ALMOÇO NA CAMA – PARTE II

Recebo uma SMS a dizer “Elevador” e levanto-me num salto… estava nervosa! Digo a mim mesma “miúda… tu consegues, disfruta e deixa rolar!” Deixo a porta entreaberta e fico de pé junto à cama.

Ele entra no quarto e temos um breve momento de silêncio… ele olha-me intensa e fixamente nos olhos antes de me passar a mão na cintura e puxar-me para bem junto dele.

Não havia grande necessidade de trocarmos palavras, a nossa linguagem corporal fazia todo o trabalho.

Ao juntarmos os nossos corpos sinto a sua tesão e com a sua firmeza habitual passa da cintura e para o meu pescoço e beija-me enquanto me agarra com as duas mãos.

Sinto um imenso calor a subir pelo meu corpo mas deixo que seja ele a tomar a iniciativa.

Ele tira-me gentilmente a blusa e olha vagarosamente para o meu peito. Pergunto:

“Gostas? Comprei especialmente para ti!”

Ele estava surpreendido e passou várias vezes a palma da mão pelos meus bicos já excitados e rijos que saiam para fora. Foi só um toque ligeiro mas muito prazeroso.

Beija-me o peito todo e pescoço suavemente enquanto com as suas mãos procurava o fecho da minha saia.

“Eu ajudo…”

Afinal, multitasking não é para homens.

A minha saia cai e fico apenas de lingerie, meias de liga e sapatos altos em frente a ele. Sinto-o a devorar-me com os olhos.

Ele repara que há um espelho comprido numa parede do pequeno quarto e leva-me até à frente do espelho, vira-me de frente para ele e mantendo-se por trás de mim observa o espelho enquanto me toca. Rodo a cabeça e beijo-o enquanto ele me continua a percorrer.

Ele sussurra-me ao ouvido que tenho um corpo bonito e que adora todas as minhas imperfeições. Suspiro de forma audível… estava a adorar o mimo e a aproveitar cada momento.

Olhei para a cama e fiz-lhe sinal com um piscar de olhos… ela esperava por nós.

Sentei-me na beira da cama e reparo em algo que me tinha escapado aquando da sua chegada… ele trazia uma mala castanha, pequena, mas abriu-me a curiosidade:

“O que trazes aí?”

Perguntei e mordi o meu lábio nervosamente de seguida…

“Surpresas” diz ele.

“Vais gostar” e começa a despir-se.

Penso: Miúda! Tu sabias que esta era uma boa aposta… o que será…?!!

Disfarcei o meu nervosismo e curiosidade.

Ele despiu-se completamente enquanto eu fiquei a apreciar… ele era grande, moreno, já tinha estado em melhor forma, mas ainda era bastante firme e uma excelente visão.

Já sem roupa e claramente entusiasmado avança sobre mim e percorre o meu corpo com as suas mãos… olha para os meus sapatos e tira-os e de seguida despe as minhas pernas, retirando as meias devagar… sabendo que assim me tortura e eu gosto.

Passa a mão pelas minhas mamas rijas e depois desaperta o soutien. Sinto um arrepio bom. Sei o que vem a seguir… com as duas mãos puxa as minhas cuequinhas e eu dou aquele jeitinho levantando o rabo.

Fico completamente nua e deito-me sobre a cama. Ele segue-me.

Estou virada para cima e ele de lado junto a mim. Beija-me enquanto passa a mão na minha cona já molhada.

Diz finalmente que tem umas coisas para mim… e levanta-se até à mesa onde tinha ficado a sua mala e retira uma espécie de fitas.

“Posso?” Diz ele. Eu respondo com uma voz melosa

“Claro! O que me vais fazer?”

“Tu vais gostar” reafirma ele com segurança.

Deixo que ele me coloque as fitas, acedendo aos seus pedidos. A 1ª ponta da fita ficava no meu pulso e prendia com velcro e a outra ponta prendia no meu tornozelo também com o mesmo sistema.

Percebo qual o objetivo, desta forma ficava de barriga para cima, de joelhos dobrados e com as coxas afastadas… ele continua e coloca a fita exatamente da mesma forma no outro lado do meu corpo.

De seguida ele volta à sua mala e retira uma venda preta! A música da Banks embala-me e relaxa-me. Já desliguei de tudo o que complica e só quero disfrutar.

Ele coloca-me a venda e deixando de o ver, apenas posso sentir onde se encontra e imaginar o que está a fazer. Sabia que deveria haver mais qualquer coisa naquela mala.

Pressinto que ele se está a aproximar e de repente sinto o toque de um objeto fresco que começa a percorrer o meu corpo… parecia ser uma roda de metal com algumas saliências que me causava arrepios muito grandes e bastantes bons à medida que deslizava pelo meu corpo.

Este objeto tornava todo o meu corpo hipersensível, julgo que com o facto de estar sem visão os restantes sentidos estavam a ficar mais apurados.

Ele passou com o objeto maravilha (chama-se wartenberg wheel, pois claro que fui investigar!!) por várias áreas do meu corpo, contorci-me um pouco e disse-lhe que sabia mesmo muito bem… ele não me respondeu…

Afastou-se por uns momentos de mim e tentei com todo o meu esforço perceber o que estaria a fazer, oiço o barulho de um pacote a rasgar, percebo que é um preservativo… fico com imensa vontade de tirar a venda mas ainda não era hora.

Continua

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Almoço na cama – Parte I

Após algumas semanas de indecisão e enorme luta interna, decidi tomar a iniciativa.
Se por um lado não tínhamos outras alternativas viáveis a encontros com mais liberdade eu tinha que admitir que, no meu fundo, estava bastante entusiasmada com a perspetiva de um encontro furtivo num hotel.
Disse-lhe:

“Acho que vou então procurar hotéis aqui perto.”

Ele ficou louco e a partir desse momento só queria saber quando e onde! Saber que o tinha deixado nesse estado só pela expectativa alimentava e muito a minha motivação.
Iniciei a minha tarefa na internet e rapidamente encontrei um local que correspondia: era perto e tinha um ar razoável.
A fase seguinte era abordar o hotel para uma reserva à hora de almoço durante um par de horas – esta situação gritava sexo casual por isso inventei uma história:

“Uma surpresa de aniversário para o meu companheiro…”

Mais tarde apercebi-me que tinha sido totalmente desnecessário a preocupação com uma história credível. O rapaz da receção pareceu bastante à vontade o que me leva a crer que este tipo de “reservas” é comum. O mundo afinal não é tão cinzento como parece. Esta solidariedade anónima na libertinagem… tem a sua graça e não consegui evitar um sorriso.

Como a data do encontro se ia aproximando falávamos mais dos nossos gostos… Ele queria saber como me poderia agradar e eu queria ter uma antevisão do que me esperava.
Nós mulheres somos assim… Dizemos que queremos ser surpreendidas, mas depois não adbicamos do controlo da situação… um bocadinho tem de ficar sempre nas nossas mãos, nem que seja ter o controlo sobre o controlo de que vamos abdicar.

A nossa breve história já tinha uns episódios interessantes, encontros em jardins, em salas desertas no escritório e até no carro numa certa noite quente. Mas seria uma primeira vez neste enquadramento de total privacidade, num quarto de hotel à hora de almoço de um dia de trabalho…

À medida que ele me colocava questões ou puxava temas, eu ia formando a minha personagem nesta aventura.
Sim, ia testar limites e sair da minha zona de conforto e este tipo parecia-me o ideal.
Mais velho, respeitador, muito calmo, extremamente inteligente e com uma enorme tesão por mim.
Pensei “miúda, agora sim, vais descobrir o que gostas”.

Entusiasmada com a situação, comprei uma lingerie nova provocante e disse-lhe que tinha uma surpresa para ele… Ele perguntou se era kinky, eu deixei a resposta no ar. Ele afirmou que também tinha surpresas para mim.
Se era kinky ao nível dele não sei… O soutien era atrevido, apenas cobria a parte de baixo da mama e tinha uma fita de renda sobre o mamilo.
O efeito era lindo pois parecia que elas estavam a transbordar e quando eu estava excitada melhor ainda, os bicos rijos ficavam muito bem por baixo de uma renda suave.
Para tornar a coisa mais picante tinha uns elásticos que cruzavam no centro do peito, fazendo um enquadramento perfeito.
As cuecas eram simples: renda preta transparente. A luz da ribalta tinha que ser para o meu peito espartilhado.
Sentia-me super sexy.

No dia “x” à hora “y” meti-me a caminho, cheguei à receção do hotel e o jovem que me atendeu era o mesmo com quem tinha falado ao telefone… Relaxei… Fiz o check in, entreguei a minha documentação (a medo) e paguei em dinheiro.
Ele indicou-me o número do quarto e eu já sem um pingo de vergonha digo que espero uma pessoa.
No elevador mando uma SMS ao parceiro do crime a indicar o nº. do quarto.

Ainda sem acreditar que tinha ganho coragem para estar ali, entro no quarto e fecho a porta. Pouso a minha mala no toucador, tiro a escova e aliso o meu cabelo enquanto me olho no espelho… Safada!
Ligo a música no telemóvel… Escolhi o novo álbum da Banks para a ocasião.
Sento-me na cama e aguardo… Minutos que parecem horas…

Continua

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

 

À NOITE NO CARRO… PARTE III

Encosto-me para trás satisfeita e ele fica a olhar profundamente para mim… passando as pontas dos dedos pelos meus braços, seios, barriga, pernas e novamente na minha cona molhada e latejante!

Volta novamente a foder-me com os seus dedos e eu a delirar com tudo aquilo!

Estava a ser uma novidade! Ele só se queria dedicar a mim, a dar-me prazer e parecia totalmente indiferente ao facto de estar sem uma ereção no meio de uma loucura como aquela.

Já a sentir a exaustão dos orgasmos a tomar conta de mim viro-me para baixo e decido que se há pouco ele tinha endurecido na minha boca… tinha possibilidades de retribuir o prazer! Parecia-me estranho eu estar a gozar e ele apenas a participar sem ter um final feliz!

Meter uma pila pouco tesa na boca não é a coisa mais agradável… mas senti-la a ficar rija e grossa já valia o esforço. E de facto assim se manteve! Tiro-a da boca para a olhar… era boa e bonita e finalmente rija! Sem me demorar volto à ação até o sentir a tremer!

 “Vou-me vir! Vou-me vir!” – diz ele.

E eu continuo a chupar delicadamente. Ele volta à carga! E toca-me nas costas! Finalmente percebo a razão do alerta… Eu levanto a cabeça e digo:

“Vem-te para a minha boca!”

E retomo a carícia agora também ficando mais pela cabeça e batendo por baixo. Oiço-o gemer e finalmente sinto um calor na minha boca! E ele diz:

“ Tu és tão boa!”

E que prazer me dá ouvir isto. Levanto a cabeça e encosto-me no colo dele… sinto a sua respiração e o seu coração a bater. Ficamos em silêncio… ele beija-me… o que me agrada! É o selo perfeito.

Com as janelas do carro abertas sentimos a brisa da noite a entrar, a lua brilha lá no alto… lembro-me das horas… está na hora da Cinderela!

“Leva-me até casa, quero ir tomar um duche e relaxar.” – digo

Seguimos até casa em silêncio… a minha cabeça ia a processar tudo o que se tinha passado. Ele com a mão na minha perna, sentia-o a olhar para mim.

Caramba foi bom! Diferente e espantosamente bom!

 

The end

À NOITE NO CARRO… PARTE II

Os bancos da frente não são os ideais, por isso, sugiro irmos para os de trás, nisto sentimos o clarão dos faróis de um carro a aproximar-se… este tipo de iluminação será nossa companheira para o resto do encontro e a cada novo flash a nossa indiferença aumenta. No final de contas, estamos todos ali para o mesmo e provavelmente em situações semelhantes.

Já no banco de trás, o gelo ainda não está totalmente quebrado, eu estou encostada num lado do banco e ele no outro… sinto que ele não sabe bem como avançar… dizemos trivialidades e o meu riso começa a ficar nervoso. Já não só por mim mas pela situação em si…

“Estão a passar-se minutos… Então isto avança ou não?” – penso

Ele faz-me uma carícia na cara e passa a mão pelo meu pescoço… já sabe desse meu soft spot, e agarra-me pela cintura, puxando-me para junto dele.

Deixo-me ir.

A noite já estava, de facto, quente mas neste momento já sentia o calor em todas as partes do meu corpo. Decido tomar alguma iniciativa e subo para o colo dele. Coloco as minhas mãos à volta da sua cabeça e beijo-o prolongadamente enquanto me encosto propositadamente como que a simular que o estou a montar só para sentir que a pila dele estava bem acordada.

Senti a pila dele a ficar rija e isso entusiasmou-me!

O vestido foi cuidadosamente escolhido para se ajustar a espaços com pouca manobra: Prendia com uma alça ao pescoço e, numa peça única, a saía era um largo pano que traçava e apertava lateralmente num laço. Desta forma, estava garantido que não iria ter posições nem situações desconfortáveis enquanto em despia. Com um simples movimento de subida da saia poderia ficar com a minha cona totalmente disponível… essa vulnerabilidade é excitante.

As carícias e o encosto, agora já mais intenso, continuaram até que num impulso desato a alça do vestido no pescoço e faço-o descer ficando apenas com o soutien bem junto à boca dele.

Aí sim, ele puxa a última barreira entre os lábios dele e os meus mamilos e sem hesitação agarra-me as mamas com as duas mãos enquanto as vai devorando, oram lambendo, ora chupando com força, ora mordendo…

Afasto-me repentinamente e inclino-me para trás. O luar ilumina-me os bicos já bem rijos e olho para ele, para o sentir sedento de as voltar a beijar. Rio-me! Este poder de enfeitiçar é um dos maiores afrodisíacos…

Saio de cima dele e já apenas com o vestido pela cintura inclino-me na ponta oposta do banco com as pernas afastadas, agora quero que seja ele a vir ter comigo. Sinto-o vidrado em mim e a avançar as suas mãos fortes por entre as minhas pernas até que finalmente chega à minha cona!

Aquele arrepio percorre o meu corpo todo e contraio-me com prazer, penetração é sem dúvida o que me leva ao topo e nisso estava agradavelmente surpreendida com o toque e forma como me penetra com os dedos.

Primeiro mete um dedo e após algumas carícias mete mais um…sempre com uma intensidade deliciosa que me estava a deixar toda molhada. Os preliminares estavam a ser ótimos. Mudamos de posição, ele puxa-me para o colo dele enquanto me abraça com força.

Nesse momento, decidida a retribuir as carícias eis que reparo … não havia atividade! A pila estava completamente inerte! Mole! Contudo ele não parecia incomodado com a situação… muito intrigante!

Penso: “Miúda! O que se está a passar? Perdeste o teu mojo?? “

Voltei a agarra-me a ele e beijo-o intensamente, enquanto ele continua a brincar com os seus dedos na minha cona… sinto os maxilares dele a estalar e não tenho qualquer dúvida que ele está super excitado!

Neste momento decido ser egoísta e disfrutar porque ele sabe definitivamente o que está a fazer! Venho-me e em delírio digo:

“Quero sentir-te dentro de mim!”

É o tudo ou nada! Agarro na sua pila mole e meto-a na boca. Sei as minhas qualidades, bolas, se há pessoa capaz de um CPR genital sou eu!

Resultou!!

“Como mulher prevenida, vale por dois” digo-lhe que tenho um preservativo que retiro imediatamente da mala, com ansiedade pergunto-lhe se quer que o ajude a colocar.

Noto imediatamente que ele fica encavacado… num espaço de tempo que me pareceu uma eternidade, ele lá abre o pacote e depois agarra no preservativo pelo lado contrário enquanto eu vejo a minha obra a murchar!!

Enquanto ele luta consigo próprio para colocar o dito… eu vejo que isso não vai acontecer… para além de já estar a perder o fulgor, o próprio preservativo acaba desenrolado e inutilizado… Ele diz que não tem jeito para aquilo que já não usa há muitos anos blá blá blá…

Abraça-me e aperta-me junto ao peito dele como que dizendo, sem dizer: “Está tudo bem e não vai acontecer nada”. Confirma-se, diz finalmente que, para ele, a penetração não é o mais importante e que teremos outras oportunidades, retomando as carícias maravilhosas à minha cona ainda molhada.

Penso: – “Caramba és bom nisto! Não pares! Vou-me vir outra vez!”

Continua

À noite no carro… PARTE I

Finalmente cedi ao convite para um encontro num sítio escuro… que não era um poço – private joke – mas sim um local com suficiente privacidade para uma sessão de sexo sem receios.

As horas disponíveis estavam contadas e o nervosismo tomou conta de mim… Nem jantei… Mas também não tinha apetite, apenas calafrios pelo corpo.

Confesso que estava ansiosa pois a 1ª vez com um novo parceiro traz sempre à tona algumas inseguranças bem como a sensação de salto para o desconhecido…

“E se o sexo for mau?”

Tomo um duche rápido e olho-me ao espelho – “Vamos a isso miúda, tu queres saber a resposta a essa questão!”

Chegada à hora, recebo o sinal e desço até à rua onde o encontro à minha espera, dentro do carro. Entro e arrancamos.

Ele não aparenta o mesmo estado que eu, mas também os homens têm o sangue a outra temperatura… Faz-me um elogio pelo vestido que trouxe e ambos comentamos que está uma noite anormalmente quente para Outubro.

Ele sente-me tensa e acha que estou com dúvidas:

“Não tem que acontecer nada…” – diz

– “Yeah right! Vamos só ver as estrelas” – penso sarcástica – “E para onde vamos?”

Estou fora do circuito de sexo no carro há uns bons anos e, de facto, os sítios do antigamente estão transformados e perderam o apelo a este tipo de atividades. Ele sossega-me… diz que tem em mente um sítio mas ressalva que é só por lá passar durante o dia, que não tem por hábito ir lá de noite…

-“Yeah right! Gostas de passear nos descampados durante o dia” – penso outra vez.

Respiro fundo e remexo-me várias vezes no banco… ele coloca a mão entre as minhas pernas, apertando suavemente, eu coloco a minha mão sobre a dele e olho-o fixamente. Penso que é agora ou nunca… que a tesão já está cá, e que já me imagino inclinada sobre ele. Está na hora de o sentir rijo entre os meus lábios.

Bolas! O tal sítio tem um circo montado, com todos os adereços, animais e pessoas…Como já não pondero voltar para casa sem descobrir o que ele tem para me dar, pensamos rápido e decidimos explorar uma zona próxima com potencial… Parece que sexo no banco de trás do carro nunca vai ser démodé… e não vai valer a pena continuarmos a gastar o nosso tempo em busca do sítio ideal.

 “Ficamos aqui!” – digo-lhe.

Entretanto sinto que falta algo… Não tínhamos o rádio ligado! Aqueles minutos de viagem em silêncio estavam a ser tão intensos que nem me apercebi que estava sem música no carro mas agora estava a precisar daquele ice breaker que é uma boa música.

Peço-lhe para ligar o rádio numa estação qualquer cool e como resposta oiço… entre um tom algo embaraçado:

“Este é o carro da minha mulher… não sei ligar o radio!”

Naquele instante minha cabeça volta ao momento de auto motivação em frente ao espelho e só penso:

– “Como assim não sabes ligar o radio do carro da tua mulher?!! Calma miúda! Ignora este turn-off porque tu queres mesmo saber a resposta à pergunta!”

 

Continua…

Apollonia Saintclair®

A minha 1ª vez

Ainda bem sem saber o que “isto” é ou se será alguma coisa, estou a publicar o meu 1º post.

Sobre o que “isto” é… acho que não tenho ainda um conceito muito definido e conto que com o tempo lá vá chegar ou até “isto” se vá transformar em algo totalmente diferente

Quero falar sobre sexo, sobre as coisas boas, sobre as aventuras, fantasias e tudo o que esteja ligado na minha cabeça.

Com uma liguagem e postura de abertura irei contar histórias reais e ficcionais que espero serem interessantes para quem as lê.

Veremos… há sempre uma primeira vez para tudo!

Créditos das ilustrações à grande Apollonia Saintclair
Créditos dos Gifs e outras imagens ou vídeos aos seus autores do Tumblr, Youtube ou Vimeo.

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