O QUE ME DÁ TESÃO…#42

Sexta-feira no escritório.
A tarde será livre de reuniões, coisa rara, olho para a cidade que continua a correr em ritmo frenético, o céu azul e o sol brilhante.

Fecho os olhos por breves momentos, passo a língua para humedecer os lábios e inconscientemente dou por mim a morder levemente o lábio e a salivar…

All i want right now is…

Take me for a drive

O convite para jantar veio com instruções detalhadas, saia justa, casaco e luvas de pele, sapatos pretos com tachas metálicas e salto fino e cuecas reduzidas para deixar a cona e o cu acessíveis.

Claro que fiquei logo entusiasmada com o desafio e alinhei sem hesitar.

Combinada a hora e o local do encontro estava pronta mas ainda não fazia ideia do destino e sendo honesta, também não era importante.

A adrenalina vem também de me entregar a aventuras e ele sabendo disso fazia por me estimular.

Entro no carro e arrancamos para o nosso destino, ele estava também vestido de leather esbanjando ares de macho.

As luvas de pele que tanto aprecio nele deixam-me excitada com o pensamento de as sentir em mim, de as cheirar e apreciar.

Enquanto rolamos calmamente para fora da cidade apertamos as mãos com força, gosto deste toque e sinto-me a corar.

Sabia que haveria uma surpresa e ansiava por ela.

Saímos da estrada em direcção a uma estação de serviço e percebo que estamos à procura de uma zona menos movimentada para uma paragem estratégica.

E por trás de uma zona de lavagens auto, encerrada aquelas horas, paramos o carro. Vemos carros a passar a espaços mas sentimo-nos fora do radar para quem está de passagem em direcção à estrada principal.

Saímos do carro e encostados à minha porta beijamos-nos e ele diz para me inclinar para dentro do carro, deixando o cu de fora e bem empinado.

Fecha os olhos

Diz ele ao meu ouvido.

E assim faço, coloco-me de gatas no banco do carro, com o rabo espetado e já a sentir calor na minha cona.

Claro que esta posição aliada à expectativa do que me esperava me deixou molhada.

Ouvia-o a mexer em coisas e soltava risinhos nervosos. Gosto segurança que a sua postura me transmite.

Abanava o meu rabo levemente demostrando que estava bem disponível para a play que me esperava.

Por fim ele dá como terminados os preparativos e puxa a saia para cima. As cuecas eram mínimas e atrás nada mais que um mero fio entre as nadegas, fácil de afastar.

Ele lambe-me o cu e cona de uma passagem, fresca deixando-me com vontade de mais.

Depois com os dedos enluvados massagem o meu cu para o descontrair e quando me sente pronta penetra-me com um dildo!

Sinto o arrepio e o meu cu a relaxar! De seguida penetra-me a cona com um outro dildo, um que tinha também uns tomates, sentia-os nos lábios da cona!

Ele inclina-se sobre mim e diz

A putinha gosta de estar toda preenchida não é?

Eu rio-me e viro-me para o beijar, nisto passa um carro devagar, será que nos viram? A ideia não só não me incomoda como me diverte. Senti-me devassa, com um dildo enfiado no cu e outro na cona no meio de uma estação de serviço a horas do jantar.

Ele tinha pensado noutro detalhe, tirou um rolo de tape preta e disse-me que quer garantir que eles ficam no lugar durante a viagem.

E empurra-os bem nos buracos para depois os colar com a grossa fita cola, de uma nádega até à outra.

Terminado o serviço, volta a puxar a saia para o lugar e beija-me demoradamente enquanto eu dengosa retribuo os carinhos.

Passa-me pela cabeça que ia gostar de ser fodida com força naquele momento.

Voltamos ao carro e eu ajusto-me no banco, a cada movimento sentia prazer.

Queria muito retribuir e olho para ele com olhos de quem o quer chupar… ele sabe bem como eu gosto e põe-se a jeito, abrindo as calças.

Eu inclino-me para o lado e começo a lambê-lo suavemente, como quem beija. Gosto de sentir um caralho a ficar rijo na minha boca é mãos. E não tem de ser depressa, sentir o pulsar suave enquanto o envio até à garganta é maravilhoso.

Começo a chupar o seu caralho agora rijo, com vontade e por momentos viro a cara para ele é olho-o nos olhos. O cúmulo da tesão e muitas vezes um simples olhar.

Dedico-me a chupa-lo com intensidade enquanto ele conduz, sinto ainda cona e cu a latejar e vou-me ajeitando! Estou a ser preenchida em todos os buracos! Cona, cu e boca!

Nem damos pelo tempo passar, estamos a chegar ao destino!

Levanto-me e beijo-o rapidamente, encosto-me no banco e aperto as coxas enquanto suspiro!

Que bela surpresa!

Paramos o carro no restaurante e saímos, eu digo que é melhor tirar isto pois assim não sei se consigo jantar e ele ri-se!

Tirando a fita cola e depois os diodos ele mostra-me o que tinha usado em mim! 2 dildos com um tamanho bem interessante!

Vê bem o tamanho deles! E não te custou nada!

Rimos e após arrumar os adereços damos um abraço forte, entrelaçamos as mãos enluvadas e vamos jantar como um casal quase banal!

If only they know….

Menina mimada – Parte I

Ele: Esta noite não és tu que vem cá a casa
Ele: É uma puta a sério
Ele: Como se chama ela?
Eu: Hmmm não sei… como me queres chamar?
Eu: Talvez… Jéssica? Ou Bianca?
Ele: Escolhe tu
Ele: Mas hoje não quero uma puta fina
Eu: Não? Então… queres me vulgar?
Ele: E pronta para tudo

E assim o nervoso miudinho começou a instalar-se no meu corpo trazendo pela mão as borboletas na barriga e a obsessão pela chegada do momento.
Não saber o que me espera exactamente mas confiar que com a pessoa certa apenas me posso deixar levar é um privilégio.

Este momento foi sendo construído ao logo de uma semana. A roupa foi escolhida e aprovada com antecedência e a maquilhagem preparada. Partilhamos o gosto pelos preparativos, pelos detalhes e pela construção de um verdadeiro cenário erótico estimulante – o verdadeiro fuck my brain antes de me foderes o resto do corpo.

Chego a casa dele, o nosso antro de devassidão, e o abraço envolvente e caloroso na chegada seguido de um beijo molhado acalmou a minha ansiedade libertando-me para o que importa, uma bela noite de prazer e desafios.
Dirigi-me à casa de banho para terminar alguns detalhes e oiço a campainha da porta a tocar. Sim, suspeitava desde o início que este desafio sensual não seria um one on one, teríamos companhia e após algumas pistas deixadas durante a semana tinha os meus palpites que imediatamente fizeram disparar o meu coração.
Ele olha para mim com o seu sorriso maroto de quem está a adorar e diz-me:

Acho que estamos com um problema de timings, ficas aqui que já te venho chamar.

Damn miúda! It’s real!

Olho para o espelho e continuo a retocar a minha makeup. Queria ter os olhos bem carregados com um esfumado escuro e os lábios bem carnudos e vermelhos, estava-me a aventurar neste género mas sou habilidosa.
Apuro o meu ouvido e oiço alguns murmúrios indefinidos e uns passos com saltos… a minha suspeita estava certa, uma mulher!
Continuo a tratar de mim e a olhar com gosto a minha silhueta esculpida.
Tinha escolhido usar um bodysuit de renda com uma conveniente abertura entre as pernas, um espartilho lindo e uma saia lápis travada e sapatos bem altos, tudo em preto.
Quando ele vem ter comigo novamente digo-lhe dengosa, que preciso da ajuda dele para apertar o espartilho para moldar ainda mais a minha cintura e acentuar as minhas curvas.

Encosta-te na bancada e fica direita, é mais fácil

Diz ele. Olho no espelho e acho-me deliciosa. Lembro-me da surpresa que me aguarda enquanto ele me diz

Deixa-me orgulhoso putinha linda

Abre a porta da casa de banho, o meu esconderijo até à hora certa, e tento espreitar pois estava já consumida de curiosidade.
Nesse momento sinto-me a ficar vermelha da cabeça aos pés pois eu sou de facto tímida, pelo menos até quebrar o gelo.
Olhando por cima do ombro dele vejo-a na sala, em pé, vestida de preto, com uma silhueta cintada por um belo espartilho, sobre uma blusa comprida solta sobre o peito empinado e curta, cobrindo o rabo. A minha atenção focou-se imediatamente nas botas pretas, com um salto elegante e que subiam até meio da coxa.

Embora mais baixa do de eu, a presença era forte e recebeu-me com um sorriso.
Ele apresentou-a e eu segui a deixa e disse meio hesitante

Sou a Bianca!

Decidi no momento o meu nome para aquela noite, soltei um risinho nervoso e revelei que tinha estado indecisa até ao momento sobre o nome ideal e quais as opções que estavam sobre a mesa… Jéssica ou Bianca.
Ela elogiou a minha escolha.

Sim, Bianca és mais tu.

Neste momento estavamos os 3 de pé no centro da sala e eu sentia-me confiante, linda e muito quente, a aguardar as indicações deles entrando no meu papel de putinha obediente.
O meu nervosismo era evidente, mas também era esse o objectivo final, retirar-me do meu conforto e proporcionar-me uma nova experiência com uma mulher segura, madura e atraente.
Senti o corpo dele atrás de mim e com os meus braços para trás agarrei-o nas coxas, fechei os olhos e descontraí.
Fechar os olhos e deixar-me levar torna-se mais fácil pois consigo focar-me nos restantes sentidos ultrapassar a timidez e relaxar.
Sinto-a à minha frente quando ele afasta o decote do meu body, deixando as minhas mamas rijas expostas para ela explorar. Sinto o aroma a pele das luvas dela e comento que gosto muito de sentir cabedal na minha pele e ela dá-me a cheirar as luvas.

São novas, a estrear contigo, és uma sortuda!

Diz-me ele.
Fico extremamente satisfeita e abro os olhos para a ver. Eles olhavam um para o outro satisfeitos e massajavam as minhas mamas em simultâneo.
Eu suspirava e apertava as coxas dele com mais força.

Ela é tímida é?

Perguntou ela
Eu respondo que sou bastante, apesar de tudo o que já fiz e vivi, a timidez é algo que nunca me largou e acho um excelente sinal. Faz-me sentir viva e assim tudo vale a pena.
Ele sabendo-me tensa puxa por mim

Diz-lhe lá o que tu gostas mesmo de fazer!

Eu mordo o meu lábio e após ganhar coragem digo…

Chupar! Adoro chupar.
Linda menina!

Agora mete-te de joelhos e gatinha até à porta, quero que ela tenha esta visão.

Obedientemente coloco-me de gatas e gatinho lentamente até à porta, bamboleando o meu rabo grande, sinto-os com os olhos cravados em mim e fico orgulhosa.
Volto e ele ajuda-me a levantar.

Essa saia não sai?

Pergunta ela.

Sai sim, temos de a puxar por baixo.

Falavam um com um outro descontraidamente, eu estava ali para eles e agora já totalmente exposta, sinto a boca dela perto da minha e tocamos os nossos lábios suavemente enquanto ela me massaja as mamas.
Ele diz que tem uma surpresa para ela e leva-me até ao WC onde eu visto pela primeira vez o meu hoodie de renda apenas com abertura na boca.
De facto estar “escondida” sob o tecido libertou-me completamente e quando voltamos vejo-a sentada no cadeirão da sala, com as pernas abertas.

Ele diz para eu me meter de joelhos em frente dela. O vestido tinha subido e através das collants abertas entre as pernas vi a cona dela, delicada e totalmente rapada. Confesso que estava com um ar extremamente apetitoso.
Ela puxa o meu queixo para cima e diz-me numa voz suave e melosa

Ahh ela é maravilhosa, até ronrona… é uma gatinha. Anda Kitty!

Coloca uma coleira de cabedal no meu pescoço pedindo-lhe ajuda para ele fechar a fivela na parte de trás.
Eu rebolo o meu corpo de satisfação. Ela volta a puxar-me para ela e beija-me os lábios com a língua molhada e pede a minha língua.

Não sejas tímida com a língua.

Os beijos eram suaves e muito molhados e fui ficando mais audaciosa na forma como envolvíamos as nossas línguas.
Sentia que ele nos observava com toda a atenção do mundo e que provavelmente estaria desejoso de me ver lamber a sua amiga. Eu já estava pronta.
De beijar a boca a lamber a cona dela bastou um incentivo dele e um jeito dela para que mais facilmente conseguisse chegar aos seus lábios da cona.

Ela estava molhada e era saborosa. Como putinha dedicada que sou, entreguei-me à tarefa tentando replicar nela aquilo que gosto que me façam a mim, muita língua e chupões.
Ele exclama

Acho que tens jeito! Ela está com cara de que está a gostar muito.

Isso motivou-me para me dedicar ainda mais a lambê-la com vontade. Ele pergunta-lhe se ela gosta e percebo que ela demonstra agrado pela expressão facial quando espreito para cima curiosa.

Miúda, ter uma cona ajuda.

Pensei para mim.
Enquanto me dedico a chupá-la sinto as movimentações dele e após a expectativa anunciada ele penetra de uma só vez e fundo o seu caralho rijo na minha cona.
Não consigo continuar a lamber com o prazer da primeira penetração e gemo enquanto ele me fode com intensidade.
Ele comenta divertido

Não é para parares!

Eu volto a lambê-la bem. Tinha uns lábios bons e percorri-a de cima a baixo sentindo o clitóris rijo e a entrada da cona molhada.
Por vezes a penetração obrigava-me a gemer e a parar! Que delícia! Senti-a a contorcer-se também. Estava orgulhosa de mim.
Vamos para a cama, diz ele, eu ainda dou mais umas lambidelas boas e levanto-me.
Beijo-a na boca e depois viro-me para ele para o beijar também.
Seguimos os 3 até ao quarto.

Contínua…
Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Gentleman – Parte II

Ele pega na caixinha com o brinquedo que tinha ficado em cima da mesa e abre-a retirando o golfinho e ao carregar no botão ficámos com a certeza que já tinha pilhas e tudo!

Ele volta a sentar-se no sofá e eu fico de joelhos inclinada sobre ele e recomeço a chupar. Ele vai-se deitando no sofá para que a posição fosse a ideal para uma garganta funda e também para ele colocar a mão dele entre as minhas pernas e iniciar a massagem de prazer.

Estava excitadíssima, adoro o gag quando enfio um pau duro todo dentro da minha boca. Os olhos a encherem-se de água e prazer de enfiar e tirar da garganta. Isto acompanhado por uma vibração suave na minha cona.

Eu sentia os dedos dele e o bichinho a vibrar e claro eu também me esfregava com vontade.

Parei de o chupar para o olhar intensamente e perguntei-lhe

Queres te vir na minha garganta?

Ele estava já a rebentar e confesso eu também estava ansiosa, queria sentir o leu leite quente na minha boca.

Volto a debruçar-me sobre ele e enfio-o todo bem fundo na minha garganta. Ele vibra de prazer e agarra-me a cabeça, dando-me o sinal de que se ia vir e eu aguento o máximo até o sentir a aliviar-se mesmo no fundo da minha boca. Deep troat with happy ending!

Satisfeita recomponho-me e respiro. Tanto calor naquela sala!

Lembro-me então que estava maquilhada por isso enquanto ele entrava na banheira para se refrescar eu vejo-me ao espelho. O rímel escorria dos meus olhos e por incrível que pareça acho-o sexy por ser o resultado da intensidade e entrega.

Limpo-me e salto para a banheira para me arrefecer também e junto-me a ele já no quarto.

Ele estava deitado sobre a cama e assim ficámos em modo carícias e mimos para recuperar alguma energia e claro ele voltar a ficar bem rijo para me continuar a foder.

Ele passa os seus dedos pelas minhas costas e eu vou curvando o meu corpo para me mostrar dengosa e sedenta. Digo-lhe

Adoro massagens…

Dá-me imensa tesão e é sempre tempo bem empregue.
Ele então aumenta a intensidade de caricias para um amasso que começava por cima, pelo pescoço e ombros e terminava no fundo das minhas costas.

Voltou a deitar-se ao meu lado e eu virei-me para ele para nos beijarmos.

Pensei imediatamente

Hmmmm quem está em pé novamente? Hmmm vamos ao round 2

Sento-me na cama e não resisto a mais uma chupadela rápida. Ele coloca o preservativo e eu deito-me para trás e abro as pernas… quero sentir a penetração devagar mas intensa e os nossos corpos a colar.

O calor infernal mantinha-se e apesar dos duches gelados era impossível não estarmos a escorrer já.

Ele puxa-me para a beira da cama e entra todo dentro de mim, eu envolvo as minhas pernas à sua volta e puxo-o para mim enquanto nos beijamos.

Estava muito excitada das brincadeiras anteriores e foi fácil atingir o orgasmo!

Penso

Estamos empatados estávamos empatados agora!

Passámos a outra posição, uma das favoritas, de lado ele por trás, esta é umas das posições que mais me leva à loucura se houver sintonia entre a penetração e o meu movimento de anca.

Mas o calor pedia outra posição, com menos contacto de pele e para acabar com a cereja no topo do bolo, meto-me de 4 sobre a cama e ele fode-me por trás, bem fundo e intenso como eu aprecio enquanto brinca com o meu cuzinho. Venho-me! ahhhhh

Ele pergunta então se me pode comer o cuzinho e eu respondo claro que sim,

Pergunto ofegante para o picar ainda mais:

Vais me comer o cuzinho querido!

Ele pergunta quero lubrificante e eu aceno que sim, é o ideal para ser tudo suave e gostoso. Como estava super excitada já tinha o cuzinho desejoso de ser penetrado.

Sinto o fresco do lubrificante e de seguida o arrepio do inicio da penetração no cu… sustenho a respiração por momentos e quando ele começa a enfiar o seu pau rijo lá dentro começo a descontrair. Quando está todo lá dentro baixo a cabeça e mantenho o cuzinho bem empinado.

Ele fode-me o cu com gosto e embora até hoje nunca tenha tido um orgasmo anal, foi intenso e prazeroso para mim também.

Já percebendo que ele estava a rebentar digo-lhe

Vem-te no meu cuzinho, vem!

Ele descarrega o seu orgasmo em mim e eu sinto toda a eletricidade do seu orgasmo enquanto ele se deita sobre mim.

Ficamos na cama a recuperar a respiração e a dar mimo um ao outro.

2 a 2!

Continua…

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Gentleman – Parte I

Gosto quando as histórias nem sempre correm como esperado. Gosto de ser contrariada e depois recompensada. Tudo o que é demasiado fácil perde um pouco do encanto.
Já dizia o Giorgio

The girls are like a shadow.
If you follow them they flee.
If you flee they follow you

Foi assim com este Gentleman.
Fizemos crush, começámos a falar e só algum tempo depois e já com muita expectativa no ar combinámos almoçar. Ele despertou-me de imediato o interesse pois era refrescantemente diferente.

Mais velho, mais calmo e aparentemente menos player. Puxou mais por mim uma vez que senti que desta vez não me iria chegar mandar umas risadinhas ou picá-lo com as minhas fotos. Isso só por si não seria interessante para o cativar.

Almoçamos tranquilamente rodeados de gente e falámos de tudo e mais alguma coisa e quase que tive a sensação de estar numa audição, ele analisava tudo o que eu dizia e estava claramente a tentar traçar o meu perfil.

No fim quando nos despedimos com um beijo na cara senti uma enorme vontade de o agarrar pela mão e leva-lo até um quarto silencioso e raptá-lo por uma tarde. Ele manteve a sua postura inabalável.
Passado pouco tempo mandei-lhe uma mensagem sincera… tinha ficado cheia de vontade de foder com ele. Algo nele era desconcertante, no bom sentido.
Não tenho paciência para jogos e sou sempre sincera, se quero algo luto por ela.

Miúda… este vai-te dar luta. Como tu gostas

Uma sequência de imprevistos não permitiu um reencontro rapidamente, ora férias ora trabalho, os dias tornaram-se semanas mas a chama, essa continuava acesa. Falávamos do que queríamos fazer um com o outro, dos gostos e fantasias. O desafio recorrente que ele me fazia era

Aparece em minha casa que tenho o mel fresco no frigorífico à tua espera

Irresistível. Ele picava-me e eu retribuía. Gostava de saber que o deixava louco. Louco por mim, pelo meu corpo e tinha especial gosto em testar e perceber o em mim mexia com ele uma vez que por várias vezes me disse que era a primeira vez que estava numa situação destas.

Apesar da dificuldade de conciliação de agendas e períodos de férias ele avisa-me que regressa a casa no final da semana e que seria uma óptima oportunidade para nos vermos. A saudade e a tesão estavam ao rubro. Sentia que era mútuo.
Nessa semana não contei os dias… mas sim as horas para o encontro.

Iria sair do trabalho directamente para casa dele. Bom não era bem directamente, queria passar numa sex shop e comprar um brinquedo para nós, algo especial e uma novidade que seria só nossa.
Planeei o dia com cuidado e tudo correu como esperado, só teria um jantar com amigas mais tarde e por isso estava confortável com os compromissos.
À hora marcada estava a chegar à casa dele… num misto de nervosismo e excitação. Ele recebe-me à porta e beijámo-nos intensamente, já eram 7 da tarde mas o calor desse dia continuava infernal.

Ele encaminhou-me até à sala, onde nos esperavam 2 copos de vinho branco fresquinho com frutos vermelhos. Bliss!

Sentámos-nos no sofá e conversámos sobre as últimas semanas e como desejávamos estar juntos. Como tínhamos desejado aquele momento.
Ele confessou-me que tinham passado quase duas semanas em abstinência e que estava por isso bastante sensível às minhas provocações. Olhei descaradamente para as suas calças e a safada dentro de mim só pensava

Miúda! És tão gulosa! Vais tratar dele uma primeira vez para depois de libertada a tensão ele te foder até cair

Aproximo-me dele e ele puxa-me para o colo dele, onde me sento confortavelmente. Neste momento tive um flashback de sensações do passado. Ao tempo de adolescente pré-iniciação sexual onde ficávamos horas num ritual de “roça-roça” vestidos até ficarmos cansados ou magoados das calças de ganga.
No sofá vestidos, eu sentada em cima dele balançava-me simulando um cavalgar no seu colo. Sentia-o rijo e a nossa respiração era ofegante entre beijos.

Ele abriu-me os primeiros botões do vestido que era estilo túnica com botões na parte da frente que abriam facilmente na totalidade o vestido.
Beijou-me as mamas, lambuzando com vontade o peito até ao mamilo. Estavam rijos e muito excitados. Aprecio quando um homem se dedica de forma igual a todas as partes sexys da mulher e especialmente adoro ver uma boca sedenta e uns olhos fechados de prazer enquanto me devoram as mamas.
Paramos um pouco para recuperar fôlego e reparo num pequeno copo na mesa da sala, junto ao nosso vinho. Mel!

Lembraste-te

Exclamei com ar surpreendido

Miúda! O mel é novidade e este gentlemen uma caixinha de surpresas!

Estes pequenos detalhes eram extremamente envolventes e fizeram-me sentir especial naquele momento.
Sou bastante mais expressiva num texto do que cara a cara… Mas estava a apreciar cada momento e a rebentar de tesão pelo que ainda estava para vir.
Beijamos-mos e eu dou um saltinho lembrando-me que tenho um brinquedo para lhe mostrar, pois também já tínhamos falado disso, um pequeno vibrador com forma de golfinho que seria óptimo para ele massajar o clitóris.

Ao me inclinar para chegar à minha mala onde estava o brinquedo, sinto-o vir por trás de mim e deixei-me ficar. Ele levantou o meu vestido e afastou as minhas cuecas chegando com a sua língua fresca à minha cona ardente.

Que booom…

Disse num meio gemido.
Voltei-me para ele e após um beijo ele voltou para o sofá onde me esperava mas antes pediu para eu me despir.
Poisei o brinquedo na mesa e fiquei um pouco envergonhada pois confesso que num strip não é onde me sinto mais confortável.
Comecei a desapertar os botões que faltavam, tirei o soutien e após dar uma volta sobre mim mesma, deixei cair o vestido totalmente.

Fiquei de pé de saltos altos e cuecas em frente a ele. Avançei timidamente para os seus braços.
De volta ao sofá comecei a despi-lo passando propositadamente a minha mão pelo seu pau rijo.
Inclino-me para a frente e começo devagar a chupar e a sentir o seu relaxamento.
Ajeito-me de joelhos para conseguir chegar mais fundo e aumentado a cadência vou chupando com vontade, sempre consciente que a abstinência dele teria resultados rapidos se eu assim o quisesse.

Ele levanta-se e pega no copo com mel e verte sobre o seu pau já lambuzado enquanto eu o sigo com o olhar, verdadeiramente gulosa!
Aproxima-se então de mim e fica em pé à minha frente. Sentada no sofá a minha cabeça ficava à altura certa para me deliciar. E era tão bom como eu esperava, o sabor adocicado e a mistura de texturas com que eu brincava utilizando a minha lingua ora macia ora tesa. Chupei-o todo, até não haver vestígio de mel!

Continua…

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Jogo de Damas – Parte II

Tenho noção que apenas se passaram breves momentos, mas pareceram-me uma eternidade.
Olhei mais uma vez para a plateia e a audiência senior estava fixada no filme, não iriam dar pelas minhas movimentações. Levantei-me deixando o casaco e a mala no banco.

Miúdaaaaaaaaaaaa

Gritava a minha voz interior.

Caminho lentamente até à cortina e espreito envergonhada, estava de facto bastante escuro e pouco via mais que um vulto de um homem, logo ele não veria o quão rosada eu estava, sentia-me a escaldar.

A cortina era de veludo grosso em tons de bordeaux e fazia um esconderijo perfeito naquele recanto da sala. A pouca luz que entrava por baixo da cortina era reconfortante mas insuficiente para um reconhecimento mas também já tinha passado essa fase.

Eu caminho até ele e rapidamente estamos a partilhar beijos intensos e molhados. Com a minha mão percorro a sua cara, pois ao estar privada de um sentido tinha que matar a curiosidade com outro, o tato.
Ele tinha uma barba macia e um cheiro agradável, não era muito alto pois ficava do meu tamanho com saltos e pareceu-me também um pouco nervoso, era uma loucura a dois.

Sussurra-me ao ouvido

Estou muito excitado, já estava a bater uma enquanto te via por isso não vou aguentar muito tempo.

Mordo o meu lábio de excitação e ajoelho-me para metê-lo bem rijo na minha boca. A cortina protegia-nos de sermos expostos mas não abafava os sons. Tentei ser silenciosa.
Chupo-o todo com gosto e muita tesão. Sentia-a entre as pernas pois como estava sem cuecas estava mesmo muito molhada.

Ele agarra-me a cabeça no clímax e vem-se intensamente na minha boca. Delicio-me com o momento e termino a chupá-lo suavemente.
Quando me levanto beijo-o e ele diz-me baixinho,

Vira-te putinha!

Encosta-me de frente com a parede enquanto enfia os dedos na minha cona molhada.
Penetra-me intensamentee rapidamente com os dedos e tenho que cerrar os lábios para não soltar qualquer gemido. O filme era bastante calmo e com algumas pausas nos diálogos, o que parecia amplificar todos os nossos sons, principalmente o som dos dedos a entrar na minha cona tão molhada, que de certeza estaria a ser ouvido.

Sei que ele me queria retribuir o prazer e o orgasmo mas eu estava a ficar obcecada com o fato de as velhas da plateia estarem a ouvir o que se estava a passar e isso de alguma forma constrangia-me. Aquele som dos dedos na cona parecia estar a ser ouvido até na sala ao lado!

Eu digo controlando a respiração e o tom de voz

É melhor pararmos, este barulho deve ouvir-se lá fora!

Eu viro-me e fico encostada de costas com a parede tentado ver mais uma vez como ele era, sem sucesso!
Ele fecha as calças e ajeita a roupa enquanto eu fecho a camisa e puxo a saia para baixo, tinha que me recompor.
Beija-me mais uma vez e diz-me

Espera um pouco depois de eu sair e depois sais, ok?

Assim fiz e após uns momentos ganhei coragem para sair de trás da cortina e voltar ao meu lugar, onde me sentei e fiquei a absorver a intensidade do momento.
O nervoso miudinho a acalmar aos poucos. Pela primeira vez tomei atenção ao filme e fiquei uns 15 minutos a assistir calmamente até me levantar discretamente e sair.

Enquanto me dirigia até à porta só esperava não me encontrar com a senhora dos bilhetes da entrada pois sair a meio de uma sessão é minimamente suspeito. Meio a medo avancei e assim que vi a costa livre quase que corri!
De sorriso estampado no rosto cheguei à rua e senti o sol na minha face.
Com sessões destas apanhavam-me mais vezes no cinema!