug se iria manter no sítio enquanto me fodia, libertando assim as mãos para me agarrar. Achei engenhoso.

Ele vem até mim e ao meu ouvido pergunta:

Estás desejosa que eu te foda não é?

Respondo rapidamente pedinchando

Sim, quero muito, fode-me toda!

Ele beija-me carinhosamente na cara e contorna a cama até chegar a mim e me penetrar intensamente e sem hesitações enquanto empurrava bem o plug.
A antecipação do momento, a sedução da sua orientação ao longo da noite, a excitação da posição vulnerável e as penetrações fortes e profundas na cona enquanto sentia o meu cu cheio provocaram-me um intenso orgasmo!

Pelo espelho pude trocar olhares com ele e satisfeita relaxo o corpo quando ele me começa a desprender.

Retira a tape e o plug e eu estico-me na cama e rolando sobre mim mesma volto-me para cima, esperando que ele subisse para a cama para continuarmos a foder agora olhos nos olhos.
Estávamos suados e rolávamos na cama em várias posições trocando beijos molhados enquanto fodíamos intensamente. Fui sempre delirando a cada vez que me podia ver no espelho a ser bem fodida.

Sentia-me satisfeita e a ficar com água na boca para sentir o seu leite quente, já estava a ressacar de o sentir na minha boca. Digo-lhe então

Vem-te na minha boca!

E desço para o chupar, sem pressas e com dedicação até sentir a minha boca a encher abundantemente com o seu leite morno, sinal de prazer e de missão cumprida!
Deito-me ao seu lado, a recuperar o folgo trocando mimos.

Exaustos mas ternos num longo abraço, assim ficamos até arrefecer.
Por fim levantámo-nos, já era tarde e a barriga pedia conforto e vestindo uma t-shirt dele fomos até à cozinha partilhar uma torrada com manteiga e mel enquanto íamos trocando elogios da nossa bela noite.
Ouvi com satisfação um –

Adorei ver o plug a ser engolido pelo teu cu bom.

Que será que me espera nos próximos episódios? Estou desejosa de ser a sua boneca.

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Sex Doll – Parte I

Cheguei a casa dele após um escolha cuidadosa do que vestir e de um duche demorado com direito a esfoliação com a minha essência favorita. Gosto de estar preparada para tudo.

Escolhi um visual preto e branco e usei os sapatos pretos de patent leather com salto brutal que ele me tinha dado para usar no nosso primeiro encontro. A saia era de napa preta e a camisa branca com uma faixa negra, o decote da camisa estava suficientemente aberto para deixar ver o soutien também com inspiração em pele preta e faixas elásticas sexy no decote. As cuecas e cinto de ligas tinham apontamentos com renda dourada.
Por cima de tudo usei uma gabardina colorida.

Sentia-me sexy e confiante que o ia impressionar. Sou atenta aos detalhes e isso satisfaz-me mesmo que seja secretamente.

Respirando fundo, toco finalmente à porta e espero nervosa pelo meu anfitrião. Sabia também que ele, com toda a certeza, me iria surpreender com a forma como estaria vestido. Temos isso em comum, o sexo começa muito antes de nos despirmos.

Ele estava vestido todo de negro, t-shirt justa, calças justas com detalhes em pele nas coxas e uma abertura provocante em pele presa com molas sobre o seu caralho. Para completar tinha calçadas umas botas de cano alto elegantes e luvas justas de pele negras, com um recorte nas costas da mão. Big LIKE!

Assim que entro, ele agarra-me pela cintura e beija-me intensamente os lábios e depois o pescoço. Deixo-me levar, ele teria a noite planeada e para mim isso é das coisas mais excitantes.
Gosto de um homem que sabe guiar a sua amante deixando-a desejosa de ser surpreendida com prazer.

Após o cumprimento inicial, poiso a minha mala e casaco num banco do hall de entrada e dou uma pequena volta para apreciar a “toca”. O hall de entrada tinha uma parede coberta de espelhos em todo o comprimento, curioso pensei! E com muito potencial, eu adoro espelhos com o meu reflexo, de preferência.

Avançamos para a sala, mais descontraídos, e ele aproveita para me apreciar com satisfação comentando que eu era muito atenta às pistas sobre o que ele gostava.
Pensei

Miúda, a importância dos momentos vê- se nos detalhes, na mouche!

Quando me puxa-para ele pela anca, posso sentir como encaixam bem os nossos corpos quando estou de saltos bem altos e virando-me para ele passa a sua mão enluvada sobre o meu rabo e dá-me uma palmada que fez um som amplificado pelos tecidos, luva e saia em pele. Uma nova e interessante sensação, o som e o calor que a minha nádega estava a começar a sentir à medida que ele repetia a palmada com intensidade crescente, até me fazer gemer, num misto de prazer e ardor.

Trocamos mais uns beijos e ele diz-me para me ajoelhar. Gosto de obedecer. Fico com a cabeça mesmo em frente ao seu caralho ainda tapado, mas já com água na boca, queria prova-lo e senti-lo a crescer na minha boca. Ele diz-me que ainda não. Percebo que me quer provocar e entro no jogo.

Gatinha até à entrada da sala

Ordena-me
Cumpro sem hesitar, satisfeita por exibir o meu grande rabo, sob uma saia de pele justa. Sentia-me uma tesão. Aposto que estava a ficar rijo.

Gatinho de volta até ele para lentamente me começar a despir, primeiro a camisa, mostrando o belo soutien e depois a saia.
Ele senta-se no cadeirão e ele diz-me que quer experimentar um gag comigo e foder-me a boca com ele. Ao colocá-lo entre os meus lábios fico com a boca bem aberta pelo afastador de borracha enquanto ele o aperta à volta da minha cabeça. De seguida enfia a sua língua pelo buraco e sinto-o na minha língua enquanto a saliva se começa a acumular.
Diz-me para me ver nos espelhos da porta, como fico bem.

Só nesse momento reparo que aquele gag era super original e tinha uns lábios vermelhos enormes que emolduravam a minha boca. Sentia-me como uma sex doll e estava desejosa de o sentir a entrar na minha boca através a abertura e de ser bem usada.
Volto para junto dele e já de joelhos ele começa a destapar a abertura das calças, mostrando um cockring em metal que brilhava, e agarrando a minha cabeça enfia-se na minha boca, que permanecia forçadamente aberta enquanto ele entrava e saía. Sentia-o cada vez mais duro.
A minha saliva brotava da boca enquanto ele me fodia a boca até me engasgar e levar a baba a pingar pelo queixo e para as mamas.

Satisfeito por me usar, tira-me o gag de borracha e levanta-se para me beijar carinhosamente, aprecio como ele doseia o carinho e a kinkyness na forma como me trata.

Leva-me pela mão até ao quarto, tinha mais surpresas para mim. Tira-me o soutien e aperta-me as mamas com a sua mão cheia e alterna os apertões com dentadas nos mamilos rijos que me faziam gemer.
De seguida tira-me as cuecas e diz para eu as meter na boca, obedeço sem hesitar e deito-me na cama descontraída e com as pernas bem abertas exibindo-me para ele provar a minha cona molhada.

Ele delicia-se primeiro suavemente até começar a chupar o meu clitóris com força! Percorre-me um espasmo pelo corpo todo e que me faz contrair as pernas. Ele levanta a cabeça e olho-o nos olhos, mordendo o lábio de satisfação
Era uma incrível mistura de sensações novas para mim. Ele voltou à acção alternando a suavidade na carícia com intensidade na chupadela e no que me pareceu trincas no clitóris! Fazia-me gemer e contorcer cada vez mais pois sentia-me cada vez mais sensível.

Faz-me vir enquanto solto uns gritos e esperneio um pouco. Ele olha-me satisfeito e sem perder o ímpeto diz-me para me colocar de gatas à beira da cama com a cabeça encostada ao édredon.

Enquanto ele organizava o que se iria seguir, eu reparava que a parede lateral à cama tinha um armário grande com portas de correr em espelhos! E como eu adoro ver-me fiquei focada no meu reflexo, apenas ouvia uns barulhos metálicos ao de leve que me deixavam curiosa e estimulavam a minha imaginação.

Continua…

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

California boy

Li no mural de um amigo a piada

Já estão a sentir o efeito Websummit no Tinder?

E de facto o número de não portugueses no Tinder deve ter estado nos píncaros e como me sentia preguiçosa para um match em inglês não liguei qualquer dating APP até ao final do evento.

Foi já na sexta-feira seguinte, um dia aborrecido e véspera de fim de semana, que me apeteceu voltar ao meu hobby de swipes e talvez fazer um match interessante.
Apareceu um americano com estilo descontraído e fotos atraentes ainda por cá a aproveitar a cidade uns dias após o grande evento.
O facto de se ir embora dentro de 2 dias fez um click na minha mente e sem precisar de grandes seduções decidi que o iria conhecer.
Para além de um tipo bem-parecido e com sucesso profissional elogiou o lifestyle aventureiro que o meu perfil anuncia e não hesitou num encontro mesmo sem ver uma foto minha, isso cativou-me, estava sobretudo curioso e tinha boa energia.

O sentido de urgência apoderou-se de mim e marcámos o nosso encontro para a tarde do dia seguinte.
Ele estava já sozinho, na casa alugada por diversos participantes no evento, e a proposta era bebermos um vinho tinto e trocarmos impressões sobre a experiência em Lisboa e deixar rolar.
Fast forward para o dia seguinte, sigo para a morada da casa e sinto-me estranhamente segura com a boa vibe que captei das parcas palavras que trocámos. A minha mente estava organizada – se me agradar vou avançar.
Ao parar o carro assalta-me um pensamento flash

Miúda não fazes isto há tanto tempo, será que ainda tens o teu fogo?

Aviso que estou à porta e ele vem-me receber num estilo descontraído típico da american way de estar.
Satisfeita por ele ser exactamente como nas fotos, em boa forma e com um sorriso super cativante em que os olhos ficam bem rasgados e quase fechados. Abraçámos-nos após um beijo na face e entrámos. Ele pergunta-me se quero beber algo, vinho ou água por exemplo, eu escolho água e vamos até ao sofá onde nos sentámos a conversar despreocupadamente, tínhamos algum gelo para quebrar e a nossa linguagem corporal assim o transmitia.
Estávamos distantes no sofá embora com olhares directos e sem rodeios.

A conversa fluiu tranquilamente sobre uma grande variedade de temas como o meu blog, o estilo de vida e experiências. Ele tinha sem dúvida uma postura interessante e aberta face ao sexo.
Era solteiro há 3 anos, após uma relação longa que não o satisfazia nos seus desejos de viver o sexo como um estilo de vida, e frequentava festas liberais em LA. Falei-lhe de algumas experiências minhas em clubes swing ou liberais sem qualquer pudor e ele partilhou comigo a sua experiência com um casal enquanto bull, algo que eu acho interessante uma vez que a minha veia exibicionista está sempre presente.
O homem enviava-lhe a mulher para ele a foder, ora com ele a observar no quarto ora pedindo para fazerem vídeos dos encontros para depois ver.

É sempre refrescante conhecer pessoas que são diferentes das demais e que assumem um estilo de vida próprio e totalmente sincero com os desejos e fantasias interiores. Ele tinha sido muito corajoso em assumir a sua plenitude, abdicando da estabilidade de uma relação tradicional.
Enquanto conversávamos eu comecei a sentir-me tímida (bom sinal) e os nossos corpos estavam já mais próximos. A forma como estava sentada no sofá, de lado para ele, fazia subir o meu vestido e deixar à vista as minhas meias suspensas pelo clip do cinto de ligas. Ele tocava ligeiramente com os seus dedos nos meus joelhos. Estávamos num ritual de sedução cujo desfecho já estava traçado assim que o vi em carne e osso.

Ele pergunta se me pode beijar e eu nestas situações sou melhor com gestos do que palavras e respondo colocando-me a jeito para ser beijada.
Pressionando os seus lábios contra os meus sinto-o a soltar um murmúrio de prazer que confesso me excitou imenso.
Beijámos-nos suavemente com as línguas húmidas ainda a apalpar terreno, beijei-o no pescoço e mordisquei a sua orelha, o meu chip estava a mudar e a timidez a desvanecer.

Olho em volta e vejo que a janela da sala permitia uma visibilidade total do exterior onde estava um vizinho a varrer a entrada do portão e perguntei-lhe se podia conhecer o seu quarto.
Os quartos da casa, agora vazia, encontravam-se no andar de cima e ao subir as escadas sinto as suas mãos a apalpar o meu rabo e coxas e num sinal de extrema apreciação exclama:

Soo sexy

Ao ver-me subir de sapatos altos à sua frente.
Entrámos no seu quarto, simples e cuja cama grande ocupava quase completamente a largura da divisão. A sua mala estava num dos lados, junto às janelas tipo porta que davam para um solarengo terraço que dividia o espaço com as traseiras das restantes casas da urbanização.
A cortinas semi-opacas permitiam privacidade ao mesmo tempo que deixavam ver silhuetas caso tivéssemos companhia por isso decidimos deixar os estores para cima. Seria um bom programa para a tarde de algum vizinho cusco.

Eu de saltos ficava quase do tamanho dele. Enquanto nos beijávamos ele apertava-me com intensidade e tomou a iniciativa de me tirar o casaco, virando-me de costas. Enquanto me puxava para ele, percorria o meu pescoço com beijos e apertava-me as mamas. Eu não resistia a picá-lo um pouco e empurrava o meu rabo para trás para o deixar e sentir bem duro.
Ele procurou o fecho do meu vestido e abre-o pausadamente até que ele cai ficando pela cintura deixando o soutien apenas.
Agora com mais facilidade conseguia tocar nas minhas mamas sentindo os mamilos já rijos.
Provoco-o ainda mais após deixar cair o vestido, expondo o meu rabo redondo e empinado contra ele. Ele liberta um “oh God” que me entusiasma.
Penso divertida

Um foda em americano é um inédito!

Na curta conversa tida na véspera ele tinha perguntado o que me atraia mais nos homens, eu tinha respondido mãos, peito e um caralho bonito. Por isso agora naquela situação, sentada de frente para ele na cama perguntei-lhe com ar maroto:

Don’t you have something to show me?

Ele percebeu imediatamente e abriu as calças, já sem boxers por baixo, e mostra-me o seu bonito caralho já rijo por mim.
Agarro nele e delicadamente dou-lhe umas lambidelas suaves antes de o meter na boca. Primeiro a ponta e depois todo, até ao fundo da garganta alternando com beijos suaves, enquanto lhe lançava olhares com tesão.
Lembro-me de ele ter partilhado que adorava “go down on a women” por isso satisfeita com a minha primeira abordagem deito-me na cama, nua apenas com ligas, meias e sapatos, pernas ligeiramente abertas pronta para ser devorada.
Ele não hesita e após ajeitar-me na cama dedica-se a lamber e beijar a minha cona com delicadeza fazendo-me gemer de prazer. As suas lambidelas suaves foram bem recebidas.
Agora satisfeito, levanta-se para colocar o preservativo, estávamos já os dois desejosos da penetração.

Exclama então animado

There is a naked sexy women in my bed!

Era como eu me sentia, nua, sexy e confortável na cama de um estranho tão gentil.
Coloca o preservativo rapidamente e subindo para cima da cama encosta-se a mim puxando as minhas pernas para cima e penetra-me lentamente enquanto me olha nos olhos. Como eu adoro a primeira penetração!
Mordo os lábios de prazer e observo a sua cara enquanto me fode.
Ele repetia o “oh God
Afastou as minhas pernas segurando nos tornozelos com os seus braços quase esticados e entrava bem fundo e devagar. Ele tinha um corpo bem definido, pernas muito rijas e algumas tatuagens tribais, gostava do que via e pisquei-lhe o olho
Virou-me de lado, uma das minhas posições favoritas, e continuou a foder-me num ritmo calmo fazendo me vir.
Não senti necessidade de lhe dizer que me estava a vir, ter de falar em inglês naquele momento não era prioridade. Penso que ele sentiu pelo meu gemido forte seguido de um relaxamento intenso que me tinha provocado um orgasmo.
Estava tão molhada que por vezes o caralho dele saía entre penetrações, para rapidamente voltar a entrar dentro de mim.

Passámos para o doggy style… eu empino o meu rabo grande para cima e relaxo encostado a cabeça e o peito nos lençóis, esperando pela entrada dele. Sinto-o super entusiasmado por me ver naquela posição. Ele agarra-me bem na anca com uma mão e coloca a outra mão no meu ombro e mantendo o ritmo fode-me com intensidade mas sem pressas e sem dar sinais de estar à beira de se vir.
Trocamos mais algumas posições e a minha cabeça já só pensava no orgasmo dele. Queria ver e sentir a explosão de prazer que provoco.
Digo-lhe por fim

I want you to come in my mouth

A sua reacção é algo tépida mas eu tinha vontade de o voltar a chupar até sentir o quente na boca.
Ele fica de joelhos na cama e eu de 4 enfio o seu caralho duro na boca e dedico-lhe toda a minha intensidade. Enfio-o bem fundo, até conseguir tocar nos tomates com a ponta da língua e delicio-me com vontade, olhando de vez em quando para ele. Gosto de ser apreciada.
Contudo ao fim de algum tempo começo a estranhar a falta de leite na minha boca.

Eu gosto muito de fazer um bom broche e sei que sou boa por isso. Comentei há pouco tempo com um querido amigo que acho impossível fazer um mau broche. Isso não está mesmo em mim!
Dou por mim a pensar

Miúda! Que se está a passar? Ele não estará a gostar? Mas isso é impossível!

Continuo mais um pouco já em espirito de missão, babada mas motivada para que tivéssemos os 2 direito ao orgasmo. É o justo. Certo?
Ele deita-se então com um sorriso na cara, mas eu não desisto facilmente e continuo a chupá-lo até começar a sentir que ele está a perder firmeza. Tenho uma saída graciosa e beijando suavemente o seu caralho, cada vez mais mole, páro olho para ele com uma sobrancelha franzida.
Por fora estou calma, mas por dentro só grito “What???”
Ele deteta o meu ar confuso e diz-me

Thats OK baby, i’m fine, it was great! You are great

Abandono definitivamente a missão e deito-me ao seu lado, com a cabeça no seu ombro e fico simplesmente a contemplar. Ele continua repetidamente a dizer que eu sou maravilhosa e que o meu deep troath é de outro mundo, mas que ele nem sempre se vem e que o importante é que eu me tenha vindo. Ele está ótimo com a situação.
Eu questiono-o: Are you sure? Porque eu gosto tanto de provocar um orgasmo no homem e estava a sentir que faltava algo ao nosso encontro.
Ele explica um pouco que apesar de o meu broche ser maravilhoso, ele raramente se vem assim. Prefere vir-se a foder mesmo e que de facto tinha estado quase a vir-se quando me fodeu por trás a primeira vez, mas como bloqueou nessa altura não conseguiu voltar a fazer o switch on, apesar de continuar duro por bastante tempo.
O seu foco é em dar prazer à mulher e conseguir prolongar o sexo forma a garantir isso, mas que o switch off não vem acompanhado de um on.

Fiquei mais tranquila pois apesar de racionalmente saber que não tinha sido por ter feito algo de errado, gostava que tivesse sido diferente uma vez que ele tinha sido tão atencioso comigo.
Para mim a duração de uma foda não é de todo o mais importante e como felizmente ele me tinha feito vir, eu estava satisfeita.
Conversámos mais um pouco deitados, sobre as suas férias e sobre o que planeava fazer no dia que lhe sobrava.
O frio começou a chegar e levantei-me para me vestir, abraçámo-nos fortemente e percorreu-me uma sensação boa, calma, sexy e positiva.
He was really a nice dude!

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

QUARTO 311 – PARTE II

Passa a sua língua de baixo para cima mais umas vezes e volta a foder-me com os seus dedos.
Penetrando-me fundo e com força durante algum tempo, mantenho o meu rabo empinando até sentir aquele formigueiro a subir! A sua dedicação era exemplar.

Vou-me vir!

Aperto as coxas com os dedos dele ainda dentro de mim e depois deixo-me cair na cama relaxada.
Rodo a cabeça para o ver, ainda de pé junto do fundo da cama, eu suada, nua e ele ainda completamente vestido, a observar o seu brinquedo.
Estava já solta e sem pingo de vergonha, sentei-me na beira da cama com ar sedento, boca entreaberta e a língua a percorrer os lábios. Puxo-o para mim e juntos começamos a despir-lhe as calças e depois os boxers, ele também tira a camisa.
Ainda mole, passo a língua no pau dele. Embora esperasse que as nossas actividades iniciais o tivessem deixado duro, também gosto de ter total controlo e começar por chupar mesmo quando está mole e sentir o sangue a subir até que se torna grande e rijo, preenchendo-me bem a boca.
Chupo-o todo e naquele estado consigo facilmente enfia-lo até à garganta. Começa a dar sinais de despertar é isso motiva-me a chupar com mais intensidade e cuspi-lhe um pouco.
O meu lado mais cerebral dizia-me…

Hmm como é que ele não está verdadeiramente duro ainda, estarei a perder qualidades?

De facto fazia já algum tempo desde que não fazia um broche, mas penso que a técnica não se perde, talvez a resistência sim, mas a técnica não.
A química não estava a fluir como eu desejava, mas também sei que por vezes surge durante o momento da penetração por ser mais íntimo. Ele vira-se ligeiramente para trás para apanhar a caixa com preservativos e a minha mente navega já até ao intenso momento da primeira penetração.

Aí sim, tudo vai melhorar, pensei e enquanto o olhava gulosa e me deitava na cama virada para cima abrindo as pernas de forma provocadora.
Ele parece colocar o preservativo sem grande dificuldade e lança-se sobre mim mas a penetração não acontece pois toda a firmeza se foi nuns segundos.
Ele ainda volta a tentar segurando bem o pau agora adormecido, eu tento também encaminhar para o sítio do meu prazer, mas desistimos.

Odeio preservativo!

Diz ele frustrado.
Eu deixo-me ficar calada e olho-o de forma compreensiva. Não posso negar que não me deixe frustrada também pois após um primeiro fracasso dificilmente há regressos, contudo suspeito que não teria sido inédito ou então lidava bem com a situação pois mostrou vontade de me continuar a acariciar.
Deitou-se na cama e eu rolei de lado e encostei-me a ele beijando-o intensamente. Os seus beijos eram curtos mas eu puxei por ele, gosto de beijos com língua, saliva e dedos pelo meio.
Voltou a penetrar-me com os dedos, desta vez fazia-me tremer enquanto estava dentro de mim, vibrando a sua mão, passa os dedos em volta do meu clitóris e eu digo-lhe que é como me venho mais vezes quando me masturbo. Ele sabia agora o meu truque e massajando, com vigor, os seus dedos esticados sobre o meu clitóris faz-me vir intensamente.
Senti uma descarga de electricidade a percorrer todo o meu corpo e após a contorção de todos os músculos do meu corpo sinto um relaxamento geral e uma leveza.

Sentiste? Até dei choque!

Disse entusiasmada.
Não… Mas mostra-me então que agora sim estava duro, extremamente duro.Não com o meu toque nem com a minha boca, mas sim com o meu orgasmo.
Aproveitou o momento para voltar a colocar um preservativo e disse-me para me meter de quatro. Assim fiz, esperei e quando não senti o que esperava deixo-me cair na cama e viro-me para o ver.
Tento ainda dar umas chupadelas e carícias por cima da borracha mas já não havia salvação.
Apesar de me sentir confusa, tento manter um espírito descontraído quando ele se volta a deitar. E entre beijos pelo seu corpo e vou descendo até o enfiar novamente na boca.
Do mole ao duro em algumas sucções. Alternando entre chupadelas na cabeça e enfiando-o bem fundo da minha garganta, ele coloca as suas mãos na minha cabeça, momento em que percebo que se vai vir. Prendendo-me a cabeça em baixo eu aguento sem respirar enquanto ele geme e se contorce.

Quase não senti o sabor do leite uma vez que ele se veio bem dentro na minha boca, já na garganta.
Senti que agora podíamos relaxar e aproveitar o tempo que nós restava para descontrair, queria conversar com ele pois falámos por mensagens durante algum tempo e gostava da nossa conversa intelectual. Fugia ao banal do costume. Gosto dos momentos após sexo em que a conversa flui, a tesão e a tensão dão lugar a sintonia e partilha e a novas sessões de sexo.

Vou dar umas braçadas à piscina para aproveitar o hotel, tens até que horas?

Engoli em seco. E na minha personagem mais natural digo-lhe que ainda tenho algum tempo, mas não a noite toda. Pareceu-me que tinha feito passar a mensagem.
Ele desfaz então as minhas expectativas quando me diz que como não tinha internet no quarto teria de ir ao centro comercial para terminar e enviar um trabalho, tinha coisas para fazer portanto e eu não estava incluída no programa.
Como me julgo perspicaz, percebi que a situação estava esgotada e disse-lhe que iria retocar-me e depois seguia o meu caminho.
Ele veste os calções e uma camisa e dá-me um beijo. Indiferente à minha linguagem corporal que estava incrédula com o desapego. Assim que ele sai do quarto vou ao duche, passar-me rapidamente por água, e visto-me de seguida. Antes de sair Deixo-lhe um bilhete de despedida educado no bloco de papel com o monograma do hotel e saí.

Entre várias explicações para um final destes estará algum desconforto com a sua performance ou o arrependimento por ter namorada, quero acreditar.
Seja qual for a explicação, foi uma confirmação de que para mim uma aventura não se limita a sexo vazio, já fiz e vivi bastante para saber isso, procuro momentos de ligação muito para além disso.
Aprecio o companheirismo e o momento de relaxamento pós loucura, mesmo que saiba naquele momento que não vou voltar a estar com essa pessoa novamente. Faz parte de mim e da minha história e por isso é relevante. Aceito também que ele seja obrigado a dar mais do que quer ou consegue, mas eu por vezes é nesse momento que me apercebo que dou muito de mim e como resultado fica um vazio de não retribuição.
Mas apesar desta reflexão mais séria e que é também o espelho do profundo da minha alma, gostei do desafio intelectual das interações com ele e sobretudo de um orgasmo electrizante que se dedicou a proporcionar..
E no fundo, no fundo a dúvida que fica no ar é

Quem seria a Ana Osório?

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Quarto 311 – Parte I

Após uma inspiração profunda, envio a mensagem como combinado.

Estou aqui no corredor em direção ao quarto

Ele: Não te vejo! Quarto 311

Mas… É onde estou… Vês!

Ele: Mas eu estou no corredor com a porta aberta e não te vejo

Trip, quarto 311!

Ele: Não… Tivoli!

Bolas, quer dizer q estou no hotel errado, à porta de um quarto de um estranho?
Pensei para mim, ainda bem que o combinado era eu avisar quando saísse do elevador. Ele queria ter a porta aberta para eu entrar e me agarrar e beijar imediatamente.

Não estou longe, demoro 5 min, é do lado oposto da gare.

Estranhamente a situação caricata acalmou o meu nervosismo, afinal o que poderia mais acontecer!
Saio rapidamente do hotel errado, com o mesmo passo rápido e olhar vidrado no infinito, de forma a não estabelecer qualquer contato visual com ninguém.
Chego à rua e sinto o fresco na cara, nova inspiração profunda, vamos miúda!
Ao caminhar pelo amplo espaço entre o centro comercial e a gare continuamos a trocar mensagens.
Ele pergunta-me como estou vestida, estava num dos quartos com vista para o meu percurso.
Eu respondo que tenho um sobretudo beije, comprido.

Ahh já te vejo – andar seguro, sexy

Olho para cima na tentativa envergonhada de tentar localizar o voyeur mas missão impossível, a enorme fileira de janelas espelhadas esconde perfeitamente quem ocupa os quartos.
Durante uma caminhada que já me parecia interminável, ele dá-me instruções adicionais, a entrada para os elevadores é pela esquerda e caso me abordem deve dizer que me chamo Ana Osório.
Achei a questão do nome bastante curiosa mas achei que seria algo com significado para ele e a minha curiosidade apenas retirava interesse ao momento.
Nem tudo tem de ser explicado ou detalhado. O mistério alimenta a minha imaginação.
Usei a mesma técnica ao entrar no novo hotel, olhos fixos no elevador e andar decidido.
Piso 3, deja vu

Estou a chegar ao quarto, aviso

Agora sim vejo uma porta entreaberta e entro devagar.
Vinha quente e corada e meio sem jeito digo… Que filme! Ainda bem q não bati à porta do quarto errado, ia ser estranho explicar.
Mal eu termino estas palavras ele cumpre com o que tinha no plano é beija-me. Tinha uns os lábios finos rodeados de barba macia. Não senti a sua língua, apenas os lábios frescos.
Avançamos no pequeno corredor ao interior do quarto. Pouso a minha mala e tiro o sobretudo totalmente desnecessário naquele ambiente. Ele mantinha-se bem perto e percorreu-me o corpo com as mãos terminando entre as minhas coxas, sentindo o meu calor e a ausência de cuecas.

Estás tão molhada, diz

Sorrio e digo, é natural com uma situação assim, estou excitada.
Sento-me na beira cama e ele volta a passar a mão entre as minhas pernas, agora mais audaz enfiando primeiro um dedo e logo depois 2 dentro da minha cona quente. Fazendo-me soltar o meu primeiro gemido.

Com firmeza continua a foder-me com os dedos! Estava motivado em descobrir como seria um orgasmo meu. Enquanto me penetrava olhava-o nos olhos e recebia alguns beijos suaves. A outra mão percorria o meu peito, entrando pelo decote da camisa.
A saia que tinha vestida era justa e pelo joelho, logo para além de um enorme calor não permitia que eu me pudesse abrir como estava já a desejar.

Levanto-me e deito-me de costas na cama para lhe mostrar como a minha saia tinha um zípper de cima a baixo. Ele rapidamente lhe pôs as mãos e libertou-me sem hesitar.

Aproveito o momento para retirar também a minha camisa e deixo-me de gatas em cima da cama.
Pernas ligeiramente abertas, cabeça baixa apenas esperando o próximo movimento.
Ele lambe-me lentamente a cona com um único movimento, numa lambuzadela molhada e inesperada tremo de prazer.

Continua