California boy

Li no mural de um amigo a piada

Já estão a sentir o efeito Websummit no Tinder?

E de facto o número de não portugueses no Tinder deve ter estado nos píncaros e como me sentia preguiçosa para um match em inglês não liguei qualquer dating APP até ao final do evento.

Foi já na sexta-feira seguinte, um dia aborrecido e véspera de fim de semana, que me apeteceu voltar ao meu hobby de swipes e talvez fazer um match interessante.
Apareceu um americano com estilo descontraído e fotos atraentes ainda por cá a aproveitar a cidade uns dias após o grande evento.
O facto de se ir embora dentro de 2 dias fez um click na minha mente e sem precisar de grandes seduções decidi que o iria conhecer.
Para além de um tipo bem-parecido e com sucesso profissional elogiou o lifestyle aventureiro que o meu perfil anuncia e não hesitou num encontro mesmo sem ver uma foto minha, isso cativou-me, estava sobretudo curioso e tinha boa energia.

O sentido de urgência apoderou-se de mim e marcámos o nosso encontro para a tarde do dia seguinte.
Ele estava já sozinho, na casa alugada por diversos participantes no evento, e a proposta era bebermos um vinho tinto e trocarmos impressões sobre a experiência em Lisboa e deixar rolar.
Fast forward para o dia seguinte, sigo para a morada da casa e sinto-me estranhamente segura com a boa vibe que captei das parcas palavras que trocámos. A minha mente estava organizada – se me agradar vou avançar.
Ao parar o carro assalta-me um pensamento flash

Miúda não fazes isto há tanto tempo, será que ainda tens o teu fogo?

Aviso que estou à porta e ele vem-me receber num estilo descontraído típico da american way de estar.
Satisfeita por ele ser exactamente como nas fotos, em boa forma e com um sorriso super cativante em que os olhos ficam bem rasgados e quase fechados. Abraçámos-nos após um beijo na face e entrámos. Ele pergunta-me se quero beber algo, vinho ou água por exemplo, eu escolho água e vamos até ao sofá onde nos sentámos a conversar despreocupadamente, tínhamos algum gelo para quebrar e a nossa linguagem corporal assim o transmitia.
Estávamos distantes no sofá embora com olhares directos e sem rodeios.

A conversa fluiu tranquilamente sobre uma grande variedade de temas como o meu blog, o estilo de vida e experiências. Ele tinha sem dúvida uma postura interessante e aberta face ao sexo.
Era solteiro há 3 anos, após uma relação longa que não o satisfazia nos seus desejos de viver o sexo como um estilo de vida, e frequentava festas liberais em LA. Falei-lhe de algumas experiências minhas em clubes swing ou liberais sem qualquer pudor e ele partilhou comigo a sua experiência com um casal enquanto bull, algo que eu acho interessante uma vez que a minha veia exibicionista está sempre presente.
O homem enviava-lhe a mulher para ele a foder, ora com ele a observar no quarto ora pedindo para fazerem vídeos dos encontros para depois ver.

É sempre refrescante conhecer pessoas que são diferentes das demais e que assumem um estilo de vida próprio e totalmente sincero com os desejos e fantasias interiores. Ele tinha sido muito corajoso em assumir a sua plenitude, abdicando da estabilidade de uma relação tradicional.
Enquanto conversávamos eu comecei a sentir-me tímida (bom sinal) e os nossos corpos estavam já mais próximos. A forma como estava sentada no sofá, de lado para ele, fazia subir o meu vestido e deixar à vista as minhas meias suspensas pelo clip do cinto de ligas. Ele tocava ligeiramente com os seus dedos nos meus joelhos. Estávamos num ritual de sedução cujo desfecho já estava traçado assim que o vi em carne e osso.

Ele pergunta se me pode beijar e eu nestas situações sou melhor com gestos do que palavras e respondo colocando-me a jeito para ser beijada.
Pressionando os seus lábios contra os meus sinto-o a soltar um murmúrio de prazer que confesso me excitou imenso.
Beijámos-nos suavemente com as línguas húmidas ainda a apalpar terreno, beijei-o no pescoço e mordisquei a sua orelha, o meu chip estava a mudar e a timidez a desvanecer.

Olho em volta e vejo que a janela da sala permitia uma visibilidade total do exterior onde estava um vizinho a varrer a entrada do portão e perguntei-lhe se podia conhecer o seu quarto.
Os quartos da casa, agora vazia, encontravam-se no andar de cima e ao subir as escadas sinto as suas mãos a apalpar o meu rabo e coxas e num sinal de extrema apreciação exclama:

Soo sexy

Ao ver-me subir de sapatos altos à sua frente.
Entrámos no seu quarto, simples e cuja cama grande ocupava quase completamente a largura da divisão. A sua mala estava num dos lados, junto às janelas tipo porta que davam para um solarengo terraço que dividia o espaço com as traseiras das restantes casas da urbanização.
A cortinas semi-opacas permitiam privacidade ao mesmo tempo que deixavam ver silhuetas caso tivéssemos companhia por isso decidimos deixar os estores para cima. Seria um bom programa para a tarde de algum vizinho cusco.

Eu de saltos ficava quase do tamanho dele. Enquanto nos beijávamos ele apertava-me com intensidade e tomou a iniciativa de me tirar o casaco, virando-me de costas. Enquanto me puxava para ele, percorria o meu pescoço com beijos e apertava-me as mamas. Eu não resistia a picá-lo um pouco e empurrava o meu rabo para trás para o deixar e sentir bem duro.
Ele procurou o fecho do meu vestido e abre-o pausadamente até que ele cai ficando pela cintura deixando o soutien apenas.
Agora com mais facilidade conseguia tocar nas minhas mamas sentindo os mamilos já rijos.
Provoco-o ainda mais após deixar cair o vestido, expondo o meu rabo redondo e empinado contra ele. Ele liberta um “oh God” que me entusiasma.
Penso divertida

Um foda em americano é um inédito!

Na curta conversa tida na véspera ele tinha perguntado o que me atraia mais nos homens, eu tinha respondido mãos, peito e um caralho bonito. Por isso agora naquela situação, sentada de frente para ele na cama perguntei-lhe com ar maroto:

Don’t you have something to show me?

Ele percebeu imediatamente e abriu as calças, já sem boxers por baixo, e mostra-me o seu bonito caralho já rijo por mim.
Agarro nele e delicadamente dou-lhe umas lambidelas suaves antes de o meter na boca. Primeiro a ponta e depois todo, até ao fundo da garganta alternando com beijos suaves, enquanto lhe lançava olhares com tesão.
Lembro-me de ele ter partilhado que adorava “go down on a women” por isso satisfeita com a minha primeira abordagem deito-me na cama, nua apenas com ligas, meias e sapatos, pernas ligeiramente abertas pronta para ser devorada.
Ele não hesita e após ajeitar-me na cama dedica-se a lamber e beijar a minha cona com delicadeza fazendo-me gemer de prazer. As suas lambidelas suaves foram bem recebidas.
Agora satisfeito, levanta-se para colocar o preservativo, estávamos já os dois desejosos da penetração.

Exclama então animado

There is a naked sexy women in my bed!

Era como eu me sentia, nua, sexy e confortável na cama de um estranho tão gentil.
Coloca o preservativo rapidamente e subindo para cima da cama encosta-se a mim puxando as minhas pernas para cima e penetra-me lentamente enquanto me olha nos olhos. Como eu adoro a primeira penetração!
Mordo os lábios de prazer e observo a sua cara enquanto me fode.
Ele repetia o “oh God
Afastou as minhas pernas segurando nos tornozelos com os seus braços quase esticados e entrava bem fundo e devagar. Ele tinha um corpo bem definido, pernas muito rijas e algumas tatuagens tribais, gostava do que via e pisquei-lhe o olho
Virou-me de lado, uma das minhas posições favoritas, e continuou a foder-me num ritmo calmo fazendo me vir.
Não senti necessidade de lhe dizer que me estava a vir, ter de falar em inglês naquele momento não era prioridade. Penso que ele sentiu pelo meu gemido forte seguido de um relaxamento intenso que me tinha provocado um orgasmo.
Estava tão molhada que por vezes o caralho dele saía entre penetrações, para rapidamente voltar a entrar dentro de mim.

Passámos para o doggy style… eu empino o meu rabo grande para cima e relaxo encostado a cabeça e o peito nos lençóis, esperando pela entrada dele. Sinto-o super entusiasmado por me ver naquela posição. Ele agarra-me bem na anca com uma mão e coloca a outra mão no meu ombro e mantendo o ritmo fode-me com intensidade mas sem pressas e sem dar sinais de estar à beira de se vir.
Trocamos mais algumas posições e a minha cabeça já só pensava no orgasmo dele. Queria ver e sentir a explosão de prazer que provoco.
Digo-lhe por fim

I want you to come in my mouth

A sua reacção é algo tépida mas eu tinha vontade de o voltar a chupar até sentir o quente na boca.
Ele fica de joelhos na cama e eu de 4 enfio o seu caralho duro na boca e dedico-lhe toda a minha intensidade. Enfio-o bem fundo, até conseguir tocar nos tomates com a ponta da língua e delicio-me com vontade, olhando de vez em quando para ele. Gosto de ser apreciada.
Contudo ao fim de algum tempo começo a estranhar a falta de leite na minha boca.

Eu gosto muito de fazer um bom broche e sei que sou boa por isso. Comentei há pouco tempo com um querido amigo que acho impossível fazer um mau broche. Isso não está mesmo em mim!
Dou por mim a pensar

Miúda! Que se está a passar? Ele não estará a gostar? Mas isso é impossível!

Continuo mais um pouco já em espirito de missão, babada mas motivada para que tivéssemos os 2 direito ao orgasmo. É o justo. Certo?
Ele deita-se então com um sorriso na cara, mas eu não desisto facilmente e continuo a chupá-lo até começar a sentir que ele está a perder firmeza. Tenho uma saída graciosa e beijando suavemente o seu caralho, cada vez mais mole, páro olho para ele com uma sobrancelha franzida.
Por fora estou calma, mas por dentro só grito “What???”
Ele deteta o meu ar confuso e diz-me

Thats OK baby, i’m fine, it was great! You are great

Abandono definitivamente a missão e deito-me ao seu lado, com a cabeça no seu ombro e fico simplesmente a contemplar. Ele continua repetidamente a dizer que eu sou maravilhosa e que o meu deep troath é de outro mundo, mas que ele nem sempre se vem e que o importante é que eu me tenha vindo. Ele está ótimo com a situação.
Eu questiono-o: Are you sure? Porque eu gosto tanto de provocar um orgasmo no homem e estava a sentir que faltava algo ao nosso encontro.
Ele explica um pouco que apesar de o meu broche ser maravilhoso, ele raramente se vem assim. Prefere vir-se a foder mesmo e que de facto tinha estado quase a vir-se quando me fodeu por trás a primeira vez, mas como bloqueou nessa altura não conseguiu voltar a fazer o switch on, apesar de continuar duro por bastante tempo.
O seu foco é em dar prazer à mulher e conseguir prolongar o sexo forma a garantir isso, mas que o switch off não vem acompanhado de um on.

Fiquei mais tranquila pois apesar de racionalmente saber que não tinha sido por ter feito algo de errado, gostava que tivesse sido diferente uma vez que ele tinha sido tão atencioso comigo.
Para mim a duração de uma foda não é de todo o mais importante e como felizmente ele me tinha feito vir, eu estava satisfeita.
Conversámos mais um pouco deitados, sobre as suas férias e sobre o que planeava fazer no dia que lhe sobrava.
O frio começou a chegar e levantei-me para me vestir, abraçámo-nos fortemente e percorreu-me uma sensação boa, calma, sexy e positiva.
He was really a nice dude!

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Quarto 311 – Parte I

Após uma inspiração profunda, envio a mensagem como combinado.

Estou aqui no corredor em direção ao quarto

Ele: Não te vejo! Quarto 311

Mas… É onde estou… Vês!

Ele: Mas eu estou no corredor com a porta aberta e não te vejo

Trip, quarto 311!

Ele: Não… Tivoli!

Bolas, quer dizer q estou no hotel errado, à porta de um quarto de um estranho?
Pensei para mim, ainda bem que o combinado era eu avisar quando saísse do elevador. Ele queria ter a porta aberta para eu entrar e me agarrar e beijar imediatamente.

Não estou longe, demoro 5 min, é do lado oposto da gare.

Estranhamente a situação caricata acalmou o meu nervosismo, afinal o que poderia mais acontecer!
Saio rapidamente do hotel errado, com o mesmo passo rápido e olhar vidrado no infinito, de forma a não estabelecer qualquer contato visual com ninguém.
Chego à rua e sinto o fresco na cara, nova inspiração profunda, vamos miúda!
Ao caminhar pelo amplo espaço entre o centro comercial e a gare continuamos a trocar mensagens.
Ele pergunta-me como estou vestida, estava num dos quartos com vista para o meu percurso.
Eu respondo que tenho um sobretudo beije, comprido.

Ahh já te vejo – andar seguro, sexy

Olho para cima na tentativa envergonhada de tentar localizar o voyeur mas missão impossível, a enorme fileira de janelas espelhadas esconde perfeitamente quem ocupa os quartos.
Durante uma caminhada que já me parecia interminável, ele dá-me instruções adicionais, a entrada para os elevadores é pela esquerda e caso me abordem deve dizer que me chamo Ana Osório.
Achei a questão do nome bastante curiosa mas achei que seria algo com significado para ele e a minha curiosidade apenas retirava interesse ao momento.
Nem tudo tem de ser explicado ou detalhado. O mistério alimenta a minha imaginação.
Usei a mesma técnica ao entrar no novo hotel, olhos fixos no elevador e andar decidido.
Piso 3, deja vu

Estou a chegar ao quarto, aviso

Agora sim vejo uma porta entreaberta e entro devagar.
Vinha quente e corada e meio sem jeito digo… Que filme! Ainda bem q não bati à porta do quarto errado, ia ser estranho explicar.
Mal eu termino estas palavras ele cumpre com o que tinha no plano é beija-me. Tinha uns os lábios finos rodeados de barba macia. Não senti a sua língua, apenas os lábios frescos.
Avançamos no pequeno corredor ao interior do quarto. Pouso a minha mala e tiro o sobretudo totalmente desnecessário naquele ambiente. Ele mantinha-se bem perto e percorreu-me o corpo com as mãos terminando entre as minhas coxas, sentindo o meu calor e a ausência de cuecas.

Estás tão molhada, diz

Sorrio e digo, é natural com uma situação assim, estou excitada.
Sento-me na beira cama e ele volta a passar a mão entre as minhas pernas, agora mais audaz enfiando primeiro um dedo e logo depois 2 dentro da minha cona quente. Fazendo-me soltar o meu primeiro gemido.

Com firmeza continua a foder-me com os dedos! Estava motivado em descobrir como seria um orgasmo meu. Enquanto me penetrava olhava-o nos olhos e recebia alguns beijos suaves. A outra mão percorria o meu peito, entrando pelo decote da camisa.
A saia que tinha vestida era justa e pelo joelho, logo para além de um enorme calor não permitia que eu me pudesse abrir como estava já a desejar.

Levanto-me e deito-me de costas na cama para lhe mostrar como a minha saia tinha um zípper de cima a baixo. Ele rapidamente lhe pôs as mãos e libertou-me sem hesitar.

Aproveito o momento para retirar também a minha camisa e deixo-me de gatas em cima da cama.
Pernas ligeiramente abertas, cabeça baixa apenas esperando o próximo movimento.
Ele lambe-me lentamente a cona com um único movimento, numa lambuzadela molhada e inesperada tremo de prazer.

Continua

UM DIA NA VIDA DE UMA MASSAGISTA – PARTE II

Já volto, vou-me preparar!

Digo, enquanto me afasto até à ao hall de entrada do quarto. Comecei a despir-me escondida e a mostrar as peças que estava a tirar para depois as atirar para uma cadeira. O objetivo era fazer um tease e deixar-me confortável.

Dei um salto rápido na casa de banho para ver como estava. Perfeita e confiante!

Voltei até ao meu “cliente” levando já o frasco do óleo aromatizado comigo. Ele volta a dizer-me que estava muito sexy apenas de lingerie, meias de liga e sapato de salto alto. Dou uma volta para ele apreciar tudo, em especial o meu rabo que ele elogiava nas fotos que já tínhamos trocado.

Ele puxa-me para ele com os seus braços grandes e fortes e aperta-me o rabo. Sinto-me a relaxar.

Com um ar sério digo-lhe para ele se virar para baixo com as mãos junto ao corpo, para poder iniciar a minha massagem e salto para cima da cama.

Começo a verter um pouco de óleo e inicio o meu oficio, não sendo especialista tento dar sempre o meu melhor em tudo o que faço, e como ele era grande requeria alguma intensidade.

Enquanto estava debruçada as costas dele sinto a sua mão a afastar as minhas cuecas e tocar-me na cona molhada, e estava tão molhada! Eu massajava-o a ele e ele a mim, sem duvida excitante e maroto como gosto.

Saio da cama e digo-lhe para se virar para cima, para continuar a massagem, e aproveito para tirar as cuecas uma vez que só atrapalhavam. Fico apenas de corpete e meias.

Volto para cima dele e beijamo-nos demoradamente de forma intensa e molhada. Vou descendo e tiro-lhe os boxers para apreciar o que iria beijar e chupar dentro de segundos. Ele já estava rijo. Enfio-o bem na boca e olho para ele, sei que sou safada e tenho orgulho nisso.

Chupo-o com vontade e já estava bastante excitada, ele acaricia as minhas mamas rijas. Faz-me então sinal para eu me virar.

Nas nossas conversas tínhamos partilhado alguns gostos e o 69 era uma das posições preferidas e dadas as restrições que tínhamos devido à perna dele, era a forma perfeita de darmos prazer um ao outro em simultâneo.

Coloco-me em posição e enfio o caralho duro dele na boca novamente, enquanto ele se deliciava a lamber-me o cu primeiro e depois a cona. À medida que a loucura ia aumentado ele foi metendo também os dedos no meu cu, primeiro devagar, depois mais intensamente. Eu gemia e aproveitava a sensação de chupar enquanto me lambiam a cona e fodiam o cu com os dedos. É sem dúvida um grande intensificador e tive de parar de chupar enquanto senti um orgasmo a chegar.

As mulheres são multi tasking mas não assim tanto!

Eu estava a gostar das qualidades do cliente com a sua língua, por isso voltei-me para a frente e deixando-o deitado sentei-me sobre a boca dele para que ele me pudesse chupar à vontade. Estava bastante sensível já e a língua dele deixou-me louca.

Vamos meter o preservativo!

Disse já desejosa de ser penetrada.

Miúda agora vai começar o desafio! Tu gostas é que te fodam… e agora és tu que o vais foder!

Ele meteu o preservativo e deslizei para baixo e enfiei-o bem dentro de mim devagar, balancei-me em cima dele e senti os nossos corpos já suados a começar a ferver. Por vezes lembrava-me da sua perna e ia perguntando se ele estava ok.

Não desejava que a terapia o prejudicasse.

Mudamos de posição e eu virei-me para a frente, de costas sentada sobre ele e recostei-me enquanto ele me agarrava por trás e continuamos a sessão e enquanto eu saltava suavemente ele me tocava-me no clit com os dedos combinação que me fez vir.

Apesar da situação eu estava desejosa que ele me comesse por trás, uma das minhas posições preferidas é simplesmente ficar de 4, rabo empinado e ficar a sentir as investidas fortes e profundas.

Tentámos, ele levantou-se e eu fiquei de quatro sobre a cama enquanto ele , com uma perna dobrada sobre a cama e a outra esticada para fora da cama deu tudo o que tinha, mas não era fácil pois ficou esgotado e meio zonzo e teve de se voltar a deitar.

Achei que já tinha abusado do paciente e já estava satisfeita e por isso pergunto-lhe

Onde te queres vir? Boca?

Ele acena…

Tiramos o preservativo e chupo-o bem até finalmente terminarmos a sessão com ele a pulsar leite quente na minha boca. Engulo satisfeita enquanto o olho. Foi intenso e reconheço o esforço dele.

Bebemos alguma água e ficámos deitados na cama pequena, um para cada lado para arrefecer. Aproveitámos aquele momento de relax para nos acariciarmos e falarmos um pouco sobre nós, sobre a sua experiência na cidade e claro sobre um amigo em comum que tinha conhecido uns tempos antes, quais eram as probabilidades de 2 estrangeiros random se terem tornado grande amigos em Portugal e os 2 me terem conhecido em alturas diferentes e sem sabermos!

Ficou uma janela aberta para uma brincadeira a 3 se um dia eles voltarem à cidade

Ele era sem dúvida boa companhia, um bom vivant e despreocupado mas a sessão estava no fim. Levantei-me e fui tomar um duche para me preparar para regressar à minha outra vida.

Fui-me embora sentindo-me à altura do desafio e satisfeita… mas sem dúvida a amaldiçoar o raio do acidente pois este homem tinha potencial de fodão!

Call me if you’re back in town!

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com