À NOITE NO CARRO… PARTE III

Encosto-me para trás satisfeita e ele fica a olhar profundamente para mim… passando as pontas dos dedos pelos meus braços, seios, barriga, pernas e novamente na minha cona molhada e latejante!

Volta novamente a foder-me com os seus dedos e eu a delirar com tudo aquilo!

Estava a ser uma novidade! Ele só se queria dedicar a mim, a dar-me prazer e parecia totalmente indiferente ao facto de estar sem uma ereção no meio de uma loucura como aquela.

Já a sentir a exaustão dos orgasmos a tomar conta de mim viro-me para baixo e decido que se há pouco ele tinha endurecido na minha boca… tinha possibilidades de retribuir o prazer! Parecia-me estranho eu estar a gozar e ele apenas a participar sem ter um final feliz!

Meter uma pila pouco tesa na boca não é a coisa mais agradável… mas senti-la a ficar rija e grossa já valia o esforço. E de facto assim se manteve! Tiro-a da boca para a olhar… era boa e bonita e finalmente rija! Sem me demorar volto à ação até o sentir a tremer!

 “Vou-me vir! Vou-me vir!” – diz ele.

E eu continuo a chupar delicadamente. Ele volta à carga! E toca-me nas costas! Finalmente percebo a razão do alerta… Eu levanto a cabeça e digo:

“Vem-te para a minha boca!”

E retomo a carícia agora também ficando mais pela cabeça e batendo por baixo. Oiço-o gemer e finalmente sinto um calor na minha boca! E ele diz:

“ Tu és tão boa!”

E que prazer me dá ouvir isto. Levanto a cabeça e encosto-me no colo dele… sinto a sua respiração e o seu coração a bater. Ficamos em silêncio… ele beija-me… o que me agrada! É o selo perfeito.

Com as janelas do carro abertas sentimos a brisa da noite a entrar, a lua brilha lá no alto… lembro-me das horas… está na hora da Cinderela!

“Leva-me até casa, quero ir tomar um duche e relaxar.” – digo

Seguimos até casa em silêncio… a minha cabeça ia a processar tudo o que se tinha passado. Ele com a mão na minha perna, sentia-o a olhar para mim.

Caramba foi bom! Diferente e espantosamente bom!

The end

Publicado originalmente a 1/11/2015

À NOITE NO CARRO… PARTE II

Os bancos da frente não são os ideais, por isso, sugiro irmos para os de trás, nisto sentimos o clarão dos faróis de um carro a aproximar-se… este tipo de iluminação será nossa companheira para o resto do encontro e a cada novo flash a nossa indiferença aumenta. No final de contas, estamos todos ali para o mesmo e provavelmente em situações semelhantes.

Já no banco de trás, o gelo ainda não está totalmente quebrado, eu estou encostada num lado do banco e ele no outro… sinto que ele não sabe bem como avançar… dizemos trivialidades e o meu riso começa a ficar nervoso. Já não só por mim mas pela situação em si…

“Estão a passar-se minutos… Então isto avança ou não?” – penso

Ele faz-me uma carícia na cara e passa a mão pelo meu pescoço… já sabe desse meu soft spot, e agarra-me pela cintura, puxando-me para junto dele.

Deixo-me ir.

A noite já estava, de facto, quente mas neste momento já sentia o calor em todas as partes do meu corpo. Decido tomar alguma iniciativa e subo para o colo dele. Coloco as minhas mãos à volta da sua cabeça e beijo-o prolongadamente enquanto me encosto propositadamente como que a simular que o estou a montar só para sentir que a pila dele estava bem acordada.

Senti a pila dele a ficar rija e isso entusiasmou-me!

O vestido foi cuidadosamente escolhido para se ajustar a espaços com pouca manobra: Prendia com uma alça ao pescoço e, numa peça única, a saía era um largo pano que traçava e apertava lateralmente num laço. Desta forma, estava garantido que não iria ter posições nem situações desconfortáveis enquanto me despia. Com um simples movimento de subida da saia poderia ficar com a minha cona totalmente disponível… essa vulnerabilidade é excitante.

As carícias e o encosto, agora já mais intenso, continuaram até que num impulso desato a alça do vestido no pescoço e faço-o descer ficando apenas com o soutien bem junto à boca dele.

Aí sim, ele puxa a última barreira entre os lábios dele e os meus mamilos e sem hesitação agarra-me as mamas com as duas mãos enquanto as vai devorando, oram lambendo, ora chupando com força, ora mordendo…

Afasto-me repentinamente e inclino-me para trás. O luar ilumina-me os bicos já bem rijos e olho para ele, para o sentir sedento de as voltar a beijar. Rio-me! Este poder de enfeitiçar é um dos maiores afrodisíacos…

Saio de cima dele e já apenas com o vestido pela cintura inclino-me na ponta oposta do banco com as pernas afastadas, agora quero que seja ele a vir ter comigo. Sinto-o vidrado em mim e a avançar as suas mãos fortes por entre as minhas pernas até que finalmente chega à minha cona!

Aquele arrepio percorre o meu corpo todo e contraio-me com prazer, penetração é sem dúvida o que me leva ao topo e nisso estava agradavelmente surpreendida com o toque e forma como me penetra com os dedos.

Primeiro mete um dedo e após algumas carícias mete mais um…sempre com uma intensidade deliciosa que me estava a deixar toda molhada. Os preliminares estavam a ser ótimos. Mudamos de posição, ele puxa-me para o colo dele enquanto me abraça com força.

Nesse momento, decidida a retribuir as carícias eis que reparo … não havia atividade! A pila estava completamente inerte! Mole! Contudo ele não parecia incomodado com a situação… muito intrigante!

Penso: “Miúda! O que se está a passar? Perdeste o teu mojo?? “

Voltei a agarrar-me a ele e beijo-o intensamente, enquanto ele continua a brincar com os seus dedos na minha cona… sinto os maxilares dele a estalar e não tenho qualquer dúvida que ele está super excitado!

Neste momento decido ser egoísta e disfrutar porque ele sabe definitivamente o que está a fazer! Venho-me e em delírio digo:

“Quero sentir-te dentro de mim!”

É o tudo ou nada! Agarro na sua pila mole e meto-a na boca. Sei as minhas qualidades, bolas, se há pessoa capaz de um CPR genital sou eu!

Resultou!!

“Como mulher prevenida, vale por dois” digo-lhe que tenho um preservativo que retiro imediatamente da mala, com ansiedade pergunto-lhe se quer que o ajude a colocar.

Noto imediatamente que ele fica encavacado… num espaço de tempo que me pareceu uma eternidade, ele lá abre o pacote e depois agarra no preservativo pelo lado contrário enquanto eu vejo a minha obra a murchar!!

Enquanto ele luta consigo próprio para colocar o dito… eu vejo que isso não vai acontecer… para além de já estar a perder o fulgor, o próprio preservativo acaba desenrolado e inutilizado… Ele diz que não tem jeito para aquilo que já não usa há muitos anos blá blá blá…

Abraça-me e aperta-me junto ao peito dele como que dizendo, sem dizer: “Está tudo bem e não vai acontecer nada”. Confirma-se, diz finalmente que, para ele, a penetração não é o mais importante e que teremos outras oportunidades, retomando as carícias maravilhosas à minha cona ainda molhada.

Penso: – “Caramba és bom nisto! Não pares! Vou-me vir outra vez!”

Continua

Originalmente publicado a 18/10/2015

À noite no carro… PARTE I

Finalmente cedi ao convite para um encontro num sítio escuro… que não era um poço – private joke – mas sim um local com suficiente privacidade para uma sessão de sexo sem receios.

As horas disponíveis estavam contadas e o nervosismo tomou conta de mim… Nem jantei… Mas também não tinha apetite, apenas calafrios pelo corpo.

Confesso que estava ansiosa pois a 1ª vez com um novo parceiro traz sempre à tona algumas inseguranças bem como a sensação de salto para o desconhecido…

“E se o sexo for mau?”

Tomo um duche rápido e olho-me ao espelho – “Vamos a isso miúda, tu queres saber a resposta a essa questão!”

Chegada à hora, recebo o sinal e desço até à rua onde o encontro à minha espera, dentro do carro. Entro e arrancamos.

Ele não aparenta o mesmo estado que eu, mas também os homens têm o sangue a outra temperatura… Faz-me um elogio pelo vestido que trouxe e ambos comentamos que está uma noite anormalmente quente para Outubro.

Ele sente-me tensa e acha que estou com dúvidas:

“Não tem que acontecer nada…” – diz

– “Yeah right! Vamos só ver as estrelas” – penso sarcástica – “E para onde vamos?”

Estou fora do circuito de sexo no carro há uns bons anos e, de facto, os sítios do antigamente estão transformados e perderam o apelo a este tipo de atividades. Ele sossega-me… diz que tem em mente um sítio mas ressalva que é só por lá passar durante o dia, que não tem por hábito ir lá de noite…

-“Yeah right! Gostas de passear nos descampados durante o dia” – penso outra vez.

Respiro fundo e remexo-me várias vezes no banco… ele coloca a mão entre as minhas pernas, apertando suavemente, eu coloco a minha mão sobre a dele e olho-o fixamente. Penso que é agora ou nunca… que a tesão já está cá, e que já me imagino inclinada sobre ele. Está na hora de o sentir rijo entre os meus lábios.

Bolas! O tal sítio tem um circo montado, com todos os adereços, animais e pessoas…Como já não pondero voltar para casa sem descobrir o que ele tem para me dar, pensamos rápido e decidimos explorar uma zona próxima com potencial… Parece que sexo no banco de trás do carro nunca vai ser démodé… e não vai valer a pena continuarmos a gastar o nosso tempo em busca do sítio ideal.

 “Ficamos aqui!” – digo-lhe.

Entretanto sinto que falta algo… Não tínhamos o rádio ligado! Aqueles minutos de viagem em silêncio estavam a ser tão intensos que nem me apercebi que estava sem música no carro mas agora estava a precisar daquele ice breaker que é uma boa música.

Peço-lhe para ligar o rádio numa estação qualquer cool e como resposta oiço… entre um tom algo embaraçado:

“Este é o carro da minha mulher… não sei ligar o radio!”

Naquele instante minha cabeça volta ao momento de auto motivação em frente ao espelho e só penso:

– “Como assim não sabes ligar o radio do carro da tua mulher?!! Calma miúda! Ignora este turn-off porque tu queres mesmo saber a resposta à pergunta!”

Continua…

Orignalmente publicado a 15/10/2015

Homens não se medem aos palmos – PARTE II

Durante o jantar eu tinha falado brevemente de squirting e ele não tinha acusado o toque por isso toda a situação me tinha surpreendido! Ele era mais um daqueles que tinha descoberto a fórmula mágica e ainda me diz:

Então, dizias que não eras capaz…

E imediatamente me esfrega a mão encharcada na cara. Eu rio-me e voltei a frisar que não conseguia fazer a mim própria mas claramente há um segredo que ainda não descodifiquei!

Enrosco-me nele deixando as pernas bem abertas. Ele brinca com a minha cona e sinto-me a escorrer.

O carro começa a ficar com as janelas embaciadas e ele abre um pouco o vidro para aliviar a temperatura.

A entrada tinha sido a matar e estava bem desejosa de sentir a sua boca nas minhas mamas. O vestido era extremamente justo e por isso a única opção era mesmo tirar. Para tirar partido do decote tinha escolhido um soutien em leather com efeito push-up.

Já sem o vestido ele conseguiu chegar aos meus mamilos, tinha as mamas tesas, sentia o fresco que entrava pela janela. Volto a aproximar-me dele, encostando bem as mamas na sua cara para ele as devorar.

Os beijos sobem pelo pescoço e finalmente as nossas bocas tocam-se. Ele tem lábios carnudos e beija bem. Com a quantidade certa de língua e tensão. Eu gosto de beijos suaves, beijar os lábios e tocar as línguas. Suavidade é a chave.

Enquanto nos beijamos sinto a mão dele a deslizar novamente entre as minhas coxas. penetra-me com os dedos novamente, com vigor e intenção, tendo manter o beijo mas os gemidos e tremores começavam a tomar conta de mim, encosto a minha cabeça ao seu peito e aperto-lhe o pescoço no pico da intensidade. Novamente alagada.

Calor! Está mesmo calor!

Ele reclina o banco no máximo e pede-me para subir para cima dele, para ver se encaixamos bem. Parece-me que sim, sinto-o rijo entre as minhas pernas à medida que me vou roçando nele, numa simulação.

Nesta altura já pensava no seu caralho rijo por mim, com água na boca para o chupar. Saio de cima dele e vou para o meu banco, dou-lhe sinal que o quero ver e quando baixa as calças vejo uma boa surpresa. Agarro-me a ele para o chupar. A minha posição não era a ideal e senti-me a bater em várias partes do carro.

Ainda o enfiei bem no fundo mas talvez os astros ou o nervosismo estivessem a estorvar mas não senti o 100%. Eu também sendo honesta não estava ainda totalmente lá, seria do carro? Don’t know. Termos jantado antes também não é a situação ideal pois sinto que não posso dar tudo como gosto pois o gag está muito mais difícil de gerir.

Ele abre a porta do carro e fica de pé junto ao carro com as calças em baixo! Olho para todos os lados para me certificar que não havia ninguém à vista. Parecia que apenas estava um carro parado no fundo da doca, dificilmente nos veriam.

Ganho ímpeto e agarro-o bem para o chupar novamente até o sentir bom para me foder. Pergunto-lhe se tem preservativo, ele diz que sim e apesar do disclaimer de que hoje não iria ser a melhor performance pois tinha tido muita atividade recente coloca-o rapidamente. Eu saio do carro, praticamente nua e inclino-me para dentro, deixando o meu rabo a apontar para a lua. Esta sensação de liberdade por nudez em espaços abertos é sempre muito divertida.

Ele penetra-me fundo de uma vez, fazendo-me gemer! Gosto especialmente da primeira penetração, seja ela meio bruta e intensa ou suave e devagar. É tudo uma questão do momento, mas nada bate a primeira penetração.

A energia era boa e passámos um bom bocado até ele parar para aproveitar a minha posição e provar a minha cona com umas lambidelas saborosas.

De pé, nua junto ao rio a sentir a brisa da noite na minha cona molhada e a apreciar o momento de loucura conjunta. Voltei para dentro e ele ao seu lugar, onde nos aninhámos novamente.

Ele tinha-me proporcionado prazer contudo não tinha ficado perto de se vir. Há já algum tempo que percebi que os homens não têm todos as mesmas necessidades e que não se virem não é tão dramático quanto isso nem me afeta como no passado. Eu tenho uma postura bastante mais relaxada e de zero pressure.

Enquanto nos aninhamos ele começa a bater uma e pelos seus sons e contrações percebo que agora sim estava quase a vir-se e prontamente me ofereço:

Queres-te vir na minha boca?

E viro-me paro o caralho dele e enquanto ele bate uma ao seu ritmo eu abro a minha boca! hmm gosto de sentir o clímax do homem , quente na minha boca! Engulo e volto-me para cima para lhe dar um carinho e um beijo!

Aquele momento em que estamos os 2 relaxados, agarrados e a aproveitar o silêncio saboroso do pós-prazer vale tanto a pena. Deixei-me ficar no colo dele até me cansar da posição, falámos e trocámos mimos, não foi um perfect 10 mas sem dúvida que me deixou com vontade de repetir, especialmente se me garantir o fodão que eu mereço.

Do you accept the challenge?

Ilustração by https://apolloniasaintclair.com/

Homens não se medem aos palmos – PARTE I

Logo nas primeiras conversas ele diz-me que era “concentrado”, tinha 1,60m e pergunta-me se eu achava que fazia diferença.

Admiti que não sabia pois nunca tinha estado com alguém do meu tamanho e normalmente sei que gosto de homens bem altos, mas não sou pessoa de fugir a desafios e muito menos de rejeitar os sinais que o meu instinto me dava sobre ele.

As nossas primeiras trocas de mensagens foram leves e sempre divertidas. Ele fez uma apresentação quase tipo candidatura com o resumo da sua vida e de forma natural eu baixei a minha guarda de defesa ao me aguçar a curiosidade. Era também alguns anos mais novo.

Um homem confiante, bem sucedido e de bem com vida é mais afrodisíaco do que um corpo torneado do ginásio ou um 1,80m de homem bonito mas com “problemas”.

Mantivemos a troca de delícias e provocações por uns dias, até chegar a altura certa para um encontro, queria estar descansada e com energia para ter tudo a que tinha direito.

Deixei-o escolher as opções e assim teria mais um elemento de avaliação. Não desilude ao sugerir um copo antes de jantar e como nos íamos conhecer no momento pareceu-me excelente quebrarmos.

O itinerário começou no Farol Design Hotel, onde bebemos um cocktail e deitados relaxadamente num sofá nos começámos a conhecer, ainda tímidos, um em cada ponta do sofá com uma gigante almofada pelo meio.

O dia começa a pôr-se e junto ao mar a brisa fresca arrepia-me pele, ele oferece-se para ir pedir uma manta, estávamos bem embalados numa conversa e esse pequeno conforto ia-me deixar confortável.

Falámos de viagens, rimos e aos poucos a timidez começou a ser substituída por um familiaridade, uma estranha familiaridade, como se fossemos duas old souls que nos estávamos a reencontrar ao fim de uns anos de separação.

O sol pôs-se finalmente e a paisagem transforma-se num quadro: um palácio junto ao mar, iluminado em tons de amarelo forte e cheio de vida por dentro em contraste com o mar tranquilo e escuro, no enquadramento o farol antigo e belo já estava acordado para a sua função.

Ele vai buscar a conta e eu aproveito esse momento para fechar os olhos, inspirar lentamente e voltar a abrir para uma última mirada sobre o cenário que nos rodeava. Tivemos aquela estrelinha de sorte que tantas vezes faz falta num primeiro encontro.

Fomos jantar, as Furnas do Guincho, eram a próxima paragem.

Durante o jantar o clima animado passou também a ser de partilha de experiências. Eu tenho já algumas voltas ao sol de aventuras e já tive um pouco de tudo, ele mostrou-se sempre sedento de saber mais, mais detalhes, mais situações. Percebi que tentava descortinar a minha mente, com certeza era para ele um enigma e isso causava-lhe inquietação. Eu sentia-a.

Fácil na palavra e no elogio, colocou-me num patamar de adoração que me encheu o ego e me fez libertar o meu lado mais dominante e sedutor.

Apesar de saber que muitas das falas são mansas, não digo que não gosto de as ouvir. Eu pelo contrário sou extremamente contida, gosto que cada palavra minha seja carregada de valor.

O tempo passa a correr e o jantar não desilude. Começo a pensar no que se irá passar depois. Enquanto ele fala eu faço a minha avaliação.

Miúda, o que estás a sentir?

Quero!, quero provar aquela intensidade própria da juventude em formato condensado.

Vamos então!

No caminho de volta a Lisboa decidimos finalmente onde vamos, ele conhece uma doca com pouco movimento onde podemos parar e disfrutar da companhia um do outro.

Durante toda a noite ele não fez nenhum avanço e eu senti-me em posição de comando. Tinha escolhido um vestido com um generoso decote e um soutien que deixava as minhas mamas super apetitosas, as cuecas eram abertas atrás e os elásticos acetinados faziam um enquadramento do meu rabo na perfeição.

Foi completamente intencional e diverti-me todo o serão ao senti-lo a olhar para elas, por isso quando surgiu o timing, cheguei-me bem a ele para que ele as pudesse sentir quase a tocar a sua cara como quem pede uma dentadinha.

Neste momento começa um jogo de gato rato para no nosso primeiro beijo, eu não ira tomar a iniciativa, nem ele, aliás ele frisou isso toda a noite em jeito de provocação.

Não vai acontecer nada, vamos ser muito amigos

Beijou-me cara, agarrou-me firmemente o pescoço para o lambuzar e respirou-me no ouvido. Eu alinho no jogo e sempre que a sua boca se aproxima demais da minha, desvio-me. Estava a ser beijada em todo o lado menos na boca.

A playlist do carro era interessante e adequada, mais uns pontinhos…

Este prolongamento erótico de negação mútua de algo que ambos desejamos é um intensificador de sensações e ambos teimosos e experientes resistimos como heróis.

Ele curioso com o meu rabo percorre as minhas curvas com as mãos e após me apalpar bem desliza as suas mãos pelas minhas coxas. Nesta altura eu já estava bem molhada.

Fodas no carro! Que throwback! Quem nunca… A ginástica, o contorcionismo, o ódio pelo travão de mão e as negras no dia seguinte! Nesta altura o seu tamanho concentrado mostrou o seu potencial! Tínhamos mais espaço livre sem dúvida dentro do carro.

Eu rodo ligeiramente o meu corpo e fico deitada no seu colo, pernas ligeiramente abertas. Continuamos a evitar o beijo quando ele me penetra com os dedos, primeiro suavemente e de seguida com tal intensidade e técnica que penso:

OMG este será destes? Será dia de squirt?

E não me enganei.

Arte que nunca consegui dominar eu mesma embora no passado já tinha tido o prazer de sentir o meu corpo a ser percorrido por uma descarga eléctrica intensa seguida da sensação da cona encharcada.

Não é como um orgasmo, é diferente e tenho até alguma dificuldade em explicar exactamente quando falo com amigas curiosas. O orgasmo é mais prolongado e deixa-me a cona a latejar, o squirt é um momento de intensidade extrema mas não um clímax só por sim.

Continua

Agora é a vez deles…#1

Eu sou bastante profissional no meu dia à dia, e não gosto de misturas com clientes mas desta vez não resisti.
A equipa estava a terminar um trabalho numa cliente que estava presente e quando cheguei à obra senti-me observado de cima a baixo por aqueles grande olhos azuis.

Baixinha, cerca de 1,60m com sandálias, umas calças de ganga a realçar aquele rabo e um top justo branco com um bom decote a mostrar quão bem abonada seria ela de peito. Estava sem soutien e deu para verificar que tinha uns belos mamilos arrebitados.

Falo com a Doutora e ela responde sempre com sorriso, um toque aqui no braço outro ali nas costas e eu sinto-me intimidado mas ao mesmo tempo a ganhar uma vontade de a agarrar.

Ela nunca me deixou só e puxou diversas conversas até chegarmos a uma viagem que fiz no ano passado a Ibiza, questionando diversos pormenores dessa viagem.

Terminando os trabalhos vim embora com o meu pessoal e agradeço tudo e ela agradece por todo o serviço prestado, despeço-me e saio.

Mal saí manda-me uma sms a dizer que qualquer coisa que necessite que é só pedir e a agradecer novamente o serviço prestado. Aproveitei a dica para dizer que fazemos tudo para deixar o cliente satisfeito.

Ela aproveita-se da deixa e diz que faltava qualquer coisa para ficar totalmente satisfeita. Foi a dica e marcámos para domingo tomar café.

Fui apanhar a Doutora num determinado local e ela aparece de mini saia, top justo, saltos altos, lábios pintados e cabelo arranjado.
Pego-a de seguida e mal entra agarrámo-nos e beijámos-nos…beijo húmido naquelas lábios carnudos com um toque suave de língua…algo quente, sensual e hot.
Enquanto a beijo aproveito-me e meto a mão no meio das pernas…vinha sem lingerie.

Adorooo

Estava toda molhada! Disse-lhe ao ouvido:

Safada…já vinhas com isto planeado e ela sorriu…e perguntei onde vamos…e ela para um hotel mais próximo…

Faço uma reserva no Booking e siga direção ao hotel.
Sorrisos, brincadeiras e boa disposição, entramos no hotel como um casal.
Fomos para o quarto e mal entrámos encostei-a à parede, prendo-lhe as mãos e beijo-a intensamente.
Retiro-lhe o top e ela tira-me a tshirt.

Ela abre-me o cinto e eu abro o fecho da saia. A saia cai e ela baixa-me as calças e os boxers em simultâneo e começa-me a chupar todo de forma gulosa pois ela encontrou-me já bem teso…pronto para foder toda!

Ela devora-me, quase que o consegue enfiar todo na boca. Chupa e lambe enquanto me agarra nas bolas e estimula.
Levanto-a e encosto-a à parede, Beijo-a e vou descendo, pescoço, peitos e lambo bem os peitos. Tem uns mamilos grandes e liberta um gemido quando a minha língua passa por eles….hummm

Continuo a descer, a beijar a barriga até chegar à cona dela e aí sopro e beijo à volta, virilha e abdómen até começar a lamber o clitoris e a chupar aquela cona a escorrer na minha boca.

Coloco uma perna dela sobre o meu ombro e começo chupar intensamente, ela agarra-me na cabeça e força mais também. Enfio um dedo e ela geme, de seguida dois dedos e ela geme mais.
Entretanto ela liberta um gemido mais alto e vem-se na minha boca….hummmm tão bom, adoro sentir o sabor de uma cona molhada a escorrer para mim.

Subo e ela beija-me! Agarro-a e atiro-a para a cama, está ali desarmada e indefesa com aquela cona rosada a olhar para mim.
Coloco o preservativo agarro-lhe as pernas

E vem para mim!

Começo a brincar na cona dela com o meu pau, a enfiar aos poucos e ela geme cada vez mais. Fui aos poucos até conseguir entrar praticamente todo.
Sinto que já toco no fundo dela e ela geme muito! Então começo a fodê-la toda, com mais força mas sem nunca a magoar ou forçar, sempre até ao fundo.

Consigo ouvir a cona dela a libertar orgasmos, a fazer charco e ela a pedir mais e mais! Para não parar.
Após foder de frente meto-a de 4 e em pé junto à cama enfio-lhe o meu pau todo teso, depois de trocar de preservativo novamente pois aquele já podia romper visto que estávamos ali algum tempo a foder, e como-a de 4.
Abro-lhe aquele rabo e vejo aquele cu aberto e eu a foder-lhe a cona. Puxo-lhe o cabelo e ela nota-se que estava a gostar de levar umas palmadas no rabo pois gemia mais.


Agarro o cabelo e peito e vou a fundo, ela foge com o corpo e percebo que a magoo e não faço mais isso. Pergunto-lhe se posso comer o cu e ela diz que não vai aguentar o meu pau, para tentar numa próxima.
Então viro-a e como-a de frente e ela pede-me para lhe dar leite no peito.

Quero que te venhas todo para mim
Vá vem-te!


Então decidi vir-me e tiro o meu pau da camisa e venho-me para a cara e peito dela enquanto ela me bate uma. Liberto um gemido bom e ela sorri com leite na cara, na boca e no peito a escorrer por ela.
Deixa-me relaxar um pouco e vamos ao banho juntos, damos banho um ao outro, com carícias, risos e brincadeiras.
Vimos para cama e abraçamos-nos, ela diz-me que estava mesmo a precisar disto, que lhe fazia falta e que foi top.

Disse-lhe que ainda não tinha acabado iamos relaxar e que íamos a outro round.

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XOXO

Lust for life

In these last months, I have a recurrent thought on my mind – Lust for life! And immediately a song by Lana del Rey comes to my mind

Btw, I’m an addict to song lyric analysis. Its something a cannot control, í immediately go to Genius and read line by line of each song that touches my soul.

In this song, there is a particular part that translates the importance of lust in my life

And a lust for life, and a lust for life
Keeps us alive, keeps us alive

Lust is a passion, it’s a desire for someone, a situation and especially discover me.
When I started this blog, I felt so liberated and had the opportunity to experience so much, discover my self.
I can say that I had the privilege of fulfilling my fantasies, even the ones I never expressed out loud to anyone or even myself. I built my happy space with those memories.

Without any doubt during those times I felt alive, I felt the rush of the new adventure and the tickling in my stomach for crossing boundaries.
I felt the power of being a woman with confidence living with a hedonistic philosophy with no regrets.

But in fact, this lust-driven way of life can also lead me to doldrums. Times where I only seem to live a mechanical life, always looking back at the past, indifferent to the present and ignoring the future.

The lesson is that we cannot expect to repeat the same formula over and over again, and without evolving, we can get stuck. I must look at my past full of lust and find a new path for me.
Rediscover lust in my life and ways of getting my “shot”.

Writing was an essential part of my journey and can be a hint to find the answer.

‘Cause we’re the masters of our own fate
We’re the captains of our own souls

Waiting for new chapters!

Thoughts?

Take me for a drive

O convite para jantar veio com instruções detalhadas, saia justa, casaco e luvas de pele, sapatos pretos com tachas metálicas e salto fino e cuecas reduzidas para deixar a cona e o cu acessíveis.

Claro que fiquei logo entusiasmada com o desafio e alinhei sem hesitar.

Combinada a hora e o local do encontro estava pronta mas ainda não fazia ideia do destino e sendo honesta, também não era importante.

A adrenalina vem também de me entregar a aventuras e ele sabendo disso fazia por me estimular.

Entro no carro e arrancamos para o nosso destino, ele estava também vestido de leather esbanjando ares de macho.

As luvas de pele que tanto aprecio nele deixam-me excitada com o pensamento de as sentir em mim, de as cheirar e apreciar.

Enquanto rolamos calmamente para fora da cidade apertamos as mãos com força, gosto deste toque e sinto-me a corar.

Sabia que haveria uma surpresa e ansiava por ela.

Saímos da estrada em direcção a uma estação de serviço e percebo que estamos à procura de uma zona menos movimentada para uma paragem estratégica.

E por trás de uma zona de lavagens auto, encerrada aquelas horas, paramos o carro. Vemos carros a passar a espaços mas sentimo-nos fora do radar para quem está de passagem em direcção à estrada principal.

Saímos do carro e encostados à minha porta beijamos-nos e ele diz para me inclinar para dentro do carro, deixando o cu de fora e bem empinado.

Fecha os olhos

Diz ele ao meu ouvido.

E assim faço, coloco-me de gatas no banco do carro, com o rabo espetado e já a sentir calor na minha cona.

Claro que esta posição aliada à expectativa do que me esperava me deixou molhada.

Ouvia-o a mexer em coisas e soltava risinhos nervosos. Gosto segurança que a sua postura me transmite.

Abanava o meu rabo levemente demostrando que estava bem disponível para a play que me esperava.

Por fim ele dá como terminados os preparativos e puxa a saia para cima. As cuecas eram mínimas e atrás nada mais que um mero fio entre as nadegas, fácil de afastar.

Ele lambe-me o cu e cona de uma passagem, fresca deixando-me com vontade de mais.

Depois com os dedos enluvados massagem o meu cu para o descontrair e quando me sente pronta penetra-me com um dildo!

Sinto o arrepio e o meu cu a relaxar! De seguida penetra-me a cona com um outro dildo, um que tinha também uns tomates, sentia-os nos lábios da cona!

Ele inclina-se sobre mim e diz

A putinha gosta de estar toda preenchida não é?

Eu rio-me e viro-me para o beijar, nisto passa um carro devagar, será que nos viram? A ideia não só não me incomoda como me diverte. Senti-me devassa, com um dildo enfiado no cu e outro na cona no meio de uma estação de serviço a horas do jantar.

Ele tinha pensado noutro detalhe, tirou um rolo de tape preta e disse-me que quer garantir que eles ficam no lugar durante a viagem.

E empurra-os bem nos buracos para depois os colar com a grossa fita cola, de uma nádega até à outra.

Terminado o serviço, volta a puxar a saia para o lugar e beija-me demoradamente enquanto eu dengosa retribuo os carinhos.

Passa-me pela cabeça que ia gostar de ser fodida com força naquele momento.

Voltamos ao carro e eu ajusto-me no banco, a cada movimento sentia prazer.

Queria muito retribuir e olho para ele com olhos de quem o quer chupar… ele sabe bem como eu gosto e põe-se a jeito, abrindo as calças.

Eu inclino-me para o lado e começo a lambê-lo suavemente, como quem beija. Gosto de sentir um caralho a ficar rijo na minha boca é mãos. E não tem de ser depressa, sentir o pulsar suave enquanto o envio até à garganta é maravilhoso.

Começo a chupar o seu caralho agora rijo, com vontade e por momentos viro a cara para ele é olho-o nos olhos. O cúmulo da tesão e muitas vezes um simples olhar.

Dedico-me a chupa-lo com intensidade enquanto ele conduz, sinto ainda cona e cu a latejar e vou-me ajeitando! Estou a ser preenchida em todos os buracos! Cona, cu e boca!

Nem damos pelo tempo passar, estamos a chegar ao destino!

Levanto-me e beijo-o rapidamente, encosto-me no banco e aperto as coxas enquanto suspiro!

Que bela surpresa!

Paramos o carro no restaurante e saímos, eu digo que é melhor tirar isto pois assim não sei se consigo jantar e ele ri-se!

Tirando a fita cola e depois os diodos ele mostra-me o que tinha usado em mim! 2 dildos com um tamanho bem interessante!

Vê bem o tamanho deles! E não te custou nada!

Rimos e após arrumar os adereços damos um abraço forte, entrelaçamos as mãos enluvadas e vamos jantar como um casal quase banal!

If only they know….

Menina mimada – Parte III

Voltámos a sala e ficámos descontraidamente a conversar entre colheres de gelado. A música de fundo era a voz da bela Maria Brink e os acordes intensos dos In This Moment.
Ele estava no cadeirão e nós as duas no sofá da sala e após dose dupla do delicioso gelado de strawberry cheesecake, trocámos alguns olhares e ele levanta-se e fica de pé à nossa frente exibindo o seu caralho delicioso com o cockring. Sinto-me a salivar novamente.
Recostei-me num dos cantos para assistir a uma bela sessão de sexo. Ela abriu as pernas e ele colocou-se de joelhos em frente dela, puxou-a para ele pelas ancas e após passar os dedos na cona entra dentro dela fazendo-a vibrar.
Eu passo as minhas mãos nas coxas dela e aproximo-me dela, beijamo-nos lenta e suavemente enquanto ele a fodia e me excitava.
Ela diz-me agora só vês e afastou-o para se masturbar, contorcendo o corpo no sofá mesmo ao meu lado e com tesão no rosto. Uma visão cativante pela pose e pela postura.
Voltamos a trocar beijos e quando ela se levanta do sofá satisfeita eu fixo o meu olhar naquele caralho que ainda não tinha tido toda a minha atenção e dedicação.
Ele diz-lhe com satisfação
Agora vais ver o que esta menina consegue fazer
Eu coro um pouco, se ainda era possível corar, e com um sorrisinho tímido digo que quero muito.
Ela fica de pé poe trás do sofá onde estou sentada enquanto ele me começa a foder a boca. Entrado bem fundo na minha garganta. Gosto se sentir o gag, perder e recuperar o folgo e sentir os olhos bem húmidos imaginando como estaria a minha maquilhagem. Esperava que bem borrada das lagrimas e suor.
Ele empurra bem a minha cabeça para lhe engolir o caralho todo e oiço-a exclamar que o conseguia enfiar todo, boa menina!
Ele pergunta-me onde é que eu quero que ele se venha… eu respondo menina… na minha cara! Como eu gosto.
Ela coloca-se ao lado dele e eu continuo a chupá-lo todo e ao olhar para cima vejo-os dois a olhar para mim com ar satisfeito. Sinto-me tímida principalmente por me exibir a ela mas tendo contrariar essa retração e cuspo-o bem e olho novamente para eles, orgulhosa.
Ele diz-me para abrir a boca e ela bate-lhe uma até ele se vir na minha cara e boca.
Ahhh relaxo o corpo e deixo-me cair para trás no sofá, vendo-os olhar para mim com o gosto de terem satisfeito a sua menina.
E satisfizeram sem qualquer dúvida.

Menina mimada – Parte II

Eu sentia as pernas meio bambas e estava muito satisfeita com o decorrer da noite até ao momento.
Entrámos no quarto que eu já conhecia de outras aventuras e oiço-o dizer-lhe

Sabes o que é que esta putinha adora?

E olha para mim para eu dizer em voz alta.
A partilha dos meus fetishes naquele contexto é desafiante, encho o peito e digo orgulhosa

De me ver ao espelho enquanto me fodem

E dou uma risada nervosa.
Ele diz-me para eu me deitar, com a cabeça para os pés da cama, enquanto ela se coloca de gatas sobre mim com o rabo espetado para ele que se mantinha de pé junto à cama.
O meu ponto de vista era a sua bela cona que não resisti a lamber mais um pouco antes de ele a penetrar com o seu caralho rijo.

Deixei-me ficar com a cabeça na cama a ver a forma como ele entrava dentro dela, salivando involuntariamente.
Eu tinha as minhas mãos nas pernas dela e ouvi-los respirar com a cadência da penetração deixou-me a escorrer.
A minha boca estava entreaberta e cheia de vontade de ser preenchida e era essa mesmo a ideia dele, retirou o caralho com sabor da cona dela e enfiou-o na minha boca.

A posição era a ideal para deep troat e após o enfiar bem fundo na minha boca voltou a entrar dentro dela com intensidade. Ela gemia baixinho e eu olhei para o espelho para nos ver. Deliciosos.
A cada vez que ele a penetrava eu deixava a boca aberta à espera da minha vez.
Ela inclina-se mais para a frente e massaja-me a cona com as suas mãos enluvadas e muda de posição para me retribuir os beijos na cona. Sinto-o a aproximar-se da minha boca e a beijar-me com a língua bem molhada.
Estes mimos derretem-me.

Sou uma menina mimada, confesso, e a atenção deixa-me em êxtase. Olho-me ao espelho e suspiro de satisfação olhando sedenta para eles os dois.
Enquanto troco carinhos com ele, ela coloca o strap-on elegante. Vendo-a a sair da cama para ficar de pé, rebolo o meu corpo e coloco-me de gatas sobre a cama, rabo bem empinado a ansiar o momento em que ela me iria foder.
Ela agarra as minhas ancas generosas e penetra-me, vai entrando e saindo dentro de mim enquanto me dá umas palmadas suaves no rabo.

Anda gatinha, mais! Geme mais alto

Nisto olhando para o espelho, vejo-o a penetra-la também. Os três encaixados era uma visão de tesão. Eu começo a atirar a minha anca para trás com mais força, sentindo todo o dildo, preso no cinto, dentro de mim. Eles acompanhavam os movimentos da gatinha que ronronava de tesão.

Assim como gosto de me ver com cara de tesão, observei-os, ela silenciosa e com a boca entreaberta só dava uns gemidos quando ele a penetrava com mais força e ele com um ar tranquilo e observador mas bastante satisfeito, com um belo sorriso nos seus lábios.
Parámos um pouco para recuperar o folgo, beber uma água e arrefecer. Eu deixo-me ficar esticada na cama até ele me chamar para me sentar no colo dele e abre-me as pernas.
Também com luvas de cabedal justas começa a massajar com força a minha cona e o meu clitóris, num misto de ardor e prazer contorço-me e fecho as pernas.
Ele diz

Abre as pernas e verás que é melhor

Obedeço e a eletricidade começa a circular intensamente por todo o meu corpo e jorro um belo orgasmo enquanto o aperto com força. Ela regressa entretanto ao quarto e ele diz em tom de brincadeira mas claramente orgulhoso.

Olha o que ela fez! Sujou-me o chão todo!

Sim, o orgasmo brutal tinha vindo acompanhado de squirt.
Caída na cama, relaxada e feliz oiço-o dizer, vamos comer gelado? Apetecia-me sem dúvida algo fresco.

Continua…
Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com