California boy

Li no mural de um amigo a piada

Já estão a sentir o efeito Websummit no Tinder?

E de facto o número de não portugueses no Tinder deve ter estado nos píncaros e como me sentia preguiçosa para um match em inglês não liguei qualquer dating APP até ao final do evento.

Foi já na sexta-feira seguinte, um dia aborrecido e véspera de fim de semana, que me apeteceu voltar ao meu hobby de swipes e talvez fazer um match interessante.
Apareceu um americano com estilo descontraído e fotos atraentes ainda por cá a aproveitar a cidade uns dias após o grande evento.
O facto de se ir embora dentro de 2 dias fez um click na minha mente e sem precisar de grandes seduções decidi que o iria conhecer.
Para além de um tipo bem-parecido e com sucesso profissional elogiou o lifestyle aventureiro que o meu perfil anuncia e não hesitou num encontro mesmo sem ver uma foto minha, isso cativou-me, estava sobretudo curioso e tinha boa energia.

O sentido de urgência apoderou-se de mim e marcámos o nosso encontro para a tarde do dia seguinte.
Ele estava já sozinho, na casa alugada por diversos participantes no evento, e a proposta era bebermos um vinho tinto e trocarmos impressões sobre a experiência em Lisboa e deixar rolar.
Fast forward para o dia seguinte, sigo para a morada da casa e sinto-me estranhamente segura com a boa vibe que captei das parcas palavras que trocámos. A minha mente estava organizada – se me agradar vou avançar.
Ao parar o carro assalta-me um pensamento flash

Miúda não fazes isto há tanto tempo, será que ainda tens o teu fogo?

Aviso que estou à porta e ele vem-me receber num estilo descontraído típico da american way de estar.
Satisfeita por ele ser exactamente como nas fotos, em boa forma e com um sorriso super cativante em que os olhos ficam bem rasgados e quase fechados. Abraçámos-nos após um beijo na face e entrámos. Ele pergunta-me se quero beber algo, vinho ou água por exemplo, eu escolho água e vamos até ao sofá onde nos sentámos a conversar despreocupadamente, tínhamos algum gelo para quebrar e a nossa linguagem corporal assim o transmitia.
Estávamos distantes no sofá embora com olhares directos e sem rodeios.

A conversa fluiu tranquilamente sobre uma grande variedade de temas como o meu blog, o estilo de vida e experiências. Ele tinha sem dúvida uma postura interessante e aberta face ao sexo.
Era solteiro há 3 anos, após uma relação longa que não o satisfazia nos seus desejos de viver o sexo como um estilo de vida, e frequentava festas liberais em LA. Falei-lhe de algumas experiências minhas em clubes swing ou liberais sem qualquer pudor e ele partilhou comigo a sua experiência com um casal enquanto bull, algo que eu acho interessante uma vez que a minha veia exibicionista está sempre presente.
O homem enviava-lhe a mulher para ele a foder, ora com ele a observar no quarto ora pedindo para fazerem vídeos dos encontros para depois ver.

É sempre refrescante conhecer pessoas que são diferentes das demais e que assumem um estilo de vida próprio e totalmente sincero com os desejos e fantasias interiores. Ele tinha sido muito corajoso em assumir a sua plenitude, abdicando da estabilidade de uma relação tradicional.
Enquanto conversávamos eu comecei a sentir-me tímida (bom sinal) e os nossos corpos estavam já mais próximos. A forma como estava sentada no sofá, de lado para ele, fazia subir o meu vestido e deixar à vista as minhas meias suspensas pelo clip do cinto de ligas. Ele tocava ligeiramente com os seus dedos nos meus joelhos. Estávamos num ritual de sedução cujo desfecho já estava traçado assim que o vi em carne e osso.

Ele pergunta se me pode beijar e eu nestas situações sou melhor com gestos do que palavras e respondo colocando-me a jeito para ser beijada.
Pressionando os seus lábios contra os meus sinto-o a soltar um murmúrio de prazer que confesso me excitou imenso.
Beijámos-nos suavemente com as línguas húmidas ainda a apalpar terreno, beijei-o no pescoço e mordisquei a sua orelha, o meu chip estava a mudar e a timidez a desvanecer.

Olho em volta e vejo que a janela da sala permitia uma visibilidade total do exterior onde estava um vizinho a varrer a entrada do portão e perguntei-lhe se podia conhecer o seu quarto.
Os quartos da casa, agora vazia, encontravam-se no andar de cima e ao subir as escadas sinto as suas mãos a apalpar o meu rabo e coxas e num sinal de extrema apreciação exclama:

Soo sexy

Ao ver-me subir de sapatos altos à sua frente.
Entrámos no seu quarto, simples e cuja cama grande ocupava quase completamente a largura da divisão. A sua mala estava num dos lados, junto às janelas tipo porta que davam para um solarengo terraço que dividia o espaço com as traseiras das restantes casas da urbanização.
A cortinas semi-opacas permitiam privacidade ao mesmo tempo que deixavam ver silhuetas caso tivéssemos companhia por isso decidimos deixar os estores para cima. Seria um bom programa para a tarde de algum vizinho cusco.

Eu de saltos ficava quase do tamanho dele. Enquanto nos beijávamos ele apertava-me com intensidade e tomou a iniciativa de me tirar o casaco, virando-me de costas. Enquanto me puxava para ele, percorria o meu pescoço com beijos e apertava-me as mamas. Eu não resistia a picá-lo um pouco e empurrava o meu rabo para trás para o deixar e sentir bem duro.
Ele procurou o fecho do meu vestido e abre-o pausadamente até que ele cai ficando pela cintura deixando o soutien apenas.
Agora com mais facilidade conseguia tocar nas minhas mamas sentindo os mamilos já rijos.
Provoco-o ainda mais após deixar cair o vestido, expondo o meu rabo redondo e empinado contra ele. Ele liberta um “oh God” que me entusiasma.
Penso divertida

Um foda em americano é um inédito!

Na curta conversa tida na véspera ele tinha perguntado o que me atraia mais nos homens, eu tinha respondido mãos, peito e um caralho bonito. Por isso agora naquela situação, sentada de frente para ele na cama perguntei-lhe com ar maroto:

Don’t you have something to show me?

Ele percebeu imediatamente e abriu as calças, já sem boxers por baixo, e mostra-me o seu bonito caralho já rijo por mim.
Agarro nele e delicadamente dou-lhe umas lambidelas suaves antes de o meter na boca. Primeiro a ponta e depois todo, até ao fundo da garganta alternando com beijos suaves, enquanto lhe lançava olhares com tesão.
Lembro-me de ele ter partilhado que adorava “go down on a women” por isso satisfeita com a minha primeira abordagem deito-me na cama, nua apenas com ligas, meias e sapatos, pernas ligeiramente abertas pronta para ser devorada.
Ele não hesita e após ajeitar-me na cama dedica-se a lamber e beijar a minha cona com delicadeza fazendo-me gemer de prazer. As suas lambidelas suaves foram bem recebidas.
Agora satisfeito, levanta-se para colocar o preservativo, estávamos já os dois desejosos da penetração.

Exclama então animado

There is a naked sexy women in my bed!

Era como eu me sentia, nua, sexy e confortável na cama de um estranho tão gentil.
Coloca o preservativo rapidamente e subindo para cima da cama encosta-se a mim puxando as minhas pernas para cima e penetra-me lentamente enquanto me olha nos olhos. Como eu adoro a primeira penetração!
Mordo os lábios de prazer e observo a sua cara enquanto me fode.
Ele repetia o “oh God
Afastou as minhas pernas segurando nos tornozelos com os seus braços quase esticados e entrava bem fundo e devagar. Ele tinha um corpo bem definido, pernas muito rijas e algumas tatuagens tribais, gostava do que via e pisquei-lhe o olho
Virou-me de lado, uma das minhas posições favoritas, e continuou a foder-me num ritmo calmo fazendo me vir.
Não senti necessidade de lhe dizer que me estava a vir, ter de falar em inglês naquele momento não era prioridade. Penso que ele sentiu pelo meu gemido forte seguido de um relaxamento intenso que me tinha provocado um orgasmo.
Estava tão molhada que por vezes o caralho dele saía entre penetrações, para rapidamente voltar a entrar dentro de mim.

Passámos para o doggy style… eu empino o meu rabo grande para cima e relaxo encostado a cabeça e o peito nos lençóis, esperando pela entrada dele. Sinto-o super entusiasmado por me ver naquela posição. Ele agarra-me bem na anca com uma mão e coloca a outra mão no meu ombro e mantendo o ritmo fode-me com intensidade mas sem pressas e sem dar sinais de estar à beira de se vir.
Trocamos mais algumas posições e a minha cabeça já só pensava no orgasmo dele. Queria ver e sentir a explosão de prazer que provoco.
Digo-lhe por fim

I want you to come in my mouth

A sua reacção é algo tépida mas eu tinha vontade de o voltar a chupar até sentir o quente na boca.
Ele fica de joelhos na cama e eu de 4 enfio o seu caralho duro na boca e dedico-lhe toda a minha intensidade. Enfio-o bem fundo, até conseguir tocar nos tomates com a ponta da língua e delicio-me com vontade, olhando de vez em quando para ele. Gosto de ser apreciada.
Contudo ao fim de algum tempo começo a estranhar a falta de leite na minha boca.

Eu gosto muito de fazer um bom broche e sei que sou boa por isso. Comentei há pouco tempo com um querido amigo que acho impossível fazer um mau broche. Isso não está mesmo em mim!
Dou por mim a pensar

Miúda! Que se está a passar? Ele não estará a gostar? Mas isso é impossível!

Continuo mais um pouco já em espirito de missão, babada mas motivada para que tivéssemos os 2 direito ao orgasmo. É o justo. Certo?
Ele deita-se então com um sorriso na cara, mas eu não desisto facilmente e continuo a chupá-lo até começar a sentir que ele está a perder firmeza. Tenho uma saída graciosa e beijando suavemente o seu caralho, cada vez mais mole, páro olho para ele com uma sobrancelha franzida.
Por fora estou calma, mas por dentro só grito “What???”
Ele deteta o meu ar confuso e diz-me

Thats OK baby, i’m fine, it was great! You are great

Abandono definitivamente a missão e deito-me ao seu lado, com a cabeça no seu ombro e fico simplesmente a contemplar. Ele continua repetidamente a dizer que eu sou maravilhosa e que o meu deep troath é de outro mundo, mas que ele nem sempre se vem e que o importante é que eu me tenha vindo. Ele está ótimo com a situação.
Eu questiono-o: Are you sure? Porque eu gosto tanto de provocar um orgasmo no homem e estava a sentir que faltava algo ao nosso encontro.
Ele explica um pouco que apesar de o meu broche ser maravilhoso, ele raramente se vem assim. Prefere vir-se a foder mesmo e que de facto tinha estado quase a vir-se quando me fodeu por trás a primeira vez, mas como bloqueou nessa altura não conseguiu voltar a fazer o switch on, apesar de continuar duro por bastante tempo.
O seu foco é em dar prazer à mulher e conseguir prolongar o sexo forma a garantir isso, mas que o switch off não vem acompanhado de um on.

Fiquei mais tranquila pois apesar de racionalmente saber que não tinha sido por ter feito algo de errado, gostava que tivesse sido diferente uma vez que ele tinha sido tão atencioso comigo.
Para mim a duração de uma foda não é de todo o mais importante e como felizmente ele me tinha feito vir, eu estava satisfeita.
Conversámos mais um pouco deitados, sobre as suas férias e sobre o que planeava fazer no dia que lhe sobrava.
O frio começou a chegar e levantei-me para me vestir, abraçámo-nos fortemente e percorreu-me uma sensação boa, calma, sexy e positiva.
He was really a nice dude!

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

QUARTO 311 – PARTE II

Passa a sua língua de baixo para cima mais umas vezes e volta a foder-me com os seus dedos.
Penetrando-me fundo e com força durante algum tempo, mantenho o meu rabo empinando até sentir aquele formigueiro a subir! A sua dedicação era exemplar.

Vou-me vir!

Aperto as coxas com os dedos dele ainda dentro de mim e depois deixo-me cair na cama relaxada.
Rodo a cabeça para o ver, ainda de pé junto do fundo da cama, eu suada, nua e ele ainda completamente vestido, a observar o seu brinquedo.
Estava já solta e sem pingo de vergonha, sentei-me na beira da cama com ar sedento, boca entreaberta e a língua a percorrer os lábios. Puxo-o para mim e juntos começamos a despir-lhe as calças e depois os boxers, ele também tira a camisa.
Ainda mole, passo a língua no pau dele. Embora esperasse que as nossas actividades iniciais o tivessem deixado duro, também gosto de ter total controlo e começar por chupar mesmo quando está mole e sentir o sangue a subir até que se torna grande e rijo, preenchendo-me bem a boca.
Chupo-o todo e naquele estado consigo facilmente enfia-lo até à garganta. Começa a dar sinais de despertar é isso motiva-me a chupar com mais intensidade e cuspi-lhe um pouco.
O meu lado mais cerebral dizia-me…

Hmm como é que ele não está verdadeiramente duro ainda, estarei a perder qualidades?

De facto fazia já algum tempo desde que não fazia um broche, mas penso que a técnica não se perde, talvez a resistência sim, mas a técnica não.
A química não estava a fluir como eu desejava, mas também sei que por vezes surge durante o momento da penetração por ser mais íntimo. Ele vira-se ligeiramente para trás para apanhar a caixa com preservativos e a minha mente navega já até ao intenso momento da primeira penetração.

Aí sim, tudo vai melhorar, pensei e enquanto o olhava gulosa e me deitava na cama virada para cima abrindo as pernas de forma provocadora.
Ele parece colocar o preservativo sem grande dificuldade e lança-se sobre mim mas a penetração não acontece pois toda a firmeza se foi nuns segundos.
Ele ainda volta a tentar segurando bem o pau agora adormecido, eu tento também encaminhar para o sítio do meu prazer, mas desistimos.

Odeio preservativo!

Diz ele frustrado.
Eu deixo-me ficar calada e olho-o de forma compreensiva. Não posso negar que não me deixe frustrada também pois após um primeiro fracasso dificilmente há regressos, contudo suspeito que não teria sido inédito ou então lidava bem com a situação pois mostrou vontade de me continuar a acariciar.
Deitou-se na cama e eu rolei de lado e encostei-me a ele beijando-o intensamente. Os seus beijos eram curtos mas eu puxei por ele, gosto de beijos com língua, saliva e dedos pelo meio.
Voltou a penetrar-me com os dedos, desta vez fazia-me tremer enquanto estava dentro de mim, vibrando a sua mão, passa os dedos em volta do meu clitóris e eu digo-lhe que é como me venho mais vezes quando me masturbo. Ele sabia agora o meu truque e massajando, com vigor, os seus dedos esticados sobre o meu clitóris faz-me vir intensamente.
Senti uma descarga de electricidade a percorrer todo o meu corpo e após a contorção de todos os músculos do meu corpo sinto um relaxamento geral e uma leveza.

Sentiste? Até dei choque!

Disse entusiasmada.
Não… Mas mostra-me então que agora sim estava duro, extremamente duro.Não com o meu toque nem com a minha boca, mas sim com o meu orgasmo.
Aproveitou o momento para voltar a colocar um preservativo e disse-me para me meter de quatro. Assim fiz, esperei e quando não senti o que esperava deixo-me cair na cama e viro-me para o ver.
Tento ainda dar umas chupadelas e carícias por cima da borracha mas já não havia salvação.
Apesar de me sentir confusa, tento manter um espírito descontraído quando ele se volta a deitar. E entre beijos pelo seu corpo e vou descendo até o enfiar novamente na boca.
Do mole ao duro em algumas sucções. Alternando entre chupadelas na cabeça e enfiando-o bem fundo da minha garganta, ele coloca as suas mãos na minha cabeça, momento em que percebo que se vai vir. Prendendo-me a cabeça em baixo eu aguento sem respirar enquanto ele geme e se contorce.

Quase não senti o sabor do leite uma vez que ele se veio bem dentro na minha boca, já na garganta.
Senti que agora podíamos relaxar e aproveitar o tempo que nós restava para descontrair, queria conversar com ele pois falámos por mensagens durante algum tempo e gostava da nossa conversa intelectual. Fugia ao banal do costume. Gosto dos momentos após sexo em que a conversa flui, a tesão e a tensão dão lugar a sintonia e partilha e a novas sessões de sexo.

Vou dar umas braçadas à piscina para aproveitar o hotel, tens até que horas?

Engoli em seco. E na minha personagem mais natural digo-lhe que ainda tenho algum tempo, mas não a noite toda. Pareceu-me que tinha feito passar a mensagem.
Ele desfaz então as minhas expectativas quando me diz que como não tinha internet no quarto teria de ir ao centro comercial para terminar e enviar um trabalho, tinha coisas para fazer portanto e eu não estava incluída no programa.
Como me julgo perspicaz, percebi que a situação estava esgotada e disse-lhe que iria retocar-me e depois seguia o meu caminho.
Ele veste os calções e uma camisa e dá-me um beijo. Indiferente à minha linguagem corporal que estava incrédula com o desapego. Assim que ele sai do quarto vou ao duche, passar-me rapidamente por água, e visto-me de seguida. Antes de sair Deixo-lhe um bilhete de despedida educado no bloco de papel com o monograma do hotel e saí.

Entre várias explicações para um final destes estará algum desconforto com a sua performance ou o arrependimento por ter namorada, quero acreditar.
Seja qual for a explicação, foi uma confirmação de que para mim uma aventura não se limita a sexo vazio, já fiz e vivi bastante para saber isso, procuro momentos de ligação muito para além disso.
Aprecio o companheirismo e o momento de relaxamento pós loucura, mesmo que saiba naquele momento que não vou voltar a estar com essa pessoa novamente. Faz parte de mim e da minha história e por isso é relevante. Aceito também que ele seja obrigado a dar mais do que quer ou consegue, mas eu por vezes é nesse momento que me apercebo que dou muito de mim e como resultado fica um vazio de não retribuição.
Mas apesar desta reflexão mais séria e que é também o espelho do profundo da minha alma, gostei do desafio intelectual das interações com ele e sobretudo de um orgasmo electrizante que se dedicou a proporcionar..
E no fundo, no fundo a dúvida que fica no ar é

Quem seria a Ana Osório?

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Quarto 311 – Parte I

Após uma inspiração profunda, envio a mensagem como combinado.

Estou aqui no corredor em direção ao quarto

Ele: Não te vejo! Quarto 311

Mas… É onde estou… Vês!

Ele: Mas eu estou no corredor com a porta aberta e não te vejo

Trip, quarto 311!

Ele: Não… Tivoli!

Bolas, quer dizer q estou no hotel errado, à porta de um quarto de um estranho?
Pensei para mim, ainda bem que o combinado era eu avisar quando saísse do elevador. Ele queria ter a porta aberta para eu entrar e me agarrar e beijar imediatamente.

Não estou longe, demoro 5 min, é do lado oposto da gare.

Estranhamente a situação caricata acalmou o meu nervosismo, afinal o que poderia mais acontecer!
Saio rapidamente do hotel errado, com o mesmo passo rápido e olhar vidrado no infinito, de forma a não estabelecer qualquer contato visual com ninguém.
Chego à rua e sinto o fresco na cara, nova inspiração profunda, vamos miúda!
Ao caminhar pelo amplo espaço entre o centro comercial e a gare continuamos a trocar mensagens.
Ele pergunta-me como estou vestida, estava num dos quartos com vista para o meu percurso.
Eu respondo que tenho um sobretudo beije, comprido.

Ahh já te vejo – andar seguro, sexy

Olho para cima na tentativa envergonhada de tentar localizar o voyeur mas missão impossível, a enorme fileira de janelas espelhadas esconde perfeitamente quem ocupa os quartos.
Durante uma caminhada que já me parecia interminável, ele dá-me instruções adicionais, a entrada para os elevadores é pela esquerda e caso me abordem deve dizer que me chamo Ana Osório.
Achei a questão do nome bastante curiosa mas achei que seria algo com significado para ele e a minha curiosidade apenas retirava interesse ao momento.
Nem tudo tem de ser explicado ou detalhado. O mistério alimenta a minha imaginação.
Usei a mesma técnica ao entrar no novo hotel, olhos fixos no elevador e andar decidido.
Piso 3, deja vu

Estou a chegar ao quarto, aviso

Agora sim vejo uma porta entreaberta e entro devagar.
Vinha quente e corada e meio sem jeito digo… Que filme! Ainda bem q não bati à porta do quarto errado, ia ser estranho explicar.
Mal eu termino estas palavras ele cumpre com o que tinha no plano é beija-me. Tinha uns os lábios finos rodeados de barba macia. Não senti a sua língua, apenas os lábios frescos.
Avançamos no pequeno corredor ao interior do quarto. Pouso a minha mala e tiro o sobretudo totalmente desnecessário naquele ambiente. Ele mantinha-se bem perto e percorreu-me o corpo com as mãos terminando entre as minhas coxas, sentindo o meu calor e a ausência de cuecas.

Estás tão molhada, diz

Sorrio e digo, é natural com uma situação assim, estou excitada.
Sento-me na beira cama e ele volta a passar a mão entre as minhas pernas, agora mais audaz enfiando primeiro um dedo e logo depois 2 dentro da minha cona quente. Fazendo-me soltar o meu primeiro gemido.

Com firmeza continua a foder-me com os dedos! Estava motivado em descobrir como seria um orgasmo meu. Enquanto me penetrava olhava-o nos olhos e recebia alguns beijos suaves. A outra mão percorria o meu peito, entrando pelo decote da camisa.
A saia que tinha vestida era justa e pelo joelho, logo para além de um enorme calor não permitia que eu me pudesse abrir como estava já a desejar.

Levanto-me e deito-me de costas na cama para lhe mostrar como a minha saia tinha um zípper de cima a baixo. Ele rapidamente lhe pôs as mãos e libertou-me sem hesitar.

Aproveito o momento para retirar também a minha camisa e deixo-me de gatas em cima da cama.
Pernas ligeiramente abertas, cabeça baixa apenas esperando o próximo movimento.
Ele lambe-me lentamente a cona com um único movimento, numa lambuzadela molhada e inesperada tremo de prazer.

Continua

Primeiro beijo

Pelos meus 13 anos passei algumas semanas das férias grandes de verão numa colónia de férias no norte do país.
Era já uma tradição desde bastante nova e nas vésperas da partida sentia sempre alguma ansiedade por rever as amigas do ano anterior e claro rever e conhecer os rapazes que este ano me despertavam mais curiosidade. Tinha-me tornado mulherzinha no inverno anterior, um marco na vida de uma jovem.

Olhando para trás acho que era até um ambiente bastante avançado, uma colónia mista em que durante algumas semanas de verão se vivia tudo tão intensamente que durava até ao ano seguinte através de correspondência por cartas e telefonemas para casa nas datas importantes. Intensidades típicas de primeiras experiências, descobertas e convívio com rapazes.
Apenas à noite é que éramos recolhidos para camaratas separadas, rapazes para um lado e raparigas para outro embora houvesse sempre aventuras e incursões atrevidas nas camaratas opostas enquanto os monitores estavam a planear as actividades do dia seguinte.

E a excitação que era! Deixarmos-nos ver com pijamas inocentes, sem soutiens por baixo ou deitar a cabeça na cama da nossa paixão secreta, aquele rapaz com que embirrávamos e lutávamos sem perceber o porquê de sermos atraídos para a esfera um do outro constantemente. Quem não suportávamos mas quem não podíamos deixar em paz!

Aos 13 anos foi diferente e inesquecível. Foi inocente e doce. Foi o meu primeiro beijo.
Apesar de ele ter a mesma idade que eu, tinha educação militar e era por isso muito respeitador e educado, mais adulto que os demais do seu grupo, ainda algo infantis na forma de lidar connosco.

Passámos grande parte das actividades a conviver um com o outro, brincando, picando, gozando e aproveitando todas as oportunidades para estar na presença um do outro. Era uma espécie de namoro sem expressão física.

A tradição ditava que na ultima noite antes do final das férias se fizesse uma festa estilo “discoteca” em que teríamos escuridão, luzes e um sistema de som a tocar musicas da moda e não só.
Quando começava a festa rapidamente se formaram grupos de raparigas dançando em roda para um lado da pista e rapazes para outro, meio estáticos e envergonhados. Ele dançava junto a nós. Mais tarde soube que havia uma tradição de chás dançantes no colégio dele e na minha cabeça tudo fez mais sentido.
A selecção musical destas festas, ano após ano, marcou-me até aos dias de hoje. Todos os anos havia alguma musica que marcava a colónia e cuja letra aprendíamos e cantávamos a cada oportunidade com vozes estridentes nos primeiros dias e embargadas no ultimo. Eram hinos à juventude e às férias.

Mas nessa noite tocou uma musica diferente e inesquecível Runaway do Del Shannon. Sendo uma musica dos anos 60 foi uma completa surpresa aos seus primeiros acordes mas talvez desde aí sempre me tenha ficado o eterno gosto por musica dos sitxys.

Assim que a musica começa ficamos todas meio sem saber como dançar tal musica e dispersamos para descansar até que ele vem ter comigo e pergunta-me ao ouvido:

Queres dançar comigo?

Eu tremo involuntariamente e digo que sim com dificuldade em fixar o seu olhar decidido.
Vamos até ao centro da pista deserta e tal como víamos na TV na altura eu coloco os meus braços à volta do pescoço dele e ele enlaça os seus braços na minha cintura.
A sua atitude destemida deixou-me completamente desarmada ao ponto de não o conseguir olhar nos olhos de tanta vergonha. Encostei a minha face na dele e deixámo-nos balançar.
O clímax chega quando ele me canta ao ouvido em voz fininha:

I wonder
I wah-wah-wah-wah-wonder
Why
Why, why, why, why, why she ran away

E o meu mundo parou nesse momento, era tudo o que uma miúda sonhava encontrar num rapaz! Ele era giro, maduro, sabia dançar e serenou-me ao ouvido uma canção. Estava aos gritos por dentro.
Nessa altura decido olha-lo nos olhos e enquanto relato este episódio até parece que sinto os seus lábios frescos a tocar nos meus. Beijámos-nos, beijos inocentes e tímidos só com lábios e a ponta da língua, mas suaves, muito suaves. Senti um calor por todo o meu corpo e uma vontade permanecer naquele clímax puro em que apenas existíamos nós os dois eternamente.

A musica foi extremamente rápida e após o seu final saímos para o jardim meio encavacados. Eram noites de verão adolescente onde não há frio e juntos pela mão e envergonhados começamos a caminhar entre canteiros sem trocar palavras nem olhares.

E para ser tudo ainda mais perfeito paramos junto de um arbusto com flores e ele apanha uma para mim. Tímido, rosado mas corajoso, oferece-me a flor. Eu sorrio e voltamos a beijar-nos até perdermos a noção do tempo.
Pouco a pouco as nossas línguas ficam mais aventureiras e as mãos dele deslizam para o meu rabo. Dá-me um aperto, timidamente claro. Lembro-me perfeitamente do friozinho na barriga. Aquele que ainda hoje em dia adoro sentir.

Rapidamente os amigos começaram a aproximar-se de nós uns rindo outros sorrindo curiosos. Talvez desejassem ser eles a viver o momento. Olhamos para eles satisfeitos e eu digo

Vamos voltar, vamos aproveitar!

Era a ultima noite e no fundo ambos sabíamos disso, mas ainda eramos jovens a sair da infância e o mais importante era estarmos juntos a marcar memórias. As nossas mentes estavam plenas com os beijos inocentes.
Apesar de nunca mais nos termos visto, o beijo, esse durou para sempre.

A iniciação d’ela

Chegamos, está uma noite fria, o que nos obriga a trazer sobretudos longos. Está escuro e o ar húmido, mas a ópera necessita de um certo ambiente taciturno e este é perfeito.

Existe já bastante agitação à porta, mas a expressão do porteiro denuncia que a frequência de muitos anos oferece alguns privilégios, passamos rapidamente por uma porta lateral e dirigimo-nos ao bengaleiro. Ajudo-a a retirar o sobretudo e só nesse momento, reparo no vestido dela, preto, de seda, escorrido pelo seu próprio peso sob o corpo como uma segunda pele. Deslumbrante.

Cumprimentamos algumas pessoas que se dirigem a nós numa cadência ritmada e educada até que lhe assinalo que nos devemos despachar. Dirigimo-nos para a longa escadaria, estendo-lhe o braço e subimos como se não tivéssemos peso algum, porventura já encantados pela Flauta Mágica de Mozart que em breve ouviremos.

Chegamos ao nosso camarote, uma posição privilegiada sobre o palco, sem perder a visão do ambiente que nos cerca. Os camarotes do São Carlos têm esta qualidade ambivalente, se por um lado nos fazem acreditar que estamos protegidos de olhares indiscretos, expõem-nos mais que qualquer um dos lugares da plateia.

Reservo-lhe a cadeira mais à frente e eu sento-me na outra ligeiramente atrás.
A sala está quase cheia e sente-se uma excitação no ar, não se ouve Mozart aqui há mais de 15 anos.
Sussurro-lhe, vais gostar do primeiro acto, mas o melhor acontece no segundo.
Dou-lhe uma pequena introdução ao libreto enquanto ela confessa esperar há muito por este momento. A ópera é o espectáculo maior entre todos e Mozart um deus.
Chega a tempo o champanhe que pedi, somos servidos e brindamos

Às noites que valem por vidas inteiras

A orquestra inicia a abertura e o palco agita-se ao ritmo de um elenco de luxo. Sempre que vou à ópera imagino, como seria extraordinário o prazer de ver Calas ali, no papel da princesa Pamina.
O primeira acto termina e ela parece ter adorado, tem mil perguntas, mas digo-lhe que responderei mais tarde, não devemos permitir que a racionalidade se intrometa agora.

Sempre achei mágicos os pequenos barulhos que vêm por detrás das longas cortinas enquanto mudam a cenografia para o segundo acto. Divertimo-nos a imaginar o que podem estar a fazer, ela faz algumas sugestões, sugestivas, eu digo, quem sabe…
Bebemos mais um pouco mais de champanhe.

O segundo acto começa.
Há uma luz que incide na scostas dela, descobertas pelo vestido aberto quase até ao coxis. Aproximo-me, ele pressente-o. Com uma mão afasto o cabelo para o lado esquerdo, e desnudo o pescoço até ao ombro. Beijá-lo é agora irresistível. Faço de uma forma tão lenta que lhe permito sentir o contacto com o calor da minha respiração um segundo antes dos lábios. Ela tem um primeiro tremor, que acalmo colocando ambas as mãos no topo dos braços como se os colocasse de novo no seu lugar junto aos ombros. Percorro-lhe a pele com a ponta da língua até chegar àquele ponto ínfimo mas mágico, onde o pescoço termina e o ombro começa.

Enquanto o faço encosto o meu peito às suas costas e as minhas mãos deslizam agora pelo vestido, percorrendo a sua cintura, contornando as ancas, seguindo as coxas até chegar aos joelhos que contorno firmemente com as mãos abertas.

Ele solta o primeiro gemido e ajeita-se na cadeira para se colar ainda mais ao meu peito.
As minhas mãos percorrem agora ainda mais lentamente o interior das suas coxas enquanto as pressiona para que se abram entre si. Subo e arrasto o vestido revelando o nylon das suas meias pretas. Ela abre voluntariamente mais as pernas, chego ao fim das meias e tenho o primeiro a contacto com a pele, enquanto lhe mordo levemente o lóbulo da orelha, e digo-lhe ao ouvido, hoje morres e nasces de novo, para mim.

Mata-me então

Diz ela.
Os meus dedos sentem já o calor que emana dela, um calor pulsante, inebriante. Ela abre o mais que pode as pernas, e diz “é tua, usa-a”. Uma das mãos, afasta para um dos lados as cuecas enquanto um só dedo da outra, lhe percorre a cona, de baixo para cima, lentamente, por entre os lábios, mas sem penetrar. Com ajuda dos dedos da mão que segura as cuecas abro-lha para que revele o clitóris saliente, acaricio-o com a firmeza certa, ela solta um grito que denuncia o que fazemos aos camarotes ao nosso lado, ouve-se um schhhhhhhhhhiu. Ela diz:

Achas que devemos parar?

Eu respondo:

Não, tu és o segundo acto, e todos os que vierem a seguir

Escrito por Ele

Ilustrações:http://nataliekrim.com/

GENTLEMAN – PARTE III

Vamos arrefecer no chuveiro gelado mais um vez, particamente não era preciso sequer toalha! Deixo-me cair na cama e ele junta-se a mim trazendo os nossos copos de vinho devidamente reabastecidos e frescos.
Neste momento só pensava que tinha um compromisso para jantar que não queria faltar mas que me estava a causar uma ansiedade pois também não me queria ir embora.

Seria um ótimo plano passarmos a noite a foder! Ele iria com certeza recuperar os seus dias de abstinência e eu adoro maratonas de sexo caseiro.
Ficámos deitados algum tempo a conversar até que me levanto para me recompor e vestir. Tem de ser! Compromissos são compromissos e não gosto de deixar amigas penduradas à minha espera.

Visto-me e vou até à casa de banho para me retocar, tentar limpar os vestígios do rimmel borrado e dar um ar menos rosado à minha expressão, à famosa cara de sexo!
Enquanto me estou arranjar ele, apenas de toalha à cintura, chega-se a mim e beija-me o pescoço enquanto me agarra com força as ancas e o rabo.
Levanta o vestido e puxa-me as cuecas, vejo que tinha um preservativo bem à mão no móvel da casa de banho.
Penso:

Malandro! Tens esta na manga desde que saímos do banho!

Mete a proteção com boa destreza e enquanto o vou olhando nos olhos pelo espelho penetra-me rapidamente e forte!
Que tesão! Eu tenho a minha dose de tara por espelhos. Ver-me ser fodida, a ficar vermelha e olhar bem nos olhos dele foi intenso e muito bom.
A chamada rapidinha inesperada é das fodas tesudas que se podem dar!

Agarro-me com força ao lavatório enquanto ele segurando a minha anca me fode com intensidade até me vir! Ahhhhhhh
Ele vêm-se quase a seguir!

Que bela despedida! Agora estava ainda mais difícil de sair dali, do covil do lobo, com o seu vinho fresco e mel.

A armadilha perfeita. 3-3
Viro-me para ele e beijo-o ternamente, tinha de ir. Recomponho o vestido
Ele leva-me até à porta e com a mão na minha cintura diz que gostou muito! Beijámos-mos mais uma vez e com visível dificuldade eu viro-me e vou-me embora.

Desci as escadas do prédio lentamente e com um sorriso rasgado. Será que o verei outra vez?
Vou ter com as minhas amigas a mil que já me esperavam ali perto,

Desculpem! Tive um imprevisto! Vamos jantar?!

Pisquei o olho à minha cúmplice!

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Gentleman – Parte II

Ele pega na caixinha com o brinquedo que tinha ficado em cima da mesa e abre-a retirando o golfinho e ao carregar no botão ficámos com a certeza que já tinha pilhas e tudo!

Ele volta a sentar-se no sofá e eu fico de joelhos inclinada sobre ele e recomeço a chupar. Ele vai-se deitando no sofá para que a posição fosse a ideal para uma garganta funda e também para ele colocar a mão dele entre as minhas pernas e iniciar a massagem de prazer.

Estava excitadíssima, adoro o gag quando enfio um pau duro todo dentro da minha boca. Os olhos a encherem-se de água e prazer de enfiar e tirar da garganta. Isto acompanhado por uma vibração suave na minha cona.

Eu sentia os dedos dele e o bichinho a vibrar e claro eu também me esfregava com vontade.

Parei de o chupar para o olhar intensamente e perguntei-lhe

Queres te vir na minha garganta?

Ele estava já a rebentar e confesso eu também estava ansiosa, queria sentir o leu leite quente na minha boca.

Volto a debruçar-me sobre ele e enfio-o todo bem fundo na minha garganta. Ele vibra de prazer e agarra-me a cabeça, dando-me o sinal de que se ia vir e eu aguento o máximo até o sentir a aliviar-se mesmo no fundo da minha boca. Deep troat with happy ending!

Satisfeita recomponho-me e respiro. Tanto calor naquela sala!

Lembro-me então que estava maquilhada por isso enquanto ele entrava na banheira para se refrescar eu vejo-me ao espelho. O rímel escorria dos meus olhos e por incrível que pareça acho-o sexy por ser o resultado da intensidade e entrega.

Limpo-me e salto para a banheira para me arrefecer também e junto-me a ele já no quarto.

Ele estava deitado sobre a cama e assim ficámos em modo carícias e mimos para recuperar alguma energia e claro ele voltar a ficar bem rijo para me continuar a foder.

Ele passa os seus dedos pelas minhas costas e eu vou curvando o meu corpo para me mostrar dengosa e sedenta. Digo-lhe

Adoro massagens…

Dá-me imensa tesão e é sempre tempo bem empregue.
Ele então aumenta a intensidade de caricias para um amasso que começava por cima, pelo pescoço e ombros e terminava no fundo das minhas costas.

Voltou a deitar-se ao meu lado e eu virei-me para ele para nos beijarmos.

Pensei imediatamente

Hmmmm quem está em pé novamente? Hmmm vamos ao round 2

Sento-me na cama e não resisto a mais uma chupadela rápida. Ele coloca o preservativo e eu deito-me para trás e abro as pernas… quero sentir a penetração devagar mas intensa e os nossos corpos a colar.

O calor infernal mantinha-se e apesar dos duches gelados era impossível não estarmos a escorrer já.

Ele puxa-me para a beira da cama e entra todo dentro de mim, eu envolvo as minhas pernas à sua volta e puxo-o para mim enquanto nos beijamos.

Estava muito excitada das brincadeiras anteriores e foi fácil atingir o orgasmo!

Penso

Estamos empatados estávamos empatados agora!

Passámos a outra posição, uma das favoritas, de lado ele por trás, esta é umas das posições que mais me leva à loucura se houver sintonia entre a penetração e o meu movimento de anca.

Mas o calor pedia outra posição, com menos contacto de pele e para acabar com a cereja no topo do bolo, meto-me de 4 sobre a cama e ele fode-me por trás, bem fundo e intenso como eu aprecio enquanto brinca com o meu cuzinho. Venho-me! ahhhhh

Ele pergunta então se me pode comer o cuzinho e eu respondo claro que sim,

Pergunto ofegante para o picar ainda mais:

Vais me comer o cuzinho querido!

Ele pergunta quero lubrificante e eu aceno que sim, é o ideal para ser tudo suave e gostoso. Como estava super excitada já tinha o cuzinho desejoso de ser penetrado.

Sinto o fresco do lubrificante e de seguida o arrepio do inicio da penetração no cu… sustenho a respiração por momentos e quando ele começa a enfiar o seu pau rijo lá dentro começo a descontrair. Quando está todo lá dentro baixo a cabeça e mantenho o cuzinho bem empinado.

Ele fode-me o cu com gosto e embora até hoje nunca tenha tido um orgasmo anal, foi intenso e prazeroso para mim também.

Já percebendo que ele estava a rebentar digo-lhe

Vem-te no meu cuzinho, vem!

Ele descarrega o seu orgasmo em mim e eu sinto toda a eletricidade do seu orgasmo enquanto ele se deita sobre mim.

Ficamos na cama a recuperar a respiração e a dar mimo um ao outro.

2 a 2!

Continua…

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com