Homens não se medem aos palmos – PARTE II

Durante o jantar eu tinha falado brevemente de squirting e ele não tinha acusado o toque por isso toda a situação me tinha surpreendido! Ele era mais um daqueles que tinha descoberto a fórmula mágica e ainda me diz:

Então, dizias que não eras capaz…

E imediatamente me esfrega a mão encharcada na cara. Eu rio-me e voltei a frisar que não conseguia fazer a mim própria mas claramente há um segredo que ainda não descodifiquei!

Enrosco-me nele deixando as pernas bem abertas. Ele brinca com a minha cona e sinto-me a escorrer.

O carro começa a ficar com as janelas embaciadas e ele abre um pouco o vidro para aliviar a temperatura.

A entrada tinha sido a matar e estava bem desejosa de sentir a sua boca nas minhas mamas. O vestido era extremamente justo e por isso a única opção era mesmo tirar. Para tirar partido do decote tinha escolhido um soutien em leather com efeito push-up.

Já sem o vestido ele conseguiu chegar aos meus mamilos, tinha as mamas tesas, sentia o fresco que entrava pela janela. Volto a aproximar-me dele, encostando bem as mamas na sua cara para ele as devorar.

Os beijos sobem pelo pescoço e finalmente as nossas bocas tocam-se. Ele tem lábios carnudos e beija bem. Com a quantidade certa de língua e tensão. Eu gosto de beijos suaves, beijar os lábios e tocar as línguas. Suavidade é a chave.

Enquanto nos beijamos sinto a mão dele a deslizar novamente entre as minhas coxas. penetra-me com os dedos novamente, com vigor e intenção, tendo manter o beijo mas os gemidos e tremores começavam a tomar conta de mim, encosto a minha cabeça ao seu peito e aperto-lhe o pescoço no pico da intensidade. Novamente alagada.

Calor! Está mesmo calor!

Ele reclina o banco no máximo e pede-me para subir para cima dele, para ver se encaixamos bem. Parece-me que sim, sinto-o rijo entre as minhas pernas à medida que me vou roçando nele, numa simulação.

Nesta altura já pensava no seu caralho rijo por mim, com água na boca para o chupar. Saio de cima dele e vou para o meu banco, dou-lhe sinal que o quero ver e quando baixa as calças vejo uma boa surpresa. Agarro-me a ele para o chupar. A minha posição não era a ideal e senti-me a bater em várias partes do carro.

Ainda o enfiei bem no fundo mas talvez os astros ou o nervosismo estivessem a estorvar mas não senti o 100%. Eu também sendo honesta não estava ainda totalmente lá, seria do carro? Don’t know. Termos jantado antes também não é a situação ideal pois sinto que não posso dar tudo como gosto pois o gag está muito mais difícil de gerir.

Ele abre a porta do carro e fica de pé junto ao carro com as calças em baixo! Olho para todos os lados para me certificar que não havia ninguém à vista. Parecia que apenas estava um carro parado no fundo da doca, dificilmente nos veriam.

Ganho ímpeto e agarro-o bem para o chupar novamente até o sentir bom para me foder. Pergunto-lhe se tem preservativo, ele diz que sim e apesar do disclaimer de que hoje não iria ser a melhor performance pois tinha tido muita atividade recente coloca-o rapidamente. Eu saio do carro, praticamente nua e inclino-me para dentro, deixando o meu rabo a apontar para a lua. Esta sensação de liberdade por nudez em espaços abertos é sempre muito divertida.

Ele penetra-me fundo de uma vez, fazendo-me gemer! Gosto especialmente da primeira penetração, seja ela meio bruta e intensa ou suave e devagar. É tudo uma questão do momento, mas nada bate a primeira penetração.

A energia era boa e passámos um bom bocado até ele parar para aproveitar a minha posição e provar a minha cona com umas lambidelas saborosas.

De pé, nua junto ao rio a sentir a brisa da noite na minha cona molhada e a apreciar o momento de loucura conjunta. Voltei para dentro e ele ao seu lugar, onde nos aninhámos novamente.

Ele tinha-me proporcionado prazer contudo não tinha ficado perto de se vir. Há já algum tempo que percebi que os homens não têm todos as mesmas necessidades e que não se virem não é tão dramático quanto isso nem me afeta como no passado. Eu tenho uma postura bastante mais relaxada e de zero pressure.

Enquanto nos aninhamos ele começa a bater uma e pelos seus sons e contrações percebo que agora sim estava quase a vir-se e prontamente me ofereço:

Queres-te vir na minha boca?

E viro-me paro o caralho dele e enquanto ele bate uma ao seu ritmo eu abro a minha boca! hmm gosto de sentir o clímax do homem , quente na minha boca! Engulo e volto-me para cima para lhe dar um carinho e um beijo!

Aquele momento em que estamos os 2 relaxados, agarrados e a aproveitar o silêncio saboroso do pós-prazer vale tanto a pena. Deixei-me ficar no colo dele até me cansar da posição, falámos e trocámos mimos, não foi um perfect 10 mas sem dúvida que me deixou com vontade de repetir, especialmente se me garantir o fodão que eu mereço.

Do you accept the challenge?

Ilustração by https://apolloniasaintclair.com/

Take me for a drive

O convite para jantar veio com instruções detalhadas, saia justa, casaco e luvas de pele, sapatos pretos com tachas metálicas e salto fino e cuecas reduzidas para deixar a cona e o cu acessíveis.

Claro que fiquei logo entusiasmada com o desafio e alinhei sem hesitar.

Combinada a hora e o local do encontro estava pronta mas ainda não fazia ideia do destino e sendo honesta, também não era importante.

A adrenalina vem também de me entregar a aventuras e ele sabendo disso fazia por me estimular.

Entro no carro e arrancamos para o nosso destino, ele estava também vestido de leather esbanjando ares de macho.

As luvas de pele que tanto aprecio nele deixam-me excitada com o pensamento de as sentir em mim, de as cheirar e apreciar.

Enquanto rolamos calmamente para fora da cidade apertamos as mãos com força, gosto deste toque e sinto-me a corar.

Sabia que haveria uma surpresa e ansiava por ela.

Saímos da estrada em direcção a uma estação de serviço e percebo que estamos à procura de uma zona menos movimentada para uma paragem estratégica.

E por trás de uma zona de lavagens auto, encerrada aquelas horas, paramos o carro. Vemos carros a passar a espaços mas sentimo-nos fora do radar para quem está de passagem em direcção à estrada principal.

Saímos do carro e encostados à minha porta beijamos-nos e ele diz para me inclinar para dentro do carro, deixando o cu de fora e bem empinado.

Fecha os olhos

Diz ele ao meu ouvido.

E assim faço, coloco-me de gatas no banco do carro, com o rabo espetado e já a sentir calor na minha cona.

Claro que esta posição aliada à expectativa do que me esperava me deixou molhada.

Ouvia-o a mexer em coisas e soltava risinhos nervosos. Gosto segurança que a sua postura me transmite.

Abanava o meu rabo levemente demostrando que estava bem disponível para a play que me esperava.

Por fim ele dá como terminados os preparativos e puxa a saia para cima. As cuecas eram mínimas e atrás nada mais que um mero fio entre as nadegas, fácil de afastar.

Ele lambe-me o cu e cona de uma passagem, fresca deixando-me com vontade de mais.

Depois com os dedos enluvados massagem o meu cu para o descontrair e quando me sente pronta penetra-me com um dildo!

Sinto o arrepio e o meu cu a relaxar! De seguida penetra-me a cona com um outro dildo, um que tinha também uns tomates, sentia-os nos lábios da cona!

Ele inclina-se sobre mim e diz

A putinha gosta de estar toda preenchida não é?

Eu rio-me e viro-me para o beijar, nisto passa um carro devagar, será que nos viram? A ideia não só não me incomoda como me diverte. Senti-me devassa, com um dildo enfiado no cu e outro na cona no meio de uma estação de serviço a horas do jantar.

Ele tinha pensado noutro detalhe, tirou um rolo de tape preta e disse-me que quer garantir que eles ficam no lugar durante a viagem.

E empurra-os bem nos buracos para depois os colar com a grossa fita cola, de uma nádega até à outra.

Terminado o serviço, volta a puxar a saia para o lugar e beija-me demoradamente enquanto eu dengosa retribuo os carinhos.

Passa-me pela cabeça que ia gostar de ser fodida com força naquele momento.

Voltamos ao carro e eu ajusto-me no banco, a cada movimento sentia prazer.

Queria muito retribuir e olho para ele com olhos de quem o quer chupar… ele sabe bem como eu gosto e põe-se a jeito, abrindo as calças.

Eu inclino-me para o lado e começo a lambê-lo suavemente, como quem beija. Gosto de sentir um caralho a ficar rijo na minha boca é mãos. E não tem de ser depressa, sentir o pulsar suave enquanto o envio até à garganta é maravilhoso.

Começo a chupar o seu caralho agora rijo, com vontade e por momentos viro a cara para ele é olho-o nos olhos. O cúmulo da tesão e muitas vezes um simples olhar.

Dedico-me a chupa-lo com intensidade enquanto ele conduz, sinto ainda cona e cu a latejar e vou-me ajeitando! Estou a ser preenchida em todos os buracos! Cona, cu e boca!

Nem damos pelo tempo passar, estamos a chegar ao destino!

Levanto-me e beijo-o rapidamente, encosto-me no banco e aperto as coxas enquanto suspiro!

Que bela surpresa!

Paramos o carro no restaurante e saímos, eu digo que é melhor tirar isto pois assim não sei se consigo jantar e ele ri-se!

Tirando a fita cola e depois os diodos ele mostra-me o que tinha usado em mim! 2 dildos com um tamanho bem interessante!

Vê bem o tamanho deles! E não te custou nada!

Rimos e após arrumar os adereços damos um abraço forte, entrelaçamos as mãos enluvadas e vamos jantar como um casal quase banal!

If only they know….

Pequena grande aventura – Parte II

Ele meteu as mãos entre as minhas pernas e sentiu-me molhada. Beijamo-nos e eu passo a mão pelas calças dele para sentir o caralho dele, estava a ganhar forma. Abro-lhe as calças e toco-lhe enquanto o encaro com cara de safada. Ele estava a tentar relaxar eu sentia isso e queria ajudar.

Baixo-me e fico de cócoras em frente a ele. Olhei-o gulosa e suavemente meti o caralho na minha boca.

Como não tínhamos muito tempo assim que o senti bem rijo entre os meus lábios levanto-me e digo-lhe:

Mete o preservativo e fode-me!

Ele tira o preservativo e começa a colocá-lo quando percebo que a coisa não estava a correr bem…

Já no passado tinha assistido a situações destas! O meu arqui-inimigo “preservativo” estava numa de me estragar o momento.

Empino o meu rabiosque e encosto as mãos no espelho para ele me penetrar embora já temesse o que se ia passar, não estava suficientemente rijo para entrar.Evito desanimar.

Meto mãos à obra, de cócoras novamente, e sobre o preservativo chupo-o para que ele volte a ficar como eu gosto.

As minhas tentativas n tiveram sucesso.

Não podes ganhar sempre!

Pensei, acontece! Mas a intenção tinha sido ótima.

Desistimos e eu digo-lhe que já agora precisava de fazer umas compras. Ele acompanha-me e é uma agradável companhia. Faço questão de manter o ambienhte ligeiro e confortável enquanto ando às compras de abacates maduros. Ele oferece-se para me levar de carro a casa.

Vamos conversando e eu conscientemente mostro que não estou constrangida, acontece e ele diz que não gosta mesmo de usar preservativos, eu digo que compreendo, mas comigo não há exceção nunca, never!

No caminho de carro até casa abro as minhas pernas de forma provocadora e ele sem hesitar passa os seus dedos pela minha cona molhada e enfia um dedo lá dentro. Queria dar-me prazer e agradar e eu divertida abri ainda mais as pernas.

Ele exclama:

A tua cona é tão boa! Tás tão molhada!

O trânsito da cidade fluía à nossa volta e a sensação de poder ser vista por outros assim aberta e a ser tocada excitou-me ainda mais.

O tempo de viagem não era longo mas deu para nos divertimos. Enquanto parados num semáforo mais demorado, ele debruça-se sobre mim para eu sentir a sua lingua quente na minha cona molhada! Era uma ótima redenção.

Já perto de casa digo-lhe para parar num local com privacidade e ficamos nos beijos enquanto lhe passo as mãos pelas calças e piscando o olho pergunto-lhe se ele se quer vir na minha boca?

Para quê estar com merdas, eu adoro fazer broches e embora não tivesse sido brilhante, tinha potencial futuro.

Com a pressa nas cabines ele ainda tinha o preservativo colocado!! What?? O ambiente era divertido.

Ele retira o plástico e eu dediquei-me a mamá-lo com gosto e não foi preciso muito tempo de exibição das minhas capacidades de garganta funda para ele se vir!

Hmmm tenho prazer em dar prazer. É um facto!

Despedimo-nos pouco depois e vou para casa satisfeita com a minha audacidade para aceitar o desafio e claro por ter sentido um merecido orgasmo na boca.

Nos dias seguintes trocámos algumas mensagens e entre a promessa de um novo encontro surge uma revelação!

Ele tinha contado a nossa história aos 3 melhores amigos que estavam super entusiasmados com a aventura e um pouco invejosos!

Confesso que já não sei bem como surgiu a conversa mas ele confessa que uma das fantasias que eles todos tinham era foder uma mulher em grupo.

Vi potencial naquela revelação! Sim claro, respondo quase sem hesitar! Ao mesmo tempo que na minha mente se forma uma imagem de luxúria.

Podemos combinar! Quando os posso conhecer?

E assim se abriu um novo capítulo desta aventura!

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Surpreendida – Parte II

Ele sai rapidamente e fecha a porta. Eu fico imóvel, quero que o meu corpo volte ao normal e que o intenso calor passe antes de ser vista. Estaria alguém à espera de vez?

Tinha a cona a latejar e a cabeça no carrossel!

Levanto-me e ajeito o vestido, penteio o cabelo com as mãos e saio para ir ao lavatório lavar a boca.

Quando me preparava para regressar, já não tinha noção do tempo à que estava ausente, ele volta a aparecer.

Tinha os olhos brilhantes e estava completamente enlouquecido! Ri-me e disse-lhe

Nem penses

Não havia palavras que o demovessem e eu também não tinha sido convicente, mas estávamos a esticar os limites… hesitei…

Deixei-me levar! Voltámos à casa de banho de há pouco… e quase imediatamente já tinha a sua pila rija e pulsante a bater na minha cara, língua e garganta.

Desta vez a intensidade levou-o a agarrar-me contra ele e segurar-me bem enquanto me fodia a boca.

Eu sentia-me a sufocar e as lágrimas começaram a nascer nos meus olhos.

Ele deixou-me descansar por berves momentos… e voltou a segurar-me da mesma forma e eu olhei fixamente para ele! Ele viu o quanto eu estava a gostar e só dizia:

Puta!

Quando parou novamente, disse-lhe

Temos de parar! Já devem ter dado pela nossa falta!!

Ao que ele responde contrariado antes de se ir embora.

Puta quero-te tanto foder!

Volto a compor a roupa e saio da casa de banho tentando disfarçar o sorriso que tinha estampado na minha cara.

Vejo-me ao espelho e um pouco do rímel tinha borrado, limpo e aplico algum pó na cara, sacudo o cabelo e volto à sala com a minha postura habitual.

Sento-me na mesa, ele estava lá fora, e continuo uma conversa banal com uma outra colega. Fingido-me interessada no tema, só pensava:

Miúda, acho que ninguém deu por nada… será que desconfiam? Será que sonham? Bem, isso agora não interessa! Queres acabar de mamar aquele caralho e não passa de hoje.

O pós jantar estava a terminar e a grande maioria dos colegas foi indo para casa.

Entre os poucos que foram ficando planeavam-se agora as boleias.

Fiz-me de desinteressa das várias sugestões, até que ele me disse, queres vir comigo? Tenho o carro mesmo aqui à porta.

Sem mostrar grande entusiasmo disse

Ahh ok! Boa assim não tenho de andar muito. Estes sapatos estão a dar-me cabo dos pés

Saímos do restaurante e já estávamos no carro dele.

Olho para as horas, já era tarde e não me podia atrasar muito mais a chegar a casa. Digo-lhe sincera

Que pena… já é tão tarde…

Ele diz-me, enquanto arranca com o carro, vamos só a um sítio.

Ok, mas eu não me posso demorar muito, respondi.

Chegamos a um largo grande de estacionamento entre prédios e eu olho em volta desconfiada, ele diz-me que é tranquilo. Já era de madrugada mas podia estar alguém à espreita. Dados os acontecimentos daquela noite…who cares pensei.

Ele abre as calças e ela já está bem rija. Eu tiro o vestido e fico só de soutien e meias de liga, não tiro os sapatos porque adoro ver-me assim.

Ele chega o banco do condutor para trás e eu meto-me de gatas com os joelhos no banco do passageiro debruçada sobre ele.

Cheia de vontade volto a chupar-lo com intensidade, por momentos voltei à loucura da casa de banho.

O álcool estava a fazer o seu efeito nele e apesar da minha dedicação ele estava longe de se vi. Já era tarde e o meu tempo estava a esgotar-se! Pergunto sem vergonhas:

Vais-te vir querido?

Ele queria tanto vir-se que decidimos arriscar mais. Ele abre que porta do lado dele e sai, fica de pé com as calças abertas e o seu caralho rijo a chamar por mim do lado de fora do carro. Ficamos totalmente expostos a potencias mirones.

Avanço de gatas para ele e assim ele afunda-o na minha garganta uma e outra vez enquanto agarra bem os meus cabelos.

Fode-me a boca até terminar vindo-se bem dentro dela.

Ahhh que prazer eu tenho! Que loucura boa expostos assim na rua até gostava de estivessem a ver pensa a putinha dentro de mim.

Voltamos para dentro do carro e trocamos um beijo carinhoso… apercebo-me que nunca nos tínhamos beijado antes… volto a beijá-lo intensamente enquanto lhe acaricio o peito!

Sem falarmos compomos a roupa e arrancamos.

No caminho para casa só pensava que estava morta de curiosidade para saber as fofocas do jantar próprias do dia seguinte e só rezava não ter marcas no corpo!

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@Parque – Parte II

Abri mais as pernas… ficando completamente aberta para ti… aumentaste a intensidade das penetrações, agora com 2 dedos, sentias-me bem, sentias-me toda.

Disse-te entre gemidos:

Ahhh seu safado tesudo!

Olhava para ti com tesão e sabia o que mais desejavas… dar-me prazer e sentir na tua boca o meu sabor! Eu sabia!

Disse-te:

Queres me chupar a coninha é?

“Sim quero. Quero muito isso…”

Respondeste.

Tentei encontrar uma posição ainda melhor para que tu te pudesses baixar e finalmente explorar com a boca a minha cona… e tão sedenta de sentir a tua língua que ela estava.

Quando sinto a tua língua a chegar, fresca e molhada, suspiro… penetraste-me primeiro com a tua língua e de seguida beijaste-me os lábios da cona e no interior das coxas. Enquanto te deliciavas olhavas nos meus olhos, vias e sentias a minha tesão.

Voltaste a efiar a tua língua bem fundo na minha cona e depois levantaste-te para me beijar.

Adoro partilhar um beijo intenso de sabor e cheiro a mim. E que beijo quente e molhado esse que só me fazia ficar ainda mais desejosa de voltar a sentir a tua boca a chupar suavemente o meu clitóris.

Voltaste a descer e correspondeste ao meu desejo. Começaste a chupar, primeiro suavemente e quando eu coloquei as minhas mãos no teu cabelo e te puxava, aumentaste a intensidade.

Paraste… e perguntaste:

Estás a gostar?

Ahh sim…estou a adorar…”

Disse eu, entre suspiros. E desejando que continuasses!

Voltaste a chupar-me mas agora mais forte…mais intensamente. Eu sabia que tinhas o desejo de sentir o meu orgasmo, andavas louco por sentir o meu sabor a nascer e sentir o meu corpo a contorcer-se de prazer na tua boca.

Por momentos esqueci completamente onde estava e fechei os olhos enquanto te apertava e massajava o cabelo, puxava a tua cabeça contra mim, não te queria deixar fugir,

Afastaste a tua boca e com os teus dedos começaste a massajar intensamente a minha cona, especialmente o meu clitóris… eu adoro isso! Gemia mais intensamente e tu como sentias que eu me estava quase a vir e dizes-me:

Ahh putinha, quero te fazer vir… vais-te vir para mim?

Aumentaste a intensidade do teu toque e eu estava a chegar lá…

Estou-me quase a vir!

disse eu

Continuaste sem parar de esfregar a minha cona até me fazeres vir…

Sim!! Tão bom! Isso!

Contorci-me de prazer e tu não hesitaste em voltar a chupá-la muito suavemente.

Tinha vontade de dar um longo e audível grito de prazer! Os teus olhos cintilavam… estavas cheio do meu sabor… o meu néctar, como lhe chamas, estava por todo o lado.

Puxei-te e beijámo-nos durante um bom momento… Relaxámos.

Estava na hora de regressar ao trabalho… Despedimo-nos sem vontade, mas satisfeitos. Eu por ter tido um almoço orgásmico e tu por me teres dado esse prazer ao ponto de ficares marcado com o meu cheiro para o resto da tarde.

Regressei ao escritório mas a cabeça ficou no estacionamento.

Passado um par de horas recebo uma sms…

Estou aqui por perto outra vez… Vens lanchar?

Hmmm como resistir… Dose dupla!

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