À NOITE NO CARRO… PARTE II

Os bancos da frente não são os ideais, por isso, sugiro irmos para os de trás, nisto sentimos o clarão dos faróis de um carro a aproximar-se… este tipo de iluminação será nossa companheira para o resto do encontro e a cada novo flash a nossa indiferença aumenta. No final de contas, estamos todos ali para o mesmo e provavelmente em situações semelhantes.

Já no banco de trás, o gelo ainda não está totalmente quebrado, eu estou encostada num lado do banco e ele no outro… sinto que ele não sabe bem como avançar… dizemos trivialidades e o meu riso começa a ficar nervoso. Já não só por mim mas pela situação em si…

“Estão a passar-se minutos… Então isto avança ou não?” – penso

Ele faz-me uma carícia na cara e passa a mão pelo meu pescoço… já sabe desse meu soft spot, e agarra-me pela cintura, puxando-me para junto dele.

Deixo-me ir.

A noite já estava, de facto, quente mas neste momento já sentia o calor em todas as partes do meu corpo. Decido tomar alguma iniciativa e subo para o colo dele. Coloco as minhas mãos à volta da sua cabeça e beijo-o prolongadamente enquanto me encosto propositadamente como que a simular que o estou a montar só para sentir que a pila dele estava bem acordada.

Senti a pila dele a ficar rija e isso entusiasmou-me!

O vestido foi cuidadosamente escolhido para se ajustar a espaços com pouca manobra: Prendia com uma alça ao pescoço e, numa peça única, a saía era um largo pano que traçava e apertava lateralmente num laço. Desta forma, estava garantido que não iria ter posições nem situações desconfortáveis enquanto em despia. Com um simples movimento de subida da saia poderia ficar com a minha cona totalmente disponível… essa vulnerabilidade é excitante.

As carícias e o encosto, agora já mais intenso, continuaram até que num impulso desato a alça do vestido no pescoço e faço-o descer ficando apenas com o soutien bem junto à boca dele.

Aí sim, ele puxa a última barreira entre os lábios dele e os meus mamilos e sem hesitação agarra-me as mamas com as duas mãos enquanto as vai devorando, oram lambendo, ora chupando com força, ora mordendo…

Afasto-me repentinamente e inclino-me para trás. O luar ilumina-me os bicos já bem rijos e olho para ele, para o sentir sedento de as voltar a beijar. Rio-me! Este poder de enfeitiçar é um dos maiores afrodisíacos…

Saio de cima dele e já apenas com o vestido pela cintura inclino-me na ponta oposta do banco com as pernas afastadas, agora quero que seja ele a vir ter comigo. Sinto-o vidrado em mim e a avançar as suas mãos fortes por entre as minhas pernas até que finalmente chega à minha cona!

Aquele arrepio percorre o meu corpo todo e contraio-me com prazer, penetração é sem dúvida o que me leva ao topo e nisso estava agradavelmente surpreendida com o toque e forma como me penetra com os dedos.

Primeiro mete um dedo e após algumas carícias mete mais um…sempre com uma intensidade deliciosa que me estava a deixar toda molhada. Os preliminares estavam a ser ótimos. Mudamos de posição, ele puxa-me para o colo dele enquanto me abraça com força.

Nesse momento, decidida a retribuir as carícias eis que reparo … não havia atividade! A pila estava completamente inerte! Mole! Contudo ele não parecia incomodado com a situação… muito intrigante!

Penso: “Miúda! O que se está a passar? Perdeste o teu mojo?? “

Voltei a agarra-me a ele e beijo-o intensamente, enquanto ele continua a brincar com os seus dedos na minha cona… sinto os maxilares dele a estalar e não tenho qualquer dúvida que ele está super excitado!

Neste momento decido ser egoísta e disfrutar porque ele sabe definitivamente o que está a fazer! Venho-me e em delírio digo:

“Quero sentir-te dentro de mim!”

É o tudo ou nada! Agarro na sua pila mole e meto-a na boca. Sei as minhas qualidades, bolas, se há pessoa capaz de um CPR genital sou eu!

Resultou!!

“Como mulher prevenida, vale por dois” digo-lhe que tenho um preservativo que retiro imediatamente da mala, com ansiedade pergunto-lhe se quer que o ajude a colocar.

Noto imediatamente que ele fica encavacado… num espaço de tempo que me pareceu uma eternidade, ele lá abre o pacote e depois agarra no preservativo pelo lado contrário enquanto eu vejo a minha obra a murchar!!

Enquanto ele luta consigo próprio para colocar o dito… eu vejo que isso não vai acontecer… para além de já estar a perder o fulgor, o próprio preservativo acaba desenrolado e inutilizado… Ele diz que não tem jeito para aquilo que já não usa há muitos anos blá blá blá…

Abraça-me e aperta-me junto ao peito dele como que dizendo, sem dizer: “Está tudo bem e não vai acontecer nada”. Confirma-se, diz finalmente que, para ele, a penetração não é o mais importante e que teremos outras oportunidades, retomando as carícias maravilhosas à minha cona ainda molhada.

Penso: – “Caramba és bom nisto! Não pares! Vou-me vir outra vez!”

Continua

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