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Monday mood

Com mais uma segunda a chegar ao fim não resisti a dar uma olhadela no Tumblr, sabem com eu gosto não é, e a primeira imagem do meu feed era tão deliciosa que não resisti a uma partilha.
Desde os mamilos com piercing que simplesmente ADORO, ao contorcer e levantar de anca dela e ar dedicado e concentrado dele…É tudo em bom!

Inspiração!

Vídeo

La Petite Mort

La petite mort (French pronunciation: ​[la pətit mɔʁ], the little death) is an expression which means “the brief loss or weakening of consciousness” and in modern usage refers specifically to “the sensation of orgasm as likened to death”

Sigo atentamente o trabalho da @tinamariaelena no instagram com toda a atenção e há algumas horas pude deliciar-me com esta excelente obra feita em exclusivo para cover do novo single de uma banda.
Investigando mais a fundo a caption do post descubro o teaser de um filme que teve a sua estreia hoje no Porn Hub e que acompanha a nova musica da banda KING 810 com o nome altamente sugestivo La Petite Mort.

A banda sonora e as imagens a preto e branco são de uma intensidade fora de série. Uma orgia com uma beleza quase misteriosa. O filme é para ser visto e revisto com o som alto para que toda a experiência se torne mais intensa.

Curioso é que apenas há uns dias atrás tinha conhecido a expressão fascinante La Petit Mort.
Podem conhecer e comprar as obras da artista na sua Webshop

QUARTO 311 – PARTE II

Passa a sua língua de baixo para cima mais umas vezes e volta a foder-me com os seus dedos.
Penetrando-me fundo e com força durante algum tempo, mantenho o meu rabo empinando até sentir aquele formigueiro a subir! A sua dedicação era exemplar.

Vou-me vir!

Aperto as coxas com os dedos dele ainda dentro de mim e depois deixo-me cair na cama relaxada.
Rodo a cabeça para o ver, ainda de pé junto do fundo da cama, eu suada, nua e ele ainda completamente vestido, a observar o seu brinquedo.
Estava já solta e sem pingo de vergonha, sentei-me na beira da cama com ar sedento, boca entreaberta e a língua a percorrer os lábios. Puxo-o para mim e juntos começamos a despir-lhe as calças e depois os boxers, ele também tira a camisa.
Ainda mole, passo a língua no pau dele. Embora esperasse que as nossas actividades iniciais o tivessem deixado duro, também gosto de ter total controlo e começar por chupar mesmo quando está mole e sentir o sangue a subir até que se torna grande e rijo, preenchendo-me bem a boca.
Chupo-o todo e naquele estado consigo facilmente enfia-lo até à garganta. Começa a dar sinais de despertar é isso motiva-me a chupar com mais intensidade e cuspi-lhe um pouco.
O meu lado mais cerebral dizia-me…

Hmm como é que ele não está verdadeiramente duro ainda, estarei a perder qualidades?

De facto fazia já algum tempo desde que não fazia um broche, mas penso que a técnica não se perde, talvez a resistência sim, mas a técnica não.
A química não estava a fluir como eu desejava, mas também sei que por vezes surge durante o momento da penetração por ser mais íntimo. Ele vira-se ligeiramente para trás para apanhar a caixa com preservativos e a minha mente navega já até ao intenso momento da primeira penetração.

Aí sim, tudo vai melhorar, pensei e enquanto o olhava gulosa e me deitava na cama virada para cima abrindo as pernas de forma provocadora.
Ele parece colocar o preservativo sem grande dificuldade e lança-se sobre mim mas a penetração não acontece pois toda a firmeza se foi nuns segundos.
Ele ainda volta a tentar segurando bem o pau agora adormecido, eu tento também encaminhar para o sítio do meu prazer, mas desistimos.

Odeio preservativo!

Diz ele frustrado.
Eu deixo-me ficar calada e olho-o de forma compreensiva. Não posso negar que não me deixe frustrada também pois após um primeiro fracasso dificilmente há regressos, contudo suspeito que não teria sido inédito ou então lidava bem com a situação pois mostrou vontade de me continuar a acariciar.
Deitou-se na cama e eu rolei de lado e encostei-me a ele beijando-o intensamente. Os seus beijos eram curtos mas eu puxei por ele, gosto de beijos com língua, saliva e dedos pelo meio.
Voltou a penetrar-me com os dedos, desta vez fazia-me tremer enquanto estava dentro de mim, vibrando a sua mão, passa os dedos em volta do meu clitóris e eu digo-lhe que é como me venho mais vezes quando me masturbo. Ele sabia agora o meu truque e massajando, com vigor, os seus dedos esticados sobre o meu clitóris faz-me vir intensamente.
Senti uma descarga de electricidade a percorrer todo o meu corpo e após a contorção de todos os músculos do meu corpo sinto um relaxamento geral e uma leveza.

Sentiste? Até dei choque!

Disse entusiasmada.
Não… Mas mostra-me então que agora sim estava duro, extremamente duro.Não com o meu toque nem com a minha boca, mas sim com o meu orgasmo.
Aproveitou o momento para voltar a colocar um preservativo e disse-me para me meter de quatro. Assim fiz, esperei e quando não senti o que esperava deixo-me cair na cama e viro-me para o ver.
Tento ainda dar umas chupadelas e carícias por cima da borracha mas já não havia salvação.
Apesar de me sentir confusa, tento manter um espírito descontraído quando ele se volta a deitar. E entre beijos pelo seu corpo e vou descendo até o enfiar novamente na boca.
Do mole ao duro em algumas sucções. Alternando entre chupadelas na cabeça e enfiando-o bem fundo da minha garganta, ele coloca as suas mãos na minha cabeça, momento em que percebo que se vai vir. Prendendo-me a cabeça em baixo eu aguento sem respirar enquanto ele geme e se contorce.

Quase não senti o sabor do leite uma vez que ele se veio bem dentro na minha boca, já na garganta.
Senti que agora podíamos relaxar e aproveitar o tempo que nós restava para descontrair, queria conversar com ele pois falámos por mensagens durante algum tempo e gostava da nossa conversa intelectual. Fugia ao banal do costume. Gosto dos momentos após sexo em que a conversa flui, a tesão e a tensão dão lugar a sintonia e partilha e a novas sessões de sexo.

Vou dar umas braçadas à piscina para aproveitar o hotel, tens até que horas?

Engoli em seco. E na minha personagem mais natural digo-lhe que ainda tenho algum tempo, mas não a noite toda. Pareceu-me que tinha feito passar a mensagem.
Ele desfaz então as minhas expectativas quando me diz que como não tinha internet no quarto teria de ir ao centro comercial para terminar e enviar um trabalho, tinha coisas para fazer portanto e eu não estava incluída no programa.
Como me julgo perspicaz, percebi que a situação estava esgotada e disse-lhe que iria retocar-me e depois seguia o meu caminho.
Ele veste os calções e uma camisa e dá-me um beijo. Indiferente à minha linguagem corporal que estava incrédula com o desapego. Assim que ele sai do quarto vou ao duche, passar-me rapidamente por água, e visto-me de seguida. Antes de sair Deixo-lhe um bilhete de despedida educado no bloco de papel com o monograma do hotel e saí.

Entre várias explicações para um final destes estará algum desconforto com a sua performance ou o arrependimento por ter namorada, quero acreditar.
Seja qual for a explicação, foi uma confirmação de que para mim uma aventura não se limita a sexo vazio, já fiz e vivi bastante para saber isso, procuro momentos de ligação muito para além disso.
Aprecio o companheirismo e o momento de relaxamento pós loucura, mesmo que saiba naquele momento que não vou voltar a estar com essa pessoa novamente. Faz parte de mim e da minha história e por isso é relevante. Aceito também que ele seja obrigado a dar mais do que quer ou consegue, mas eu por vezes é nesse momento que me apercebo que dou muito de mim e como resultado fica um vazio de não retribuição.
Mas apesar desta reflexão mais séria e que é também o espelho do profundo da minha alma, gostei do desafio intelectual das interações com ele e sobretudo de um orgasmo electrizante que se dedicou a proporcionar..
E no fundo, no fundo a dúvida que fica no ar é

Quem seria a Ana Osório?

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Vídeo

Monday mood

Nova semana cinza a precisar de um pouco de cor?
Hoje partilho um vídeo que me deixa a ferver e me faz mexer na cadeira enquanto aperto as pernas. Quando dou por mim estou a passar a língua pelos lábios entreabertos e a desfilar pensamentos marotos na minha cabeça.
E tudo isto sem sexo nem nudez.

Wet and messy fetish (WAM), also known as sploshing, is a form of sexual fetishism whereby a person becomes aroused when copious amounts of a substance are applied to the naked skin, face, or to clothing.

Quarto 311 – Parte I

Após uma inspiração profunda, envio a mensagem como combinado.

Estou aqui no corredor em direção ao quarto

Ele: Não te vejo! Quarto 311

Mas… É onde estou… Vês!

Ele: Mas eu estou no corredor com a porta aberta e não te vejo

Trip, quarto 311!

Ele: Não… Tivoli!

Bolas, quer dizer q estou no hotel errado, à porta de um quarto de um estranho?
Pensei para mim, ainda bem que o combinado era eu avisar quando saísse do elevador. Ele queria ter a porta aberta para eu entrar e me agarrar e beijar imediatamente.

Não estou longe, demoro 5 min, é do lado oposto da gare.

Estranhamente a situação caricata acalmou o meu nervosismo, afinal o que poderia mais acontecer!
Saio rapidamente do hotel errado, com o mesmo passo rápido e olhar vidrado no infinito, de forma a não estabelecer qualquer contato visual com ninguém.
Chego à rua e sinto o fresco na cara, nova inspiração profunda, vamos miúda!
Ao caminhar pelo amplo espaço entre o centro comercial e a gare continuamos a trocar mensagens.
Ele pergunta-me como estou vestida, estava num dos quartos com vista para o meu percurso.
Eu respondo que tenho um sobretudo beije, comprido.

Ahh já te vejo – andar seguro, sexy

Olho para cima na tentativa envergonhada de tentar localizar o voyeur mas missão impossível, a enorme fileira de janelas espelhadas esconde perfeitamente quem ocupa os quartos.
Durante uma caminhada que já me parecia interminável, ele dá-me instruções adicionais, a entrada para os elevadores é pela esquerda e caso me abordem deve dizer que me chamo Ana Osório.
Achei a questão do nome bastante curiosa mas achei que seria algo com significado para ele e a minha curiosidade apenas retirava interesse ao momento.
Nem tudo tem de ser explicado ou detalhado. O mistério alimenta a minha imaginação.
Usei a mesma técnica ao entrar no novo hotel, olhos fixos no elevador e andar decidido.
Piso 3, deja vu

Estou a chegar ao quarto, aviso

Agora sim vejo uma porta entreaberta e entro devagar.
Vinha quente e corada e meio sem jeito digo… Que filme! Ainda bem q não bati à porta do quarto errado, ia ser estranho explicar.
Mal eu termino estas palavras ele cumpre com o que tinha no plano é beija-me. Tinha uns os lábios finos rodeados de barba macia. Não senti a sua língua, apenas os lábios frescos.
Avançamos no pequeno corredor ao interior do quarto. Pouso a minha mala e tiro o sobretudo totalmente desnecessário naquele ambiente. Ele mantinha-se bem perto e percorreu-me o corpo com as mãos terminando entre as minhas coxas, sentindo o meu calor e a ausência de cuecas.

Estás tão molhada, diz

Sorrio e digo, é natural com uma situação assim, estou excitada.
Sento-me na beira cama e ele volta a passar a mão entre as minhas pernas, agora mais audaz enfiando primeiro um dedo e logo depois 2 dentro da minha cona quente. Fazendo-me soltar o meu primeiro gemido.

Com firmeza continua a foder-me com os dedos! Estava motivado em descobrir como seria um orgasmo meu. Enquanto me penetrava olhava-o nos olhos e recebia alguns beijos suaves. A outra mão percorria o meu peito, entrando pelo decote da camisa.
A saia que tinha vestida era justa e pelo joelho, logo para além de um enorme calor não permitia que eu me pudesse abrir como estava já a desejar.

Levanto-me e deito-me de costas na cama para lhe mostrar como a minha saia tinha um zípper de cima a baixo. Ele rapidamente lhe pôs as mãos e libertou-me sem hesitar.

Aproveito o momento para retirar também a minha camisa e deixo-me de gatas em cima da cama.
Pernas ligeiramente abertas, cabeça baixa apenas esperando o próximo movimento.
Ele lambe-me lentamente a cona com um único movimento, numa lambuzadela molhada e inesperada tremo de prazer.

Continua