Nós e o mar – Parte II

O empregado regressa e trás o que tínhamos pedido, vejo que a minha companhia de almoço lhe faz um sinal e ele retira-se.

O ambiente era estranhamente calmo e comento isso com ele ao que ele responde. “Querida, tenho uma surpresa preparada para nós… o que achas se eu te dizer que estamos sós?”

Eu questiono:

“Sós? Como assim?”

Ele: “Sim, totalmente sós… tomei a liberdade de reservar este sítio para nós para as próximas horas, temos os nossos pratos lá dentro se preferires almoçar…”

Eu não sabia bem o que pensar… que situação inesperada e tão deliciosa!

Levanto-me e dou uma volta pela esplanada, espreito os vários ângulos e de facto apenas se ouvia o mar e as gaivotas… mais nada.

Debruço-me na esplanada e sinto-o a chegar até junto a mim…Ele coloca um braço na minha cintura e puxa-me pela anca para ele, sinto-o duro debaixo das calças.

Ele levanta-me a saia e aperta-me vigorosamente o rabiosque e com uma mão dá-me uma palmada. Eu não consigo conter o suspiro de prazer!

Pergunta-me “Queres que continue?” e eu respondo

“Sim…claro que sim!”

Ele segura-me pela mão e leva-me até uma mesa, senta-me lá e beija-me com intensidade ao mesmo tempo que com as mãos afasta as minhas cuecas já molhadas, passa os dedos pela boca e suavemente enfia primeiro um dedo e de seguida outro!

Quando eu já estou completamente rendida, ele tira-me as cuecas e abrindo bem as minhas pernas baixa-se e de joelhos devora a minha cona enquanto me continua a penetrar com os dedos… Uma delícia! E que orgasmo tão intenso!

Tudo parecia surreal e ao mesmo tempo não queria que acabasse!

E não ia acabar… ele tinha mais para me dar!

Beijou-me e eu senti o meu sabor… aquele salgado que eu conheço tão bem!

Disse-me “Posso?” e virou-me de costas agarrando a minha anca vigorosamente e penetrou-me ora intensamente ora devagar. Entrava e saía de dentro de mim, ficando momentos a acariciar as minhas coxas e o rabo. Isso estava a deixar-me louca… disse-lhe perdendo toda a timidez

“Fode-me com força!”

Ele responde “Estava à espera que te soltasses! Eu sempre soube como tu ias querer ser fodida”

Aquela convicção não deixava de me surpreender… como saberia ele o que mais me agradava? Fodeu-me com intensidade até ao gemer

“Ahh vou-me vir”

O orgasmo foi intenso e deixou-me muito satisfeita.

Achava que todo o planeamento e dedicação para me dar aquele momento inesquecível merecia uma recompensa. Digo “Mete-o na minha boca! Quero-te chupar todo!”

Meti a sua pila bem rija na minha boca, cheia do meu sabor, e dediquei-me a retribuir, enfiei-o bem fundo na minha garganta… e fixei-o enquanto sentia os meus olhos a ficarem molhados… É uma tesão inexplicável e receita certa para dar é um intenso e grande orgasmo!

Ele faz-me sinal que se vai vir e retirei-o da minha boca e com suavidade dei os toques finais até começar a sentir o líquido quente e espesso nas minhas mamas.

Ele puxa-me para cima e beija-me… e diz-me carinhosamente “Foi tudo como imaginei. Obrigada por seres uma mulher especial! Vamos então almoçar e trabalhar?”

Virei-me para o mar e inspirei fundo. Seria tudo um sonho?

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Nós e o mar – Parte I

Tínhamos combinado um almoço de trabalho para discutir algumas ideias e alinhavar o termos do novo contrato. É sempre um tema um pouco aborrecido, por isso, achei que um restaurante agradável e com uma boa vista tornasse a reunião mais produtiva. Ele disse-me, sem hesitar, que conhecia um restaurante onde nos poderíamos encontrar e que trataria de tudo.
Recebi, passado umas horas, um e-mail com o local e horas do almoço.

Já nos tínhamos cruzado algumas vezes noutros ambientes e não só a química tinha sido sempre boa, como ele era dotado de um charme desarmante e excelente bom gosto.

Cheguei um pouco antes da hora e fui-me refrescar, retocar o batom e pentear o cabelo. Não era um encontro, mas não conseguia deixar de sentir aquele friozinho na barriga.

Sentei-me nos sofás da entrada e, entretida a ler e-mails no telemóvel, nem reparo que ele chega. Levanto-me e cumprimentamo-nos com um respeitoso beijo na cara e eu sinto que corei ligeiramente, o que me deixa um pouco envergonhada.

A empregada da receção recebe-nos e encaminha-nos até à nossa mesa. O restaurante encontrava-se vazio… sem um único cliente. Estranhei e pensei que talvez fosse do dia da semana ou da hora.
A nossa mesa ficava na esplanada, debaixo de um colorido e grande chapéu-de-sol, tão perto do mar que quase se ouviam as ondas a bater na areia.

Trocámos umas palavras de circunstância e agradeci a pronta sugestão de um sítio tão agradável e a óbvia conversa sobre o maravilhoso dia de verão serviu para quebrar o gelo.

Em dias como estes sabe bem não estar entre quatro paredes… longe do a/c ligado e do ecrã do computador. Ali tudo era agradável, calmo e com aroma a mar.

Um discreto empregado dirige-se a nós perguntando-nos se desejámos beber algo e entrega-nos a carta do dia. Pedi um Porto Branco enquanto ele se ficou por uma água. O empregado começa a explicar o menu e a dar a recomendação do chefe e eu estava a ouvir com atenção quando sinto uma mão firme no meu joelho, subindo em direção à parte interior da minha coxa.

Mantendo a compostura e fixando o olhar no empregado, continuo a acenar com a cabeça como que a aceitar as sugestões.

Na verdade, já não estava a ouvir… estava com a cabeça à roda com aquela situação. A processar tudo de forma atabalhoada e a tentar manter um aspeto calmo e relaxado.

Ele tirou calmamente a mão da minha coxa, agradeceu ao empregado e escolheu uns apetizers e ficámos de decidir mais tarde o que iríamos almoçar.
Sem conseguir levantar os olhos da carta… ele coloca a mão sobre ela de forma a tirar-me a única escapatória e diz-me:

“Quero-te de provar”

Todo o meu corpo aquece e sinto que estou bastante corada, não sou capaz de dizer uma única palavra. Penso “miúda, se isto é o que parece ser…”

Olho para ele e respondo usando todo o descaramento que não tinha…

“Acho que essa é uma excelente escolha”

Respiro fundo, fixo o mar e abro ligeiramente as minhas pernas. Ele avança muito levemente sobre a pele interior das minhas coxas e chega até a minha cona.
Pensei “ele agora vai saber que estou muito excitada” pois já estava molhada e não tinha como controlar.

Com a mão virada para cima usa o dedo indicador para afastar as minhas cuecas e com o dedo médio passa suavemente no meu clitóris e lábios. Depois passou os dedos pela sua boca e sorriu enquanto avançava para me beijar.
Foi um beijo demorado e muito molhado.

Continua

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ALMOÇO NA CAMA – PARTE II

Recebo uma SMS a dizer “Elevador” e levanto-me num salto… estava nervosa! Digo a mim mesma “miúda… tu consegues, disfruta e deixa rolar!” Deixo a porta entreaberta e fico de pé junto à cama.

Ele entra no quarto e temos um breve momento de silêncio… ele olha-me intensa e fixamente nos olhos antes de me passar a mão na cintura e puxar-me para bem junto dele.

Não havia grande necessidade de trocarmos palavras, a nossa linguagem corporal fazia todo o trabalho.

Ao juntarmos os nossos corpos sinto a sua tesão e com a sua firmeza habitual passa da cintura e para o meu pescoço e beija-me enquanto me agarra com as duas mãos.

Sinto um imenso calor a subir pelo meu corpo mas deixo que seja ele a tomar a iniciativa.

Ele tira-me gentilmente a blusa e olha vagarosamente para o meu peito. Pergunto:

“Gostas? Comprei especialmente para ti!”

Ele estava surpreendido e passou várias vezes a palma da mão pelos meus bicos já excitados e rijos que saiam para fora. Foi só um toque ligeiro mas muito prazeroso.

Beija-me o peito todo e pescoço suavemente enquanto com as suas mãos procurava o fecho da minha saia.

“Eu ajudo…”

Afinal, multitasking não é para homens.

A minha saia cai e fico apenas de lingerie, meias de liga e sapatos altos em frente a ele. Sinto-o a devorar-me com os olhos.

Ele repara que há um espelho comprido numa parede do pequeno quarto e leva-me até à frente do espelho, vira-me de frente para ele e mantendo-se por trás de mim observa o espelho enquanto me toca. Rodo a cabeça e beijo-o enquanto ele me continua a percorrer.

Ele sussurra-me ao ouvido que tenho um corpo bonito e que adora todas as minhas imperfeições. Suspiro de forma audível… estava a adorar o mimo e a aproveitar cada momento.

Olhei para a cama e fiz-lhe sinal com um piscar de olhos… ela esperava por nós.

Sentei-me na beira da cama e reparo em algo que me tinha escapado aquando da sua chegada… ele trazia uma mala castanha, pequena, mas abriu-me a curiosidade:

“O que trazes aí?”

Perguntei e mordi o meu lábio nervosamente de seguida…

“Surpresas” diz ele.

“Vais gostar” e começa a despir-se.

Penso: Miúda! Tu sabias que esta era uma boa aposta… o que será…?!!

Disfarcei o meu nervosismo e curiosidade.

Ele despiu-se completamente enquanto eu fiquei a apreciar… ele era grande, moreno, já tinha estado em melhor forma, mas ainda era bastante firme e uma excelente visão.

Já sem roupa e claramente entusiasmado avança sobre mim e percorre o meu corpo com as suas mãos… olha para os meus sapatos e tira-os e de seguida despe as minhas pernas, retirando as meias devagar… sabendo que assim me tortura e eu gosto.

Passa a mão pelas minhas mamas rijas e depois desaperta o soutien. Sinto um arrepio bom. Sei o que vem a seguir… com as duas mãos puxa as minhas cuequinhas e eu dou aquele jeitinho levantando o rabo.

Fico completamente nua e deito-me sobre a cama. Ele segue-me.

Estou virada para cima e ele de lado junto a mim. Beija-me enquanto passa a mão na minha cona já molhada.

Diz finalmente que tem umas coisas para mim… e levanta-se até à mesa onde tinha ficado a sua mala e retira uma espécie de fitas.

“Posso?” Diz ele. Eu respondo com uma voz melosa

“Claro! O que me vais fazer?”

“Tu vais gostar” reafirma ele com segurança.

Deixo que ele me coloque as fitas, acedendo aos seus pedidos. A 1ª ponta da fita ficava no meu pulso e prendia com velcro e a outra ponta prendia no meu tornozelo também com o mesmo sistema.

Percebo qual o objetivo, desta forma ficava de barriga para cima, de joelhos dobrados e com as coxas afastadas… ele continua e coloca a fita exatamente da mesma forma no outro lado do meu corpo.

De seguida ele volta à sua mala e retira uma venda preta! A música da Banks embala-me e relaxa-me. Já desliguei de tudo o que complica e só quero disfrutar.

Ele coloca-me a venda e deixando de o ver, apenas posso sentir onde se encontra e imaginar o que está a fazer. Sabia que deveria haver mais qualquer coisa naquela mala.

Pressinto que ele se está a aproximar e de repente sinto o toque de um objeto fresco que começa a percorrer o meu corpo… parecia ser uma roda de metal com algumas saliências que me causava arrepios muito grandes e bastantes bons à medida que deslizava pelo meu corpo.

Este objeto tornava todo o meu corpo hipersensível, julgo que com o facto de estar sem visão os restantes sentidos estavam a ficar mais apurados.

Ele passou com o objeto maravilha (chama-se wartenberg wheel, pois claro que fui investigar!!) por várias áreas do meu corpo, contorci-me um pouco e disse-lhe que sabia mesmo muito bem… ele não me respondeu…

Afastou-se por uns momentos de mim e tentei com todo o meu esforço perceber o que estaria a fazer, oiço o barulho de um pacote a rasgar, percebo que é um preservativo… fico com imensa vontade de tirar a venda mas ainda não era hora.

Continua

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Almoço na cama – Parte I

Após algumas semanas de indecisão e enorme luta interna, decidi tomar a iniciativa.
Se por um lado não tínhamos outras alternativas viáveis a encontros com mais liberdade eu tinha que admitir que, no meu fundo, estava bastante entusiasmada com a perspetiva de um encontro furtivo num hotel.
Disse-lhe:

“Acho que vou então procurar hotéis aqui perto.”

Ele ficou louco e a partir desse momento só queria saber quando e onde! Saber que o tinha deixado nesse estado só pela expectativa alimentava e muito a minha motivação.
Iniciei a minha tarefa na internet e rapidamente encontrei um local que correspondia: era perto e tinha um ar razoável.
A fase seguinte era abordar o hotel para uma reserva à hora de almoço durante um par de horas – esta situação gritava sexo casual por isso inventei uma história:

“Uma surpresa de aniversário para o meu companheiro…”

Mais tarde apercebi-me que tinha sido totalmente desnecessário a preocupação com uma história credível. O rapaz da receção pareceu bastante à vontade o que me leva a crer que este tipo de “reservas” é comum. O mundo afinal não é tão cinzento como parece. Esta solidariedade anónima na libertinagem… tem a sua graça e não consegui evitar um sorriso.

Como a data do encontro se ia aproximando falávamos mais dos nossos gostos… Ele queria saber como me poderia agradar e eu queria ter uma antevisão do que me esperava.
Nós mulheres somos assim… Dizemos que queremos ser surpreendidas, mas depois não adbicamos do controlo da situação… um bocadinho tem de ficar sempre nas nossas mãos, nem que seja ter o controlo sobre o controlo de que vamos abdicar.

A nossa breve história já tinha uns episódios interessantes, encontros em jardins, em salas desertas no escritório e até no carro numa certa noite quente. Mas seria uma primeira vez neste enquadramento de total privacidade, num quarto de hotel à hora de almoço de um dia de trabalho…

À medida que ele me colocava questões ou puxava temas, eu ia formando a minha personagem nesta aventura.
Sim, ia testar limites e sair da minha zona de conforto e este tipo parecia-me o ideal.
Mais velho, respeitador, muito calmo, extremamente inteligente e com uma enorme tesão por mim.
Pensei “miúda, agora sim, vais descobrir o que gostas”.

Entusiasmada com a situação, comprei uma lingerie nova provocante e disse-lhe que tinha uma surpresa para ele… Ele perguntou se era kinky, eu deixei a resposta no ar. Ele afirmou que também tinha surpresas para mim.
Se era kinky ao nível dele não sei… O soutien era atrevido, apenas cobria a parte de baixo da mama e tinha uma fita de renda sobre o mamilo.
O efeito era lindo pois parecia que elas estavam a transbordar e quando eu estava excitada melhor ainda, os bicos rijos ficavam muito bem por baixo de uma renda suave.
Para tornar a coisa mais picante tinha uns elásticos que cruzavam no centro do peito, fazendo um enquadramento perfeito.
As cuecas eram simples: renda preta transparente. A luz da ribalta tinha que ser para o meu peito espartilhado.
Sentia-me super sexy.

No dia “x” à hora “y” meti-me a caminho, cheguei à receção do hotel e o jovem que me atendeu era o mesmo com quem tinha falado ao telefone… Relaxei… Fiz o check in, entreguei a minha documentação (a medo) e paguei em dinheiro.
Ele indicou-me o número do quarto e eu já sem um pingo de vergonha digo que espero uma pessoa.
No elevador mando uma SMS ao parceiro do crime a indicar o nº. do quarto.

Ainda sem acreditar que tinha ganho coragem para estar ali, entro no quarto e fecho a porta. Pouso a minha mala no toucador, tiro a escova e aliso o meu cabelo enquanto me olho no espelho… Safada!
Ligo a música no telemóvel… Escolhi o novo álbum da Banks para a ocasião.
Sento-me na cama e aguardo… Minutos que parecem horas…

Continua

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Fantasia a 2 mãos – parte II

Ela:

Sabes que a loucura já tomava conta de mim… Voltávamos até à cama enquanto nos beijávamos prolongadamente.

Deitavas-me e começavas a percorrer o meu corpo primeiro com a ponta dos teus dedos enquanto me sentias a arrepiar.

Paravas… eu relaxava e fechava os olhos para apurar os sentidos…Beijavas-me as mamas intensamente e com uma mordiscadela passavas para a minha barriga e ias descendo.

Sentia a frescura e o calor da tua língua, uma mistura que me deixa fora de mim. Colocava as minhas mãos à volta da tua cabeça… agarrava suavemente na tua cabeça já na expectativa do primeiro contacto da tua língua com a minha cona molhada.

Sim!  Uma contração de prazer e enquanto me penetravas com um dedo, alternado entre lambidelas delicadas e chupões mais intensos… Eu dizia:

“Não páres! Não páres!”

Ele:

Lambia-te o clitóris enquanto te penetrava com um dedo.

Adorava como estavas molhada e com as duas mãos abria a tua coninha e enfiava a minha língua para saborear o máximo que conseguisse. Agarravas as tuas mamas e gemias de prazer…

Penetrava-te com dois dedos, lambia um e partilhava o outro contigo. Suspiravas… Beijávamo-nos. Beijos curtos mas muitos e molhados.

Pedias-me para te lamber os dedos e de seguida tocavas-te de forma delicada e muito prazerosa. Percorria o teu pescoço e beliscava-te as mamas.

Descia para a barriga onde te beijo e faço cócegas. Aproximava-me da tua cona mas afastavas a minha boca suavemente e dizias:

“Agora só observas”

Ela:

Fixavas o teu olhar em mim deliciado com a forma como me tocava… Massajava rapidamente o meu clitóris com 2 dedos e gemia…

Porque sei como me dar prazer e porque te sentia tão perto mas sem me tocar. A vontade de ser penetrada pela tua pila rija aumentava cada vez mais intensamente.

“Vem! Entra todo dentro de mim! Devagar e bem fundo!”

Tu cumprias e avançavas para dentro de mim enquanto me beijavas e mordias os lábios suavemente.
Passavas a mão pelo meu pescoço e encostavas a tua boa ao meu ouvido para eu te ouvir respirar enquanto aumentavas a intensidade da tua entrada dentro de mim…

O final fica na vossa imaginação…

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Fantasia a 2 mãos – parte I

Ele:

Sonhei que um dia destes íamos tomar café e antes de me sentar dizias:

“está calor e não tenho cuecas…”

Depois lembro-me da quase-visão que tive debaixo da mesa mas foste má e cruzaste as pernas. Falámos pouco, algo constrangidos mas intrigados.

Convidaste-me para algum sítio e lembro-me de estar num elevador e não aguentar o momento.

Beijei-te o pescoço enquanto te agarrava no rabiosque com vontade.

Ela:

Por mim já não saíamos do elevador tão cedo…
Tu viravas-me, encostavas me à parede…levantavas-me o vestido e encostavas-te bem a mim para eu sentir a tua tesão…
Percorrias as minhas coxas com os teus dedos… Passavas as mãos vigorosamente no meu rabo…

Ele:

Tocava-te levemente na coninha e introduzia um dedo para te poder saborear. Tu tocavas-me para melhor sentir a tesão. Virava-te e beijava-te. Mordia-te o lábio enquanto te masturbava. Pedias-me:

“Pára, preciso de respirar…”

Ela:

Recuperava o fôlego e olhava para ti com os olhos cheios de desejo… Agarrava-te pela mão e saímos do elevador para o corredor… cruzávamo-nos com um casal de idade que nos olha com um brilho nos olhos… nós emanávamos prazer só de pensar no que ia acontecer.

Chegávamos ao quarto, tu perguntavas-me se eu queria um banho a dois, eu respondia:

“Adoro”

E começas a preparar um banho de espuma para nós enquanto eu fico sentada na cama à tua espera quero que me dispas lentamente. Chamava-te:

“Vem! Quero dar-te prazer!”

Assim que chegaste perto de mim ajeitei-me na beira da cama, abria ligeiramente as minhas pernas e puxava-te pela cintura para bem perto da minha boca enquanto te olhava nos olhos…

Passava a minha mão por cima das tuas calças e começava a abrir lentamente… Desejosa de te sentir quente e rijo nos meus lábios…

Ele:

Ouvia a tua respiração irregular enquanto tiravas delicadamente a minha pila. Chupavas suavemente, como que a querer apreciar e prolongar o momento.

Desfrutava enquanto passava a mão direita pelo teu cabelo. Deslizavas a língua para sentir o calor. Apreciava-te as mamas, agarrava com força numa delas e apertava-as bem, queria senti-las minhas! Estava rijo, demasiado. Pedia-te para teres calma, sou sensível e sobrecarregas-me os sentidos.

Tu recusavas pois a tua cona estava cada vez mais molhada e impaciente. Chupavas com vontade, muita vontade. Afasto-me. Precisava de respirar.

Ficas claramente insaciada e levantas-te. Beijavas-me enquanto me tocavas. Olhava-te nos olhos e queria mais, muito mais…

Continua

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À NOITE NO CARRO… PARTE III

Encosto-me para trás satisfeita e ele fica a olhar profundamente para mim… passando as pontas dos dedos pelos meus braços, seios, barriga, pernas e novamente na minha cona molhada e latejante!

Volta novamente a foder-me com os seus dedos e eu a delirar com tudo aquilo!

Estava a ser uma novidade! Ele só se queria dedicar a mim, a dar-me prazer e parecia totalmente indiferente ao facto de estar sem uma ereção no meio de uma loucura como aquela.

Já a sentir a exaustão dos orgasmos a tomar conta de mim viro-me para baixo e decido que se há pouco ele tinha endurecido na minha boca… tinha possibilidades de retribuir o prazer! Parecia-me estranho eu estar a gozar e ele apenas a participar sem ter um final feliz!

Meter uma pila pouco tesa na boca não é a coisa mais agradável… mas senti-la a ficar rija e grossa já valia o esforço. E de facto assim se manteve! Tiro-a da boca para a olhar… era boa e bonita e finalmente rija! Sem me demorar volto à ação até o sentir a tremer!

 “Vou-me vir! Vou-me vir!” – diz ele.

E eu continuo a chupar delicadamente. Ele volta à carga! E toca-me nas costas! Finalmente percebo a razão do alerta… Eu levanto a cabeça e digo:

“Vem-te para a minha boca!”

E retomo a carícia agora também ficando mais pela cabeça e batendo por baixo. Oiço-o gemer e finalmente sinto um calor na minha boca! E ele diz:

“ Tu és tão boa!”

E que prazer me dá ouvir isto. Levanto a cabeça e encosto-me no colo dele… sinto a sua respiração e o seu coração a bater. Ficamos em silêncio… ele beija-me… o que me agrada! É o selo perfeito.

Com as janelas do carro abertas sentimos a brisa da noite a entrar, a lua brilha lá no alto… lembro-me das horas… está na hora da Cinderela!

“Leva-me até casa, quero ir tomar um duche e relaxar.” – digo

Seguimos até casa em silêncio… a minha cabeça ia a processar tudo o que se tinha passado. Ele com a mão na minha perna, sentia-o a olhar para mim.

Caramba foi bom! Diferente e espantosamente bom!

 

The end