Às 8 no Jardim

Gostei muito do que vi e começamos a conversa. Tenho consciência que as conquistas se sentem em desvantagem comigo uma vez que eu sei como eles são enquanto me escondo atrás de umas belas pernas desenhadas pela Apollonia Saintclair.

Mas também sei que sou atraente e que posso fazer mais ou menos o jeito dos pretendentes, mas sou sempre (?) uma agradável surpresa.

Ele foi direto ao assunto, compreendo que seja o primeiro desbloqueador uma vez que ele era bonito e acima da média, queria saber qual era o meu aspeto antes de tudo o resto. Eu descrevi-me rapidamente indicando algumas características físicas bem como traços gerais de personalidade.

O facto de ele ser extremamente bem-parecido inverteu o meu jogo e isso intrigou-me, senti-me numa audição ou entrevista de emprego, em que receava que uma resposta minha fosse ao lado e que terminasse aí o momento.

Decidi manter-me fiel a mim mesma e confiante, afinal ele é que era um sortudo por me estar a cativar. A sua postura intrigante e desafiante iria ter resposta à altura.

Passámos depois à partilha de gostos no sexo e em comum tínhamos a importância e características de um bom broche, com gosto, com dedicação, som e claro até ao fim! Cada vez estava a gostar mais da conversa.

Por vezes passava-me pela cabeça a hipótese de estar a ser enganada e de não ser ele nas fotos, no fundo queria acreditar que sim, mas dei-lhe oportunidades de assumir a verdade. Já passei essa fase de apenas considerar o aspeto físico a uma variável para uma aventura de prazer.

Tenho descoberto que não funciono de forma linear e que a aparência é importante mas que pode ser superada pela atitude e intelecto, que me cative e dê luta. Deixei por isso que o desenrolar das conversas determinasse se o iria conhecer ou não, se esse dia chegasse.

Perante a vontade que ele tinha de me ver mostrei-lhe uma foto minha e dei-lhe um nº de telefone para se quisesse conversar em outros termos e claro ver outras perspetivas minhas.

Mais uma vez a bola ficou do lado dele, situação atípica. Eu gosto de dar o controlo, não de não o ter sequer.

No dia seguinte fui surpreendida por um desafio, Ele estava a almoçar e queria que eu lhe apimentasse o almoço. Alinhei no jogo e partilhei algumas imagens minhas provocadoras tiradas no momento. Estava a usar um cinto de ligas de cintura subida e umas meias de liga pretas. Mostrei-lhe como o meu rabo ficava quando a saia subia. Era um bom teaser.

Ele correspondeu e enviou algumas fotos de corpo, tinha ido ao ginásio. O mistério mantinha-se… será que ele era o pedaço de mau caminho que parecia ser? O corpo parecia estar em forma.

Pensei:

Miúda: Agora vai ter de pagar para ver! Tu não vais resistir!

Retribuí com uma foto das minhas mamas, uma foto que gosto especialmente pois estou com uma combinação muito interessante que abre na zona das mamas quando se puxa por uns fios. Sinto-me especialmente sexy e favorece o formato arrebitado do meu peito.

Em resposta ele lança-me um desafio: Um encontro rápido para ele me devorar as mamas e só mesmo as mamas.

Achei excitante e pensei imediatamente:

Será que ele me resiste e se fica apenas e só pelas mamas?

Ele parecia confiante de ser capaz de resistir. Diz que não iria propor algo que não fosse capaz de superar.

Sabendo que ainda não estava totalmente convencida que ele era quem eu via nas fotografias ele divertia-se a picar-me e eu deixei-me levar mas a Miss Bring é uma jogadora de poker sem medos e gosta de fazer all ins!

Sugeri então um encontro para esse dia às 8 da noite no jardim, conhecia um sítio discreto e a essa hora estaria com certeza deserto!

Ele não confirmou de imediato e disse que apenas perto da hora saberia se iria ou não. O suspense manteve-se até ao fim. Saí de casa para o tal jardim e no caminho cumpro o combinado, aviso que estarei mesmo pelas 8 horas no ponto de encontro.

Levava um casaco comprido e um chapéu de abas largas que juntamente com a penumbra da noite já cerrada dava o disfarce perfeito, por baixo levava uma blusa e uma saia. As minhas expectativas estavam nos 50% de chances de ele não aparecer ou ser alguém totalmente diferente do esperado. Mas como é um jardim que gosto pela vista sobre toda a cidade, particularmente à noite, o passeio nunca seria um desperdício.
Estava uma noite fresca mas com o céu limpo e luar relaxante.

Ao descer a escadaria do jardim vejo um vulto na minha direção, vinha vestido de escuro e tinha um capuz e naquele lugar e aquela hora seria provavelmente ele. Senti-me nervosa e aquele kick da adrenalina que eu tanto gosto entrou no meu sangue.

Eu paro a meio das escadas e ele rapidamente chega até mim, aqueci da cabeça aos pés! Era o deus grego que eu desejava que fosse. O escuro e o chapéu não deixava transparecer, mas devia estar bem rosada e a timidez estava a tomar conta de mim. Senti-me quase infantil.

Por baixo do capuz ele tinha um boné que tira para me cumprimentar, enquanto eu digo

És mesmo tu!

E lhe viro a minha cara para aceitar o beijo apenas na cara. O combinado era apenas as minhas mamas! Não queria deixar cair o desafio assim tão rapidamente.

Fomos lado a lado até à ponta do miradouro e aí comecei a relaxar, embora esse fosse também o local onde estávamos mais expostos pois infelizmente a minha previsão de solidão não se estava a concretizar.

Digo,

Vamos antes para aquele canto, é mais discreto

Enquanto vamos até lá passam-me umas imagens pela cabeça e sorridente passo a mão pelo meu peito pois tinha trazido um dos meus soutiens preferidos e sentia os meus bicos já duros.

Encosto-me sobre o muro que fazia canto com um edifício e dali apenas poderíamos ser vistos por alguns vizinhos mais indiscretos mas olhando rapidamente e redor não havia viva alma. Devia ser hora da novela, quem iria espreitar à janela!

Ele avança sobre mim e para minha satisfação quebra imediatamente o acordo. Agarra-me com firmeza pela cintura e puxa-me vigorosamente contra ele enquanto me percorre o pescoço com a boca.

Beija-me demoradamente a zona do decote enquanto as suas mãos percorrem as minhas coxas, rabo e sinto os seus dedos a passarem vigorosamente pela entrada da minha cona.

Era mesmo o que me apetecia. Ele agarra-me o cabelo e puxando a minha cara para cima devora-me com a sua boca fresca com sabor a menta.

Pergunto divertida enquanto recupero o folgo:

Então não era só para me beijares as mamas?

E ele responde

Nunca disse que não fazia batota

Abro mais o meu casaco e deixo ver a camisa vermelha de seda que trago por baixo. Abro o 1º botão e mostro-me desejosa de o sentir novamente a percorrer-me com a sua língua. Sentir a saliva na pele. Empino o peito.

Ele diz num murmúrio:

És mesmo como eu gosto

Era mútuo, os beijos longos e profundos e as mãos por todo o lado, tornavam o momento intenso. Enquanto me voltava a agarrar as coxas e esfregar a cona, sentia os seus dedos grandes a entrar, não totalmente, mas a deixar-me louca.

Ele parou de me beijar por momentos e ordena-me:

Dá-mas, mete-as na minha boca

Eu bem-mandada como sou assim faço, afasto mais a camisa entreaberta e puxo as mamas para fora do soutien.

Os meus bicos estavam rijos e ainda mais ficaram quando ele os devora. Fiquei a olhar apenas, a luz difusa da lua e dos pouco cadeeiros permitia-me ver como ele me devorava as mamas com vontade.

Voltando aos beijos no pescoço, cara e boca ele afasta a sua boca de mim e eu deixo-me de boca aberta, com a língua a chamar por ele, toda eu era tesão naquele momento. Ele não resiste e dá-me uma chapada na cara enquanto diz:

Não faças isso que isso! É mesmo o que eu gosto!

Sorrio safada e penso gostas tu e gosto eu ainda mais!

Já que todo o acordo tinha ido por água abaixo retiro as luvas e passo a minha mão sobre as calças dele, senti-o rijo por baixo. Esfrego e gosto do que estou a sentir. Imagino-o a entrar na minha boca, algo que sei que ambos gostamos…

Ele volta a agarrar-me pelas nádegas e passa a sua mão pelo interior das minhas coxas puxando-me para cima. Nesse momento oiço a minha saia a rasgar… well well depois vejo… não vou parar!

Fazemos mais uma pausa para ganhar folgo e ele pergunta-me como faço para disfarçar os cheiros e os chupões…

Em stress exclamo!

Não! Não me fizeste chupões pois não?

Não, diz ele e respiro de alívio! Recomeça a falar, enquanto andava de um lado para o outro à minha frente:

Como se vai para casa a seguir depois de uma sessão destas? Acho que vou ter que bater 2 esta noite!

Não lhe respondo porque gosto de manter certos aspetos da minha vida dupla privada mas saber que ele se iria masturbar por mim era excitante. Peço-lhe um beijo de despedida e ele compõe sem vontade a minha camisa, não resistindo a beijar as minhas mamas mais um vez.
Fiz questão de tornar o momento da despedida dificil.

O nosso encontro estava no fim, muito longe do acordo inicial mas também muito melhor. Fiquei desejosa de um novo encontro, eu e ele num quarto era… promissor!

Ao ir para casa revejo todo o filme na minha cabeça enquanto sinto um vento fresco a subir por trás dos joelhos!

Damn!!! A minha saia!!

6 thoughts on “Às 8 no Jardim

  1. Tuas histórias deixam-me louco de tesão e ficando desejoso de poder ser uma das personagens um dia ;).

    Vai ao vns tem lá uma mensagem

  2. Realmente , um belo blog, e uma mulher sem preconceitos e que admiro pela sua tesão explicita,parabens!…Estou doido só de ler a forma como escreves e cheio de ideias e vontade de te encontrar um dia!beijos

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