UM DIA NA VIDA DE UMA MASSAGISTA – PARTE II

Já volto, vou-me preparar!

Digo, enquanto me afasto até à ao hall de entrada do quarto. Comecei a despir-me escondida e a mostrar as peças que estava a tirar para depois as atirar para uma cadeira. O objetivo era fazer um tease e deixar-me confortável.

Dei um salto rápido na casa de banho para ver como estava. Perfeita e confiante!

Voltei até ao meu “cliente” levando já o frasco do óleo aromatizado comigo. Ele volta a dizer-me que estava muito sexy apenas de lingerie, meias de liga e sapato de salto alto. Dou uma volta para ele apreciar tudo, em especial o meu rabo que ele elogiava nas fotos que já tínhamos trocado.

Ele puxa-me para ele com os seus braços grandes e fortes e aperta-me o rabo. Sinto-me a relaxar.

Com um ar sério digo-lhe para ele se virar para baixo com as mãos junto ao corpo, para poder iniciar a minha massagem e salto para cima da cama.

Começo a verter um pouco de óleo e inicio o meu oficio, não sendo especialista tento dar sempre o meu melhor em tudo o que faço, e como ele era grande requeria alguma intensidade.

Enquanto estava debruçada as costas dele sinto a sua mão a afastar as minhas cuecas e tocar-me na cona molhada, e estava tão molhada! Eu massajava-o a ele e ele a mim, sem duvida excitante e maroto como gosto.

Saio da cama e digo-lhe para se virar para cima, para continuar a massagem, e aproveito para tirar as cuecas uma vez que só atrapalhavam. Fico apenas de corpete e meias.

Volto para cima dele e beijamo-nos demoradamente de forma intensa e molhada. Vou descendo e tiro-lhe os boxers para apreciar o que iria beijar e chupar dentro de segundos. Ele já estava rijo. Enfio-o bem na boca e olho para ele, sei que sou safada e tenho orgulho nisso.

Chupo-o com vontade e já estava bastante excitada, ele acaricia as minhas mamas rijas. Faz-me então sinal para eu me virar.

Nas nossas conversas tínhamos partilhado alguns gostos e o 69 era uma das posições preferidas e dadas as restrições que tínhamos devido à perna dele, era a forma perfeita de darmos prazer um ao outro em simultâneo.

Coloco-me em posição e enfio o caralho duro dele na boca novamente, enquanto ele se deliciava a lamber-me o cu primeiro e depois a cona. À medida que a loucura ia aumentado ele foi metendo também os dedos no meu cu, primeiro devagar, depois mais intensamente. Eu gemia e aproveitava a sensação de chupar enquanto me lambiam a cona e fodiam o cu com os dedos. É sem dúvida um grande intensificador e tive de parar de chupar enquanto senti um orgasmo a chegar.

As mulheres são multi tasking mas não assim tanto!

Eu estava a gostar das qualidades do cliente com a sua língua, por isso voltei-me para a frente e deixando-o deitado sentei-me sobre a boca dele para que ele me pudesse chupar à vontade. Estava bastante sensível já e a língua dele deixou-me louca.

Vamos meter o preservativo!

Disse já desejosa de ser penetrada.

Miúda agora vai começar o desafio! Tu gostas é que te fodam… e agora és tu que o vais foder!

Ele meteu o preservativo e deslizei para baixo e enfiei-o bem dentro de mim devagar, balancei-me em cima dele e senti os nossos corpos já suados a começar a ferver. Por vezes lembrava-me da sua perna e ia perguntando se ele estava ok.

Não desejava que a terapia o prejudicasse.

Mudamos de posição e eu virei-me para a frente, de costas sentada sobre ele e recostei-me enquanto ele me agarrava por trás e continuamos a sessão e enquanto eu saltava suavemente ele me tocava-me no clit com os dedos combinação que me fez vir.

Apesar da situação eu estava desejosa que ele me comesse por trás, uma das minhas posições preferidas é simplesmente ficar de 4, rabo empinado e ficar a sentir as investidas fortes e profundas.

Tentámos, ele levantou-se e eu fiquei de quatro sobre a cama enquanto ele , com uma perna dobrada sobre a cama e a outra esticada para fora da cama deu tudo o que tinha, mas não era fácil pois ficou esgotado e meio zonzo e teve de se voltar a deitar.

Achei que já tinha abusado do paciente e já estava satisfeita e por isso pergunto-lhe

Onde te queres vir? Boca?

Ele acena…

Tiramos o preservativo e chupo-o bem até finalmente terminarmos a sessão com ele a pulsar leite quente na minha boca. Engulo satisfeita enquanto o olho. Foi intenso e reconheço o esforço dele.

Bebemos alguma água e ficámos deitados na cama pequena, um para cada lado para arrefecer. Aproveitámos aquele momento de relax para nos acariciarmos e falarmos um pouco sobre nós, sobre a sua experiência na cidade e claro sobre um amigo em comum que tinha conhecido uns tempos antes, quais eram as probabilidades de 2 estrangeiros random se terem tornado grande amigos em Portugal e os 2 me terem conhecido em alturas diferentes e sem sabermos!

Ficou uma janela aberta para uma brincadeira a 3 se um dia eles voltarem à cidade

Ele era sem dúvida boa companhia, um bom vivant e despreocupado mas a sessão estava no fim. Levantei-me e fui tomar um duche para me preparar para regressar à minha outra vida.

Fui-me embora sentindo-me à altura do desafio e satisfeita… mas sem dúvida a amaldiçoar o raio do acidente pois este homem tinha potencial de fodão!

Call me if you’re back in town!

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Tesão de homem – Parte I

Sexta-feira ao final do dia sentia-me especialmente predadora.

Não resisti a uma caçada e após uns swipes encontrei algo que me chamou à atenção, a imagem era tentadora: uma mão tatuada a agarrar com vontade um belo rabo.

Fiquei curiosa e aprofundei o meu interesse, a apresentação terminava com um:

Queres marcar um café comigo? Ou posso-te comer sem que gastar dinheiro?

O meu interesse ficou ainda mais aguçado.

A atitude num homem para mim vale mais de 50% do seu interesse, claro que gosto que me agradem fisicamente, mas a atitude, isso sim é algo que me enche de tesão e me motiva a marcar um encontro.

Respondi com o modo safada ON

Podes me comer… não gosto de café.

Por acaso até gosto bastante mas a minha ideia era saber logo qual era a fibra do pretendente a presa. Correspondendo às minhas expectativas a sua resposta ao meu atrevimento foi

Como com muito prazer.

The game is ON pensei eu!

Marcámos o nosso encontro e confesso que abri uma exceção nas minhas regras, mas não queria deixar passar muito tempo e esmorecer a tesão que estava a sentir.

Nos dias que antecederam o encontro trocámos várias fotos provocantes e partilhei alguns dos meus gostos e preferências.

Falámos todos os dias e eu estava acesa, sentia a excitação de uma primeira vez e a expectativa era elevada. Decidi nessa manhã não usar cuecas no encontro, já tinha confidenciado que era algo que fazia de vez em quando e ele tinha reagido com muita tesão. Era uma agradável surpresa.

Combinámos encontrarmo-nos à porta do motel, confesso que me sentia nervosa e um pouco intimidada pela carga sexual prévia , mas por outro lado é a adrenalina que me move e se não sentir o friozinho na barriga é porque não vale a pena.

Quando cheguei ele já me aguardava, mal olhei para ele senti-me a ficar corada… Mas gostei do que vi e disse um tímido

Vamos?

Ele já tinha previamente reservado o quarto e gostei da sua escolha!

Ao entrar vi um varão, paredes e teto com espelhos, tudo com tons de vermelho e preto e uma larga cama ao nível do chão. Para complementar o ambiente de puticlube havia um jogo de luzes a iluminar alternando com várias cores.

Fiquei em pé, encostada ao varão enquanto ele poisava as suas coisas, gostei do toque fresco do metal e do ambiente que estava no ar. Esperei pelo avanço dele, ele passou as mãos pelo meu corpo e agarrou-me pela primeira vez o rabo com vontade.

Dei uma volta sobre mim para me exibir e perguntei-lhe atrevida se ao vivo era como nas fotos e confessei que não tinha cuecas.

Ele entusiasmou-se e quis comprovar o que eu dizia. Subiu a minha saia e passou lentamente a mão entre as minhas coxas, nádegas e por fim suavemente sobre a minha cona que estava já bastante molhada com a excitação acumulada.

Tomando a iniciativa começou a abrir a minha camisa, depois o fecho da minha saia e por fim tirou o meu soutien. A forma como o estava a fazer era sedutora e tranquila o que me foi deixando com muita vontade de me entregar ao prazer.

Fiquei nua, apenas com as meias de liga e os sapatos altos calçados, sentia-me sexy.

Ele agarrou-me com firmeza e fez-me ajoelhar em frente a ele, estava já duro e mesmo à minha frente, sem hesitar meti-o na minha boca para o sentir rijo pela primeira vez e comecei a chupar suavemente.

Ele empurrou-se contra a minha boca e senti-o a chegar bem fundo até à garganta… senti aquele sufoco bom e quando ele me largou respirei com vontade e ri-me… tinha apreciado e gostava de lhe dar a entender isso.

Passámos ao colchão… onde me deitei e esperei por ele, pelo seu toque e boca fresca na minha cona quente.

Hmmm que delícia! Relaxada e bem entregue encostei a minha cabeça para trás, fechei os olhos e disfrutei do puro prazer. Abri os olhos por momentos para ver o espelho do teto e lá estava o meu reflexo, eu deitada, pernas bem abertas e ele deitado com a cabeça entre as minhas coxas a saborear-me toda.

Gostei da intensidade com que me beijava a cona e me penetrava com os dedos… sabiamente fez-me vir!

Pensei…

Miúda, o teu palpite na sexta estava certo, boa presa!

Estava super excitada e desejosa de o sentir assim rijo dentro de mim. Ele coloca o preservativo agilmente e eu fico deitada de pernas abertas, a morder o lábio de ansiedade pela primeira penetração.

Continua

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Yes Captain! – Parte I

Combinámos um almoço para nos conhecermos. Essencialmente eu queria comprovar a imagem que tinha feito dele e conhecer um pouco mais da persona que me estava a intrigar.

Atitude e confiança são as qualidades que mais aprecio num homem e ele parecia esbanjar isso, tanto, que no caminho após o nosso almoço adorei que ele me tivesse puxado para dentro de um prédio que tinha a porta entreaberta e, no vão das escadas, me tivesse metido os dedos na cona… Eu estava encharcada!

Quando nos despedimos, chupei-lhe o dedo com o meu sabor, pisquei-lhe o olho e fui-me embora. O apetizer estava servido e faltava agora agendar o menu completo.

Marcámos, então, um novo encontro pouco tempo depois. Ele apanhou-me de mota e fomos até um motel no centro da cidade. Como não sabia que ia andar de mota, tinha um vestido curto e senti-me uma exibicionista no caminho até lá, ele desvalorizou e disse-me para aproveitar a liberdade.

Ia excitada por me mostrar assim e ao mesmo tempo receosa por poder ser reconhecida.
Chegámos à receção e escolhemos um quarto, com o tema Love: cama vermelha em forma de coração, espelhos nas paredes e por cima da cama. Agradavelmente surpreendida, entrei e senti-me a descontrair.

A conversa entre nós fluía facilmente. Pousámos as nossas coisas num canto, beijámo-nos e ele perguntou-me se queria um pouco de rum para relaxar, molhei os lábios mas disse-lhe que não precisava… Não me sentia nervosa.
Os beijos dele eram muito envolventes, sem hesitações e muito molhados.

Sentei-me na cama… Tirei as sandálias e esperei que ele se juntasse a mim. Ele passou as suas mãos grandes pelo meu corpo e eu tirei o meu vestido, fiquei apenas de cuecas e soutien enquanto ele continuou as carícias sedutoras.
Passou a mão por dentro do meu soutien e senti os meus bicos rijos a ansiar pela sua língua fresca e húmida.

Tirei o soutien e ele beijou e chupou as minhas mamas enquanto afastava as cuecas com a mão e passava os dedos na minha cona molhada, primeiro por fora e depois penetrou-me com firmeza. Gemi de prazer.
Gosto de ser descoberta pela primeira vez… É uma excitação irrepetível.

Ele despiu-se completamente e tirou uma caixinha de metal das suas coisas que deixou em cima da cama, lá de dentro, retirou um elástico que colocou na base do seu caralho ainda em repouso… Olhei gulosa e cheia de vontade de o sentir a crescer na minha boca.
Mas antes ele queria dar-me prazer… Chupar-me bem.

Então deita-me na cama e abre-me bem as pernas, a sua barba aparada aumentava a intensidade do toque, e com a sua língua percorre os meus lábios e a entrada da cona… Agarro a almofada da cama enquanto me contorço de prazer. Chupa-me o clit e toda eu tremo ao mesmo tempo que me enfia na cona os 2 dedos longos e com a outra mão pressiona o papo…

Este sabe alguns truques…

Pensei, já que aquele movimento aumenta a intensidade e o prazer, lembrei-me que ele referiu ser especialista em squirters. Seria hoje que teria a minha estreia?

Nas nossas conversas tinha-lhe dito que já não fazia anal há algum tempo e que nunca me tinham lambido o cu… Era, portanto, praticamente virgem! Claro que isso o entusiasmou e, antes mesmo de entrar naquele quarto, já esperava pelas carícias e estava cheia de vontade de dar o cu para ele se deleitar.

Para me deixar a jeito, ele colocou uma almofada por baixo das minhas ancas… Assim estava toda exposta: cona e cu.
Senti, então, pela 1° vez a sua língua naquele ponto sensível, relaxei e desfrutei das novas sensações.

Enquanto passava a língua, agora na cona, senti o primeiro dedo a entrar no cu… alternado com dedo na cona. Muito bom. Levantei a cabeça para olhar para ele, mordi o lábio e sorri satisfeita.

Voltei a recostar-me e olhei para o espelho do teto, que bela imagem, e fiquei a apreciar por momentos a forma como os nossos corpos se dispunham na cama

A intensidade da sua língua, em conjunto com a sua habilidade de mãos está a levar-me ao ponto! Agarro nos seus cabelos e aperto-o…

Ahh vou-me vir! Ahhh

Ele chupa-me ainda mais. Que orgasmo intenso!!
Rio-me. Para mim sexo é diversão e prazer.
Ele levanta-se e tira da sua caixinha uma saqueta de gel lubrificante que me deu uma sensação de frescura maravilhosa à cona, enquanto me voltava a penetrar, ora na cona, ora no cu…

Continua

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Nós e o mar – Parte II

O empregado regressa e trás o que tínhamos pedido, vejo que a minha companhia de almoço lhe faz um sinal e ele retira-se.

O ambiente era estranhamente calmo e comento isso com ele ao que ele responde. “Querida, tenho uma surpresa preparada para nós… o que achas se eu te dizer que estamos sós?”

Eu questiono:

“Sós? Como assim?”

Ele: “Sim, totalmente sós… tomei a liberdade de reservar este sítio para nós para as próximas horas, temos os nossos pratos lá dentro se preferires almoçar…”

Eu não sabia bem o que pensar… que situação inesperada e tão deliciosa!

Levanto-me e dou uma volta pela esplanada, espreito os vários ângulos e de facto apenas se ouvia o mar e as gaivotas… mais nada.

Debruço-me na esplanada e sinto-o a chegar até junto a mim…Ele coloca um braço na minha cintura e puxa-me pela anca para ele, sinto-o duro debaixo das calças.

Ele levanta-me a saia e aperta-me vigorosamente o rabiosque e com uma mão dá-me uma palmada. Eu não consigo conter o suspiro de prazer!

Pergunta-me “Queres que continue?” e eu respondo

“Sim…claro que sim!”

Ele segura-me pela mão e leva-me até uma mesa, senta-me lá e beija-me com intensidade ao mesmo tempo que com as mãos afasta as minhas cuecas já molhadas, passa os dedos pela boca e suavemente enfia primeiro um dedo e de seguida outro!

Quando eu já estou completamente rendida, ele tira-me as cuecas e abrindo bem as minhas pernas baixa-se e de joelhos devora a minha cona enquanto me continua a penetrar com os dedos… Uma delícia! E que orgasmo tão intenso!

Tudo parecia surreal e ao mesmo tempo não queria que acabasse!

E não ia acabar… ele tinha mais para me dar!

Beijou-me e eu senti o meu sabor… aquele salgado que eu conheço tão bem!

Disse-me “Posso?” e virou-me de costas agarrando a minha anca vigorosamente e penetrou-me ora intensamente ora devagar. Entrava e saía de dentro de mim, ficando momentos a acariciar as minhas coxas e o rabo. Isso estava a deixar-me louca… disse-lhe perdendo toda a timidez

“Fode-me com força!”

Ele responde “Estava à espera que te soltasses! Eu sempre soube como tu ias querer ser fodida”

Aquela convicção não deixava de me surpreender… como saberia ele o que mais me agradava? Fodeu-me com intensidade até ao gemer

“Ahh vou-me vir”

O orgasmo foi intenso e deixou-me muito satisfeita.

Achava que todo o planeamento e dedicação para me dar aquele momento inesquecível merecia uma recompensa. Digo “Mete-o na minha boca! Quero-te chupar todo!”

Meti a sua pila bem rija na minha boca, cheia do meu sabor, e dediquei-me a retribuir, enfiei-o bem fundo na minha garganta… e fixei-o enquanto sentia os meus olhos a ficarem molhados… É uma tesão inexplicável e receita certa para dar é um intenso e grande orgasmo!

Ele faz-me sinal que se vai vir e retirei-o da minha boca e com suavidade dei os toques finais até começar a sentir o líquido quente e espesso nas minhas mamas.

Ele puxa-me para cima e beija-me… e diz-me carinhosamente “Foi tudo como imaginei. Obrigada por seres uma mulher especial! Vamos então almoçar e trabalhar?”

Virei-me para o mar e inspirei fundo. Seria tudo um sonho?

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Nós e o mar – Parte I

Tínhamos combinado um almoço de trabalho para discutir algumas ideias e alinhavar o termos do novo contrato. É sempre um tema um pouco aborrecido, por isso, achei que um restaurante agradável e com uma boa vista tornasse a reunião mais produtiva. Ele disse-me, sem hesitar, que conhecia um restaurante onde nos poderíamos encontrar e que trataria de tudo.
Recebi, passado umas horas, um e-mail com o local e horas do almoço.

Já nos tínhamos cruzado algumas vezes noutros ambientes e não só a química tinha sido sempre boa, como ele era dotado de um charme desarmante e excelente bom gosto.

Cheguei um pouco antes da hora e fui-me refrescar, retocar o batom e pentear o cabelo. Não era um encontro, mas não conseguia deixar de sentir aquele friozinho na barriga.

Sentei-me nos sofás da entrada e, entretida a ler e-mails no telemóvel, nem reparo que ele chega. Levanto-me e cumprimentamo-nos com um respeitoso beijo na cara e eu sinto que corei ligeiramente, o que me deixa um pouco envergonhada.

A empregada da receção recebe-nos e encaminha-nos até à nossa mesa. O restaurante encontrava-se vazio… sem um único cliente. Estranhei e pensei que talvez fosse do dia da semana ou da hora.
A nossa mesa ficava na esplanada, debaixo de um colorido e grande chapéu-de-sol, tão perto do mar que quase se ouviam as ondas a bater na areia.

Trocámos umas palavras de circunstância e agradeci a pronta sugestão de um sítio tão agradável e a óbvia conversa sobre o maravilhoso dia de verão serviu para quebrar o gelo.

Em dias como estes sabe bem não estar entre quatro paredes… longe do a/c ligado e do ecrã do computador. Ali tudo era agradável, calmo e com aroma a mar.

Um discreto empregado dirige-se a nós perguntando-nos se desejámos beber algo e entrega-nos a carta do dia. Pedi um Porto Branco enquanto ele se ficou por uma água. O empregado começa a explicar o menu e a dar a recomendação do chefe e eu estava a ouvir com atenção quando sinto uma mão firme no meu joelho, subindo em direção à parte interior da minha coxa.

Mantendo a compostura e fixando o olhar no empregado, continuo a acenar com a cabeça como que a aceitar as sugestões.

Na verdade, já não estava a ouvir… estava com a cabeça à roda com aquela situação. A processar tudo de forma atabalhoada e a tentar manter um aspeto calmo e relaxado.

Ele tirou calmamente a mão da minha coxa, agradeceu ao empregado e escolheu uns apetizers e ficámos de decidir mais tarde o que iríamos almoçar.
Sem conseguir levantar os olhos da carta… ele coloca a mão sobre ela de forma a tirar-me a única escapatória e diz-me:

“Quero-te de provar”

Todo o meu corpo aquece e sinto que estou bastante corada, não sou capaz de dizer uma única palavra. Penso “miúda, se isto é o que parece ser…”

Olho para ele e respondo usando todo o descaramento que não tinha…

“Acho que essa é uma excelente escolha”

Respiro fundo, fixo o mar e abro ligeiramente as minhas pernas. Ele avança muito levemente sobre a pele interior das minhas coxas e chega até a minha cona.
Pensei “ele agora vai saber que estou muito excitada” pois já estava molhada e não tinha como controlar.

Com a mão virada para cima usa o dedo indicador para afastar as minhas cuecas e com o dedo médio passa suavemente no meu clitóris e lábios. Depois passou os dedos pela sua boca e sorriu enquanto avançava para me beijar.
Foi um beijo demorado e muito molhado.

Continua

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ALMOÇO NA CAMA – PARTE III

Com minhas coxas afastas tinha a minha cona completamente exposta e estava desejosa de ser tocada quando o sinto a avançar para mim e sou penetrada lentamente, senti que não era a sua pila mas a sensação era boa.

Ao fim de algum tempo disse-lhe que queria ver:

“Tira-me a venda… quero tanto ver.”

Aí eu vejo o que ele segurava na mão, um dildo de um tamanho generoso e era com ele que me estava a penetrar… Que intenso era.

Como estava, presa numa cama de quarto de hotel, híper estimulada, a ser penetrada por um dildo enquanto o homem que o manobrava olhava para mim com uma tesão tal que tornava o semblante dele sério… quase fechado.

Digo-lhe que é muito bom… para não parar! Estava a sentir o formigueiro de um orgasmo a chegar.

“Mais, não pares… vou-me vir!”

E venho-me intensamente!

Ele então vira-me de lado e segura na minha coxa para manter as minhas pernas bem abertas e continua com aquele vai e vem intenso e profundo. Sinto-o por trás de mim com a sua respiração alterada de quem estava a apreciar intensamente tudo, tanto ou mais do que eu.

Digo-lhe:

“Quero sentir-te na minha boca.”

Chupar dá-me imensa tesão e já só pensava em tê-lo rijo entre os meus lábios… lambuzá-lo com a minha saliva e vê-lo gemer.

Como estava presa apenas podia estar virada para cima, então ele mete-se de joelhos abertos por cima do meu pescoço e subo a minha cabeça para facilitar, ele quer dar-me conforto e coloca uma almofada. Enfia, então, a sua pila já a enrijar na minha boca.

Desta forma ele tinha total controlo sobre mim… eu estava apenas a ser fodida, agora na boca.

Ele estava tão duro e como que lendo o meu pensamento, desaperta as fitas que me prendiam, coloca as minhas pernas fletidas no seus ombros e penetra-me com força! Bem fundo e intenso, exatamente o que eu tinha em mente!

Sinto que ele se está quase a vir e puxo por ele…

“Onde te queres vir?”

Ele olha-me… e ansioso diz…

“Nas tuas mamas!”

Chega o momento e ele sai rapidamente dentro de mim, eu baixo as minhas pernas e levanto ligeiramente os meus ombros, com os cotovelos para trás, e ele fica do meu lado. Aguardo muito excitada até ver o grand finale e todo o leite quente a escorrer pelo peito e mamilos…

Sorrio para ele com satisfação.

Ele deita-se ao meu lado, eu relaxo-me para trás e ficamos os dois, lado a lado, a fitar o teto daquele quarto de hotel.

Queria repetir tudo de novo!

The end

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