GENTLEMAN – PARTE III

Vamos arrefecer no chuveiro gelado mais um vez, particamente não era preciso sequer toalha! Deixo-me cair na cama e ele junta-se a mim trazendo os nossos copos de vinho devidamente reabastecidos e frescos.
Neste momento só pensava que tinha um compromisso para jantar que não queria faltar mas que me estava a causar uma ansiedade pois também não me queria ir embora.

Seria um ótimo plano passarmos a noite a foder! Ele iria com certeza recuperar os seus dias de abstinência e eu adoro maratonas de sexo caseiro.
Ficámos deitados algum tempo a conversar até que me levanto para me recompor e vestir. Tem de ser! Compromissos são compromissos e não gosto de deixar amigas penduradas à minha espera.

Visto-me e vou até à casa de banho para me retocar, tentar limpar os vestígios do rimmel borrado e dar um ar menos rosado à minha expressão, à famosa cara de sexo!
Enquanto me estou arranjar ele, apenas de toalha à cintura, chega-se a mim e beija-me o pescoço enquanto me agarra com força as ancas e o rabo.
Levanta o vestido e puxa-me as cuecas, vejo que tinha um preservativo bem à mão no móvel da casa de banho.
Penso:

Malandro! Tens esta na manga desde que saímos do banho!

Mete a proteção com boa destreza e enquanto o vou olhando nos olhos pelo espelho penetra-me rapidamente e forte!
Que tesão! Eu tenho a minha dose de tara por espelhos. Ver-me ser fodida, a ficar vermelha e olhar bem nos olhos dele foi intenso e muito bom.
A chamada rapidinha inesperada é das fodas tesudas que se podem dar!

Agarro-me com força ao lavatório enquanto ele segurando a minha anca me fode com intensidade até me vir! Ahhhhhhh
Ele vêm-se quase a seguir!

Que bela despedida! Agora estava ainda mais difícil de sair dali, do covil do lobo, com o seu vinho fresco e mel.

A armadilha perfeita. 3-3
Viro-me para ele e beijo-o ternamente, tinha de ir. Recomponho o vestido
Ele leva-me até à porta e com a mão na minha cintura diz que gostou muito! Beijámos-mos mais uma vez e com visível dificuldade eu viro-me e vou-me embora.

Desci as escadas do prédio lentamente e com um sorriso rasgado. Será que o verei outra vez?
Vou ter com as minhas amigas a mil que já me esperavam ali perto,

Desculpem! Tive um imprevisto! Vamos jantar?!

Pisquei o olho à minha cúmplice!

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Gentleman – Parte II

Ele pega na caixinha com o brinquedo que tinha ficado em cima da mesa e abre-a retirando o golfinho e ao carregar no botão ficámos com a certeza que já tinha pilhas e tudo!

Ele volta a sentar-se no sofá e eu fico de joelhos inclinada sobre ele e recomeço a chupar. Ele vai-se deitando no sofá para que a posição fosse a ideal para uma garganta funda e também para ele colocar a mão dele entre as minhas pernas e iniciar a massagem de prazer.

Estava excitadíssima, adoro o gag quando enfio um pau duro todo dentro da minha boca. Os olhos a encherem-se de água e prazer de enfiar e tirar da garganta. Isto acompanhado por uma vibração suave na minha cona.

Eu sentia os dedos dele e o bichinho a vibrar e claro eu também me esfregava com vontade.

Parei de o chupar para o olhar intensamente e perguntei-lhe

Queres te vir na minha garganta?

Ele estava já a rebentar e confesso eu também estava ansiosa, queria sentir o leu leite quente na minha boca.

Volto a debruçar-me sobre ele e enfio-o todo bem fundo na minha garganta. Ele vibra de prazer e agarra-me a cabeça, dando-me o sinal de que se ia vir e eu aguento o máximo até o sentir a aliviar-se mesmo no fundo da minha boca. Deep troat with happy ending!

Satisfeita recomponho-me e respiro. Tanto calor naquela sala!

Lembro-me então que estava maquilhada por isso enquanto ele entrava na banheira para se refrescar eu vejo-me ao espelho. O rímel escorria dos meus olhos e por incrível que pareça acho-o sexy por ser o resultado da intensidade e entrega.

Limpo-me e salto para a banheira para me arrefecer também e junto-me a ele já no quarto.

Ele estava deitado sobre a cama e assim ficámos em modo carícias e mimos para recuperar alguma energia e claro ele voltar a ficar bem rijo para me continuar a foder.

Ele passa os seus dedos pelas minhas costas e eu vou curvando o meu corpo para me mostrar dengosa e sedenta. Digo-lhe

Adoro massagens…

Dá-me imensa tesão e é sempre tempo bem empregue.
Ele então aumenta a intensidade de caricias para um amasso que começava por cima, pelo pescoço e ombros e terminava no fundo das minhas costas.

Voltou a deitar-se ao meu lado e eu virei-me para ele para nos beijarmos.

Pensei imediatamente

Hmmmm quem está em pé novamente? Hmmm vamos ao round 2

Sento-me na cama e não resisto a mais uma chupadela rápida. Ele coloca o preservativo e eu deito-me para trás e abro as pernas… quero sentir a penetração devagar mas intensa e os nossos corpos a colar.

O calor infernal mantinha-se e apesar dos duches gelados era impossível não estarmos a escorrer já.

Ele puxa-me para a beira da cama e entra todo dentro de mim, eu envolvo as minhas pernas à sua volta e puxo-o para mim enquanto nos beijamos.

Estava muito excitada das brincadeiras anteriores e foi fácil atingir o orgasmo!

Penso

Estamos empatados estávamos empatados agora!

Passámos a outra posição, uma das favoritas, de lado ele por trás, esta é umas das posições que mais me leva à loucura se houver sintonia entre a penetração e o meu movimento de anca.

Mas o calor pedia outra posição, com menos contacto de pele e para acabar com a cereja no topo do bolo, meto-me de 4 sobre a cama e ele fode-me por trás, bem fundo e intenso como eu aprecio enquanto brinca com o meu cuzinho. Venho-me! ahhhhh

Ele pergunta então se me pode comer o cuzinho e eu respondo claro que sim,

Pergunto ofegante para o picar ainda mais:

Vais me comer o cuzinho querido!

Ele pergunta quero lubrificante e eu aceno que sim, é o ideal para ser tudo suave e gostoso. Como estava super excitada já tinha o cuzinho desejoso de ser penetrado.

Sinto o fresco do lubrificante e de seguida o arrepio do inicio da penetração no cu… sustenho a respiração por momentos e quando ele começa a enfiar o seu pau rijo lá dentro começo a descontrair. Quando está todo lá dentro baixo a cabeça e mantenho o cuzinho bem empinado.

Ele fode-me o cu com gosto e embora até hoje nunca tenha tido um orgasmo anal, foi intenso e prazeroso para mim também.

Já percebendo que ele estava a rebentar digo-lhe

Vem-te no meu cuzinho, vem!

Ele descarrega o seu orgasmo em mim e eu sinto toda a eletricidade do seu orgasmo enquanto ele se deita sobre mim.

Ficamos na cama a recuperar a respiração e a dar mimo um ao outro.

2 a 2!

Continua…

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Gentleman – Parte I

Gosto quando as histórias nem sempre correm como esperado. Gosto de ser contrariada e depois recompensada. Tudo o que é demasiado fácil perde um pouco do encanto.
Já dizia o Giorgio

The girls are like a shadow.
If you follow them they flee.
If you flee they follow you

Foi assim com este Gentleman.
Fizemos crush, começámos a falar e só algum tempo depois e já com muita expectativa no ar combinámos almoçar. Ele despertou-me de imediato o interesse pois era refrescantemente diferente.

Mais velho, mais calmo e aparentemente menos player. Puxou mais por mim uma vez que senti que desta vez não me iria chegar mandar umas risadinhas ou picá-lo com as minhas fotos. Isso só por si não seria interessante para o cativar.

Almoçamos tranquilamente rodeados de gente e falámos de tudo e mais alguma coisa e quase que tive a sensação de estar numa audição, ele analisava tudo o que eu dizia e estava claramente a tentar traçar o meu perfil.

No fim quando nos despedimos com um beijo na cara senti uma enorme vontade de o agarrar pela mão e leva-lo até um quarto silencioso e raptá-lo por uma tarde. Ele manteve a sua postura inabalável.
Passado pouco tempo mandei-lhe uma mensagem sincera… tinha ficado cheia de vontade de foder com ele. Algo nele era desconcertante, no bom sentido.
Não tenho paciência para jogos e sou sempre sincera, se quero algo luto por ela.

Miúda… este vai-te dar luta. Como tu gostas

Uma sequência de imprevistos não permitiu um reencontro rapidamente, ora férias ora trabalho, os dias tornaram-se semanas mas a chama, essa continuava acesa. Falávamos do que queríamos fazer um com o outro, dos gostos e fantasias. O desafio recorrente que ele me fazia era

Aparece em minha casa que tenho o mel fresco no frigorífico à tua espera

Irresistível. Ele picava-me e eu retribuía. Gostava de saber que o deixava louco. Louco por mim, pelo meu corpo e tinha especial gosto em testar e perceber o em mim mexia com ele uma vez que por várias vezes me disse que era a primeira vez que estava numa situação destas.

Apesar da dificuldade de conciliação de agendas e períodos de férias ele avisa-me que regressa a casa no final da semana e que seria uma óptima oportunidade para nos vermos. A saudade e a tesão estavam ao rubro. Sentia que era mútuo.
Nessa semana não contei os dias… mas sim as horas para o encontro.

Iria sair do trabalho directamente para casa dele. Bom não era bem directamente, queria passar numa sex shop e comprar um brinquedo para nós, algo especial e uma novidade que seria só nossa.
Planeei o dia com cuidado e tudo correu como esperado, só teria um jantar com amigas mais tarde e por isso estava confortável com os compromissos.
À hora marcada estava a chegar à casa dele… num misto de nervosismo e excitação. Ele recebe-me à porta e beijámo-nos intensamente, já eram 7 da tarde mas o calor desse dia continuava infernal.

Ele encaminhou-me até à sala, onde nos esperavam 2 copos de vinho branco fresquinho com frutos vermelhos. Bliss!

Sentámos-nos no sofá e conversámos sobre as últimas semanas e como desejávamos estar juntos. Como tínhamos desejado aquele momento.
Ele confessou-me que tinham passado quase duas semanas em abstinência e que estava por isso bastante sensível às minhas provocações. Olhei descaradamente para as suas calças e a safada dentro de mim só pensava

Miúda! És tão gulosa! Vais tratar dele uma primeira vez para depois de libertada a tensão ele te foder até cair

Aproximo-me dele e ele puxa-me para o colo dele, onde me sento confortavelmente. Neste momento tive um flashback de sensações do passado. Ao tempo de adolescente pré-iniciação sexual onde ficávamos horas num ritual de “roça-roça” vestidos até ficarmos cansados ou magoados das calças de ganga.
No sofá vestidos, eu sentada em cima dele balançava-me simulando um cavalgar no seu colo. Sentia-o rijo e a nossa respiração era ofegante entre beijos.

Ele abriu-me os primeiros botões do vestido que era estilo túnica com botões na parte da frente que abriam facilmente na totalidade o vestido.
Beijou-me as mamas, lambuzando com vontade o peito até ao mamilo. Estavam rijos e muito excitados. Aprecio quando um homem se dedica de forma igual a todas as partes sexys da mulher e especialmente adoro ver uma boca sedenta e uns olhos fechados de prazer enquanto me devoram as mamas.
Paramos um pouco para recuperar fôlego e reparo num pequeno copo na mesa da sala, junto ao nosso vinho. Mel!

Lembraste-te

Exclamei com ar surpreendido

Miúda! O mel é novidade e este gentlemen uma caixinha de surpresas!

Estes pequenos detalhes eram extremamente envolventes e fizeram-me sentir especial naquele momento.
Sou bastante mais expressiva num texto do que cara a cara… Mas estava a apreciar cada momento e a rebentar de tesão pelo que ainda estava para vir.
Beijamos-mos e eu dou um saltinho lembrando-me que tenho um brinquedo para lhe mostrar, pois também já tínhamos falado disso, um pequeno vibrador com forma de golfinho que seria óptimo para ele massajar o clitóris.

Ao me inclinar para chegar à minha mala onde estava o brinquedo, sinto-o vir por trás de mim e deixei-me ficar. Ele levantou o meu vestido e afastou as minhas cuecas chegando com a sua língua fresca à minha cona ardente.

Que booom…

Disse num meio gemido.
Voltei-me para ele e após um beijo ele voltou para o sofá onde me esperava mas antes pediu para eu me despir.
Poisei o brinquedo na mesa e fiquei um pouco envergonhada pois confesso que num strip não é onde me sinto mais confortável.
Comecei a desapertar os botões que faltavam, tirei o soutien e após dar uma volta sobre mim mesma, deixei cair o vestido totalmente.

Fiquei de pé de saltos altos e cuecas em frente a ele. Avançei timidamente para os seus braços.
De volta ao sofá comecei a despi-lo passando propositadamente a minha mão pelo seu pau rijo.
Inclino-me para a frente e começo devagar a chupar e a sentir o seu relaxamento.
Ajeito-me de joelhos para conseguir chegar mais fundo e aumentado a cadência vou chupando com vontade, sempre consciente que a abstinência dele teria resultados rapidos se eu assim o quisesse.

Ele levanta-se e pega no copo com mel e verte sobre o seu pau já lambuzado enquanto eu o sigo com o olhar, verdadeiramente gulosa!
Aproxima-se então de mim e fica em pé à minha frente. Sentada no sofá a minha cabeça ficava à altura certa para me deliciar. E era tão bom como eu esperava, o sabor adocicado e a mistura de texturas com que eu brincava utilizando a minha lingua ora macia ora tesa. Chupei-o todo, até não haver vestígio de mel!

Continua…

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

A vida em tons de rosa

Ela acorda de manhã e salta da cama. Estes dias quentes não convidam a ficar debaixo dos lençóis.

Liga o rádio.

Vai rapidamente para a banheira, hoje é duche rápido de água fria… Vamos lá.

Ouve a música de fundo no rádio e balança as ancas enquanto a água começa a escorrer pelo corpo.

O mamilos ficam rijos e as mamas ficam ainda mais firmes. Ela toca-lhes e aprecia a sua beleza. Não podia ser mais orgulhosa das suas mamas, o gotejar torna-as extremamente apetecíveis.

Sorri com estes pensamentos.

Ela decide que é um bom dia para uma rápida esfoliação corporal. Nada mais sexy que uma pele macia. Esfregando o líquido rugoso e cheiroso pelo corpo sente a leveza que se vai instalando. O rabo e as coxas são alvo de especial atenção.

Ainda antes de terminar a rotina do duche pega na gilete e dá os últimos retoques na coninha. Gosta de se sentir macia e sempre pronta para aventuras inesperadas. Sente sempre a sua coninha a humedecer… quando o faz. 

Não rapa tudo, só quase tudo. Tem orgulho no seu visual cuidado. Não gosta de se ver com a cona totalmente sem nada, acha que fica demasiado infantil.

Interroga-se sempre se as outras mulheres sentem o mesmo… depilação dá tesão!

Ainda na banheira, ao agarrar a toalha macia contra o rosto ouve a musica que começa a dar os primeiros acordes e que reconhece imediatamente: 

La Vie en Rose, versão da Grace Jones …

Num salto enérgico sai da banheira e enrola-se na toalha enquanto abana os ombros.

Ela dirige-se ao espelho, faz umas caretas e começa a cantarolar.

Passa a toalha por todo o corpo para  absorver todas as gotas que ainda pingam no corpo enquanto dança.

Vai até ao quarto onde agarra o frasco de óleo hidratante e começa a aplicar, primeiro nas pernas, coxas, mamas e sem esquecer a coninha. Uma pequena massagem garante que a pele tonifica como ela gosta.

Nua e fresca vira-se para o closet para escolher o que vestir. 36 graus! Escolhe um vestido curto, decotado, fresco mas classy.

Hoje será um bom dia!

UM DIA NA VIDA DE UMA MASSAGISTA – PARTE II

Já volto, vou-me preparar!

Digo, enquanto me afasto até à ao hall de entrada do quarto. Comecei a despir-me escondida e a mostrar as peças que estava a tirar para depois as atirar para uma cadeira. O objetivo era fazer um tease e deixar-me confortável.

Dei um salto rápido na casa de banho para ver como estava. Perfeita e confiante!

Voltei até ao meu “cliente” levando já o frasco do óleo aromatizado comigo. Ele volta a dizer-me que estava muito sexy apenas de lingerie, meias de liga e sapato de salto alto. Dou uma volta para ele apreciar tudo, em especial o meu rabo que ele elogiava nas fotos que já tínhamos trocado.

Ele puxa-me para ele com os seus braços grandes e fortes e aperta-me o rabo. Sinto-me a relaxar.

Com um ar sério digo-lhe para ele se virar para baixo com as mãos junto ao corpo, para poder iniciar a minha massagem e salto para cima da cama.

Começo a verter um pouco de óleo e inicio o meu oficio, não sendo especialista tento dar sempre o meu melhor em tudo o que faço, e como ele era grande requeria alguma intensidade.

Enquanto estava debruçada as costas dele sinto a sua mão a afastar as minhas cuecas e tocar-me na cona molhada, e estava tão molhada! Eu massajava-o a ele e ele a mim, sem duvida excitante e maroto como gosto.

Saio da cama e digo-lhe para se virar para cima, para continuar a massagem, e aproveito para tirar as cuecas uma vez que só atrapalhavam. Fico apenas de corpete e meias.

Volto para cima dele e beijamo-nos demoradamente de forma intensa e molhada. Vou descendo e tiro-lhe os boxers para apreciar o que iria beijar e chupar dentro de segundos. Ele já estava rijo. Enfio-o bem na boca e olho para ele, sei que sou safada e tenho orgulho nisso.

Chupo-o com vontade e já estava bastante excitada, ele acaricia as minhas mamas rijas. Faz-me então sinal para eu me virar.

Nas nossas conversas tínhamos partilhado alguns gostos e o 69 era uma das posições preferidas e dadas as restrições que tínhamos devido à perna dele, era a forma perfeita de darmos prazer um ao outro em simultâneo.

Coloco-me em posição e enfio o caralho duro dele na boca novamente, enquanto ele se deliciava a lamber-me o cu primeiro e depois a cona. À medida que a loucura ia aumentado ele foi metendo também os dedos no meu cu, primeiro devagar, depois mais intensamente. Eu gemia e aproveitava a sensação de chupar enquanto me lambiam a cona e fodiam o cu com os dedos. É sem dúvida um grande intensificador e tive de parar de chupar enquanto senti um orgasmo a chegar.

As mulheres são multi tasking mas não assim tanto!

Eu estava a gostar das qualidades do cliente com a sua língua, por isso voltei-me para a frente e deixando-o deitado sentei-me sobre a boca dele para que ele me pudesse chupar à vontade. Estava bastante sensível já e a língua dele deixou-me louca.

Vamos meter o preservativo!

Disse já desejosa de ser penetrada.

Miúda agora vai começar o desafio! Tu gostas é que te fodam… e agora és tu que o vais foder!

Ele meteu o preservativo e deslizei para baixo e enfiei-o bem dentro de mim devagar, balancei-me em cima dele e senti os nossos corpos já suados a começar a ferver. Por vezes lembrava-me da sua perna e ia perguntando se ele estava ok.

Não desejava que a terapia o prejudicasse.

Mudamos de posição e eu virei-me para a frente, de costas sentada sobre ele e recostei-me enquanto ele me agarrava por trás e continuamos a sessão e enquanto eu saltava suavemente ele me tocava-me no clit com os dedos combinação que me fez vir.

Apesar da situação eu estava desejosa que ele me comesse por trás, uma das minhas posições preferidas é simplesmente ficar de 4, rabo empinado e ficar a sentir as investidas fortes e profundas.

Tentámos, ele levantou-se e eu fiquei de quatro sobre a cama enquanto ele , com uma perna dobrada sobre a cama e a outra esticada para fora da cama deu tudo o que tinha, mas não era fácil pois ficou esgotado e meio zonzo e teve de se voltar a deitar.

Achei que já tinha abusado do paciente e já estava satisfeita e por isso pergunto-lhe

Onde te queres vir? Boca?

Ele acena…

Tiramos o preservativo e chupo-o bem até finalmente terminarmos a sessão com ele a pulsar leite quente na minha boca. Engulo satisfeita enquanto o olho. Foi intenso e reconheço o esforço dele.

Bebemos alguma água e ficámos deitados na cama pequena, um para cada lado para arrefecer. Aproveitámos aquele momento de relax para nos acariciarmos e falarmos um pouco sobre nós, sobre a sua experiência na cidade e claro sobre um amigo em comum que tinha conhecido uns tempos antes, quais eram as probabilidades de 2 estrangeiros random se terem tornado grande amigos em Portugal e os 2 me terem conhecido em alturas diferentes e sem sabermos!

Ficou uma janela aberta para uma brincadeira a 3 se um dia eles voltarem à cidade

Ele era sem dúvida boa companhia, um bom vivant e despreocupado mas a sessão estava no fim. Levantei-me e fui tomar um duche para me preparar para regressar à minha outra vida.

Fui-me embora sentindo-me à altura do desafio e satisfeita… mas sem dúvida a amaldiçoar o raio do acidente pois este homem tinha potencial de fodão!

Call me if you’re back in town!

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Apollonia Saintclair®

Um dia na vida de uma massagista – Parte I

O belo, jovem e alto cavaleiro da Dinamarca ia regressar a Portugal após as festividades natalícias na terra natal e teríamos finalmente o nosso encontro.

As conversas eram picantes e promissoras apesar de o inglês ser por vezes uma barreira na dirty talk, pelo menos para mim. Mas parecíamos alinhados, ele gostava de dominar e de sexo mais duro e intenso assim como eu. Os filmes sujos rolavam na minha mente até porque ele era grande, bonito, com um excelente corpo e uma mente safada… Prometia.

A certa altura começo a desanimar e a estranhar o fato de ele não me estar a responder às investidas e quando finalmente conseguimos comunicar é que tomo conhecimento que algo terrível lhe tinha acontecido logo após chegar à cidade… Tinha sido atropelado, assaltado, deixado inconsciente largado à sua sorte, em plena baixa da cidade.

Ohh a sério? E agora, quando ficas bom?

Tento saber ainda com esperança de os meus planos de foder não irem por água abaixo.
Mas confirmou-se o pior dos cenários, tinha uma fratura grave na perna e o internamento ainda iria demorar algum tempo e após isso ele iria ter de ficar em pleno repouso horizontal e com a perna imobilizada com gesso.

Acredito no when there’s a will there’s a way por isso não seria este acidente que nos ia impedir de partilhar uma história positiva sobre a sua estadia em Portugal.
Sim, bebi o espirito de missão patriótica e pergunto-lhe:

Já fodeste com alguma portuguesa?

Ele responde que não e pensei

Lá está miúda! Vais entrar em ação e tornar a viagem do inferno numa boa recordação!

Mantivemos contacto diário durante o internamento, partilhando fotos e vídeos, o que apenas me abria ainda mais o apetite e a ele penso que ajudava no passar dos dias. Ele era adorável e com um corpo delicioso! Até umas fotos tiradas na maca de um hospital me faziam suspirar.

Entretanto chegou o dia em que ele se mudou para um aparthotel no centro da cidade a poucos minutos de mim. O cenário ideal para a fantasia que estava a planear na minha mente altamente imaginativa!
Seria a sua terapeuta! Partilhei com ele a minha ideia e rapidamente ele alinhou excitado dando contributos para o guião.

A minha visita profissional seria durante um período combinado previamente, eu iria avisar assim que entrasse no lobby do hotel para ele destrancar a porta do quarto e me indicar o número. Ele estaria deitado na cama nu e o quarto estaria pouco iluminado, apenas um ambiente de penumbra. Eu iria despir-me ficando apenas em ligerie sexy, levar um óleo de massagem cheiroso e fazer tudo o que ele me pedisse sem hesitar. No fim iria ser paga pela prestação do serviço e sair.

Conversamos algumas vezes sobre esta ideia até eu ganhar coragem e marcarmos o dia.

Miúda! Será que tens coragem de fazer algo assim? É tão excitante!

A adrenalina bombava no meu corpo e os dias demoravam a passar para os dois, o encontro seria já na penúltima semana dele em Portugal.

Chegou o dia D “Operação Dinamarca”! Toda a situação era extremamente divertida. Nesse dia vesti-me como normalmente mas por baixo usei um body cai-cai com ligas às quais prendi umas meias pertas elegantes. Coloquei também um colar justo tipo corrente em dourado. Seria este o visual que ele iria ver quando o estivesse a massajar.
Apanhei o táxi e rapidamente estava no lobby do hotel. Mandei mensagem como combinado

Cheguei

Dirigi-me aos elevadores envergonhada e sem conseguir olhar para o sr. da receção, não saberia o que dizer se me perguntassem.

O “cliente” respondeu rapidamente com uma mensagem indicando o andar e número do quarto onde me aguardava.
No elevador olhei-me ao espelho e ajeitei a roupa. Ria-me sozinha, estaria à beira da loucura? O nervosinho miudinho tem efeitos inesperados em mim mas que me fazem sentir viva. Muito viva.

Após chegar ao piso, caminho calmamente pelo corredor alcatifado e paro em frente à porta. Vejo que a porta está entreaberta e respiro fundo antes de a empurrar e entrar dentro do quarto.

O quarto tinha um pequeno hall de entrada que tinha de um lado a casa de banho e do outro uma pequena kitchenette, em frente via o fundo do quarto, apenas iluminado com a luz que entrava pelas persianas. A cama onde ele se encontrava não estava logo visível.

Neste momento tento entrar no papel mas não resisto a dizer um Hi e caminhar até ele. Poiso a minha mala numa cadeira e nervosa vou até ele. Ele estava com um boné e uns óculos de carnaval para se esconder, acho que estava ainda mais nervoso que eu.

Quando tira o chapéu e os óculos cumprimentamo-nos com dois beijos na cara. Ele estava deitado, com uma perna engessada mas percebia perfeitamente que era enorme, acima do 1.90 e mal cabia na cama de solteiro onde estava a repousar.

Ele elogia-me o visual executivo e eu digo que é como me visto no dia-a-dia. Tinha uma saia de napa e uma camisa original, e notei que ele aprovava. Fazemos uma conversa tipo “estado do tempo” até que decido encarnar na personagem, chega de desvios ao texto!

Já volto, vou-me preparar!

Continua

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Jogo de Damas – Parte II

Tenho noção que apenas se passaram breves momentos, mas pareceram-me uma eternidade.
Olhei mais uma vez para a plateia e a audiência senior estava fixada no filme, não iriam dar pelas minhas movimentações. Levantei-me deixando o casaco e a mala no banco.

Miúdaaaaaaaaaaaa

Gritava a minha voz interior.

Caminho lentamente até à cortina e espreito envergonhada, estava de facto bastante escuro e pouco via mais que um vulto de um homem, logo ele não veria o quão rosada eu estava, sentia-me a escaldar.

A cortina era de veludo grosso em tons de bordeaux e fazia um esconderijo perfeito naquele recanto da sala. A pouca luz que entrava por baixo da cortina era reconfortante mas insuficiente para um reconhecimento mas também já tinha passado essa fase.

Eu caminho até ele e rapidamente estamos a partilhar beijos intensos e molhados. Com a minha mão percorro a sua cara, pois ao estar privada de um sentido tinha que matar a curiosidade com outro, o tato.
Ele tinha uma barba macia e um cheiro agradável, não era muito alto pois ficava do meu tamanho com saltos e pareceu-me também um pouco nervoso, era uma loucura a dois.

Sussurra-me ao ouvido

Estou muito excitado, já estava a bater uma enquanto te via por isso não vou aguentar muito tempo.

Mordo o meu lábio de excitação e ajoelho-me para metê-lo bem rijo na minha boca. A cortina protegia-nos de sermos expostos mas não abafava os sons. Tentei ser silenciosa.
Chupo-o todo com gosto e muita tesão. Sentia-a entre as pernas pois como estava sem cuecas estava mesmo muito molhada.

Ele agarra-me a cabeça no clímax e vem-se intensamente na minha boca. Delicio-me com o momento e termino a chupá-lo suavemente.
Quando me levanto beijo-o e ele diz-me baixinho,

Vira-te putinha!

Encosta-me de frente com a parede enquanto enfia os dedos na minha cona molhada.
Penetra-me intensamentee rapidamente com os dedos e tenho que cerrar os lábios para não soltar qualquer gemido. O filme era bastante calmo e com algumas pausas nos diálogos, o que parecia amplificar todos os nossos sons, principalmente o som dos dedos a entrar na minha cona tão molhada, que de certeza estaria a ser ouvido.

Sei que ele me queria retribuir o prazer e o orgasmo mas eu estava a ficar obcecada com o fato de as velhas da plateia estarem a ouvir o que se estava a passar e isso de alguma forma constrangia-me. Aquele som dos dedos na cona parecia estar a ser ouvido até na sala ao lado!

Eu digo controlando a respiração e o tom de voz

É melhor pararmos, este barulho deve ouvir-se lá fora!

Eu viro-me e fico encostada de costas com a parede tentado ver mais uma vez como ele era, sem sucesso!
Ele fecha as calças e ajeita a roupa enquanto eu fecho a camisa e puxo a saia para baixo, tinha que me recompor.
Beija-me mais uma vez e diz-me

Espera um pouco depois de eu sair e depois sais, ok?

Assim fiz e após uns momentos ganhei coragem para sair de trás da cortina e voltar ao meu lugar, onde me sentei e fiquei a absorver a intensidade do momento.
O nervoso miudinho a acalmar aos poucos. Pela primeira vez tomei atenção ao filme e fiquei uns 15 minutos a assistir calmamente até me levantar discretamente e sair.

Enquanto me dirigia até à porta só esperava não me encontrar com a senhora dos bilhetes da entrada pois sair a meio de uma sessão é minimamente suspeito. Meio a medo avancei e assim que vi a costa livre quase que corri!
De sorriso estampado no rosto cheguei à rua e senti o sol na minha face.
Com sessões destas apanhavam-me mais vezes no cinema!