Menina mimada – Parte II

Eu sentia as pernas meio bambas e estava muito satisfeita com o decorrer da noite até ao momento.
Entrámos no quarto que eu já conhecia de outras aventuras e oiço-o dizer-lhe

Sabes o que é que esta putinha adora?

E olha para mim para eu dizer em voz alta.
A partilha dos meus fetishes naquele contexto é desafiante, encho o peito e digo orgulhosa

De me ver ao espelho enquanto me fodem

E dou uma risada nervosa.
Ele diz-me para eu me deitar, com a cabeça para os pés da cama, enquanto ela se coloca de gatas sobre mim com o rabo espetado para ele que se mantinha de pé junto à cama.
O meu ponto de vista era a sua bela cona que não resisti a lamber mais um pouco antes de ele a penetrar com o seu caralho rijo.

Deixei-me ficar com a cabeça na cama a ver a forma como ele entrava dentro dela, salivando involuntariamente.
Eu tinha as minhas mãos nas pernas dela e ouvi-los respirar com a cadência da penetração deixou-me a escorrer.
A minha boca estava entreaberta e cheia de vontade de ser preenchida e era essa mesmo a ideia dele, retirou o caralho com sabor da cona dela e enfiou-o na minha boca.

A posição era a ideal para deep troat e após o enfiar bem fundo na minha boca voltou a entrar dentro dela com intensidade. Ela gemia baixinho e eu olhei para o espelho para nos ver. Deliciosos.
A cada vez que ele a penetrava eu deixava a boca aberta à espera da minha vez.
Ela inclina-se mais para a frente e massaja-me a cona com as suas mãos enluvadas e muda de posição para me retribuir os beijos na cona. Sinto-o a aproximar-se da minha boca e a beijar-me com a língua bem molhada.
Estes mimos derretem-me.

Sou uma menina mimada, confesso, e a atenção deixa-me em êxtase. Olho-me ao espelho e suspiro de satisfação olhando sedenta para eles os dois.
Enquanto troco carinhos com ele, ela coloca o strap-on elegante. Vendo-a a sair da cama para ficar de pé, rebolo o meu corpo e coloco-me de gatas sobre a cama, rabo bem empinado a ansiar o momento em que ela me iria foder.
Ela agarra as minhas ancas generosas e penetra-me, vai entrando e saindo dentro de mim enquanto me dá umas palmadas suaves no rabo.

Anda gatinha, mais! Geme mais alto

Nisto olhando para o espelho, vejo-o a penetra-la também. Os três encaixados era uma visão de tesão. Eu começo a atirar a minha anca para trás com mais força, sentindo todo o dildo, preso no cinto, dentro de mim. Eles acompanhavam os movimentos da gatinha que ronronava de tesão.

Assim como gosto de me ver com cara de tesão, observei-os, ela silenciosa e com a boca entreaberta só dava uns gemidos quando ele a penetrava com mais força e ele com um ar tranquilo e observador mas bastante satisfeito, com um belo sorriso nos seus lábios.
Parámos um pouco para recuperar o folgo, beber uma água e arrefecer. Eu deixo-me ficar esticada na cama até ele me chamar para me sentar no colo dele e abre-me as pernas.
Também com luvas de cabedal justas começa a massajar com força a minha cona e o meu clitóris, num misto de ardor e prazer contorço-me e fecho as pernas.
Ele diz

Abre as pernas e verás que é melhor

Obedeço e a eletricidade começa a circular intensamente por todo o meu corpo e jorro um belo orgasmo enquanto o aperto com força. Ela regressa entretanto ao quarto e ele diz em tom de brincadeira mas claramente orgulhoso.

Olha o que ela fez! Sujou-me o chão todo!

Sim, o orgasmo brutal tinha vindo acompanhado de squirt.
Caída na cama, relaxada e feliz oiço-o dizer, vamos comer gelado? Apetecia-me sem dúvida algo fresco.

Continua…
Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Menina mimada – Parte I

Ele: Esta noite não és tu que vem cá a casa
Ele: É uma puta a sério
Ele: Como se chama ela?
Eu: Hmmm não sei… como me queres chamar?
Eu: Talvez… Jéssica? Ou Bianca?
Ele: Escolhe tu
Ele: Mas hoje não quero uma puta fina
Eu: Não? Então… queres me vulgar?
Ele: E pronta para tudo

E assim o nervoso miudinho começou a instalar-se no meu corpo trazendo pela mão as borboletas na barriga e a obsessão pela chegada do momento.
Não saber o que me espera exactamente mas confiar que com a pessoa certa apenas me posso deixar levar é um privilégio.

Este momento foi sendo construído ao logo de uma semana. A roupa foi escolhida e aprovada com antecedência e a maquilhagem preparada. Partilhamos o gosto pelos preparativos, pelos detalhes e pela construção de um verdadeiro cenário erótico estimulante – o verdadeiro fuck my brain antes de me foderes o resto do corpo.

Chego a casa dele, o nosso antro de devassidão, e o abraço envolvente e caloroso na chegada seguido de um beijo molhado acalmou a minha ansiedade libertando-me para o que importa, uma bela noite de prazer e desafios.
Dirigi-me à casa de banho para terminar alguns detalhes e oiço a campainha da porta a tocar. Sim, suspeitava desde o início que este desafio sensual não seria um one on one, teríamos companhia e após algumas pistas deixadas durante a semana tinha os meus palpites que imediatamente fizeram disparar o meu coração.
Ele olha para mim com o seu sorriso maroto de quem está a adorar e diz-me:

Acho que estamos com um problema de timings, ficas aqui que já te venho chamar.

Damn miúda! It’s real!

Olho para o espelho e continuo a retocar a minha makeup. Queria ter os olhos bem carregados com um esfumado escuro e os lábios bem carnudos e vermelhos, estava-me a aventurar neste género mas sou habilidosa.
Apuro o meu ouvido e oiço alguns murmúrios indefinidos e uns passos com saltos… a minha suspeita estava certa, uma mulher!
Continuo a tratar de mim e a olhar com gosto a minha silhueta esculpida.
Tinha escolhido usar um bodysuit de renda com uma conveniente abertura entre as pernas, um espartilho lindo e uma saia lápis travada e sapatos bem altos, tudo em preto.
Quando ele vem ter comigo novamente digo-lhe dengosa, que preciso da ajuda dele para apertar o espartilho para moldar ainda mais a minha cintura e acentuar as minhas curvas.

Encosta-te na bancada e fica direita, é mais fácil

Diz ele. Olho no espelho e acho-me deliciosa. Lembro-me da surpresa que me aguarda enquanto ele me diz

Deixa-me orgulhoso putinha linda

Abre a porta da casa de banho, o meu esconderijo até à hora certa, e tento espreitar pois estava já consumida de curiosidade.
Nesse momento sinto-me a ficar vermelha da cabeça aos pés pois eu sou de facto tímida, pelo menos até quebrar o gelo.
Olhando por cima do ombro dele vejo-a na sala, em pé, vestida de preto, com uma silhueta cintada por um belo espartilho, sobre uma blusa comprida solta sobre o peito empinado e curta, cobrindo o rabo. A minha atenção focou-se imediatamente nas botas pretas, com um salto elegante e que subiam até meio da coxa.

Embora mais baixa do de eu, a presença era forte e recebeu-me com um sorriso.
Ele apresentou-a e eu segui a deixa e disse meio hesitante

Sou a Bianca!

Decidi no momento o meu nome para aquela noite, soltei um risinho nervoso e revelei que tinha estado indecisa até ao momento sobre o nome ideal e quais as opções que estavam sobre a mesa… Jéssica ou Bianca.
Ela elogiou a minha escolha.

Sim, Bianca és mais tu.

Neste momento estavamos os 3 de pé no centro da sala e eu sentia-me confiante, linda e muito quente, a aguardar as indicações deles entrando no meu papel de putinha obediente.
O meu nervosismo era evidente, mas também era esse o objectivo final, retirar-me do meu conforto e proporcionar-me uma nova experiência com uma mulher segura, madura e atraente.
Senti o corpo dele atrás de mim e com os meus braços para trás agarrei-o nas coxas, fechei os olhos e descontraí.
Fechar os olhos e deixar-me levar torna-se mais fácil pois consigo focar-me nos restantes sentidos ultrapassar a timidez e relaxar.
Sinto-a à minha frente quando ele afasta o decote do meu body, deixando as minhas mamas rijas expostas para ela explorar. Sinto o aroma a pele das luvas dela e comento que gosto muito de sentir cabedal na minha pele e ela dá-me a cheirar as luvas.

São novas, a estrear contigo, és uma sortuda!

Diz-me ele.
Fico extremamente satisfeita e abro os olhos para a ver. Eles olhavam um para o outro satisfeitos e massajavam as minhas mamas em simultâneo.
Eu suspirava e apertava as coxas dele com mais força.

Ela é tímida é?

Perguntou ela
Eu respondo que sou bastante, apesar de tudo o que já fiz e vivi, a timidez é algo que nunca me largou e acho um excelente sinal. Faz-me sentir viva e assim tudo vale a pena.
Ele sabendo-me tensa puxa por mim

Diz-lhe lá o que tu gostas mesmo de fazer!

Eu mordo o meu lábio e após ganhar coragem digo…

Chupar! Adoro chupar.
Linda menina!

Agora mete-te de joelhos e gatinha até à porta, quero que ela tenha esta visão.

Obedientemente coloco-me de gatas e gatinho lentamente até à porta, bamboleando o meu rabo grande, sinto-os com os olhos cravados em mim e fico orgulhosa.
Volto e ele ajuda-me a levantar.

Essa saia não sai?

Pergunta ela.

Sai sim, temos de a puxar por baixo.

Falavam um com um outro descontraidamente, eu estava ali para eles e agora já totalmente exposta, sinto a boca dela perto da minha e tocamos os nossos lábios suavemente enquanto ela me massaja as mamas.
Ele diz que tem uma surpresa para ela e leva-me até ao WC onde eu visto pela primeira vez o meu hoodie de renda apenas com abertura na boca.
De facto estar “escondida” sob o tecido libertou-me completamente e quando voltamos vejo-a sentada no cadeirão da sala, com as pernas abertas.

Ele diz para eu me meter de joelhos em frente dela. O vestido tinha subido e através das collants abertas entre as pernas vi a cona dela, delicada e totalmente rapada. Confesso que estava com um ar extremamente apetitoso.
Ela puxa o meu queixo para cima e diz-me numa voz suave e melosa

Ahh ela é maravilhosa, até ronrona… é uma gatinha. Anda Kitty!

Coloca uma coleira de cabedal no meu pescoço pedindo-lhe ajuda para ele fechar a fivela na parte de trás.
Eu rebolo o meu corpo de satisfação. Ela volta a puxar-me para ela e beija-me os lábios com a língua molhada e pede a minha língua.

Não sejas tímida com a língua.

Os beijos eram suaves e muito molhados e fui ficando mais audaciosa na forma como envolvíamos as nossas línguas.
Sentia que ele nos observava com toda a atenção do mundo e que provavelmente estaria desejoso de me ver lamber a sua amiga. Eu já estava pronta.
De beijar a boca a lamber a cona dela bastou um incentivo dele e um jeito dela para que mais facilmente conseguisse chegar aos seus lábios da cona.

Ela estava molhada e era saborosa. Como putinha dedicada que sou, entreguei-me à tarefa tentando replicar nela aquilo que gosto que me façam a mim, muita língua e chupões.
Ele exclama

Acho que tens jeito! Ela está com cara de que está a gostar muito.

Isso motivou-me para me dedicar ainda mais a lambê-la com vontade. Ele pergunta-lhe se ela gosta e percebo que ela demonstra agrado pela expressão facial quando espreito para cima curiosa.

Miúda, ter uma cona ajuda.

Pensei para mim.
Enquanto me dedico a chupá-la sinto as movimentações dele e após a expectativa anunciada ele penetra de uma só vez e fundo o seu caralho rijo na minha cona.
Não consigo continuar a lamber com o prazer da primeira penetração e gemo enquanto ele me fode com intensidade.
Ele comenta divertido

Não é para parares!

Eu volto a lambê-la bem. Tinha uns lábios bons e percorri-a de cima a baixo sentindo o clitóris rijo e a entrada da cona molhada.
Por vezes a penetração obrigava-me a gemer e a parar! Que delícia! Senti-a a contorcer-se também. Estava orgulhosa de mim.
Vamos para a cama, diz ele, eu ainda dou mais umas lambidelas boas e levanto-me.
Beijo-a na boca e depois viro-me para ele para o beijar também.
Seguimos os 3 até ao quarto.

Contínua…
Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com