Apollonia Saintclair®

Um dia na vida de uma massagista – Parte I

O belo, jovem e alto cavaleiro da Dinamarca ia regressar a Portugal após as festividades natalícias na terra natal e teríamos finalmente o nosso encontro.

As conversas eram picantes e promissoras apesar de o inglês ser por vezes uma barreira na dirty talk, pelo menos para mim. Mas parecíamos alinhados, ele gostava de dominar e de sexo mais duro e intenso assim como eu. Os filmes sujos rolavam na minha mente até porque ele era grande, bonito, com um excelente corpo e uma mente safada… Prometia.

A certa altura começo a desanimar e a estranhar o fato de ele não me estar a responder às investidas e quando finalmente conseguimos comunicar é que tomo conhecimento que algo terrível lhe tinha acontecido logo após chegar à cidade… Tinha sido atropelado, assaltado, deixado inconsciente largado à sua sorte, em plena baixa da cidade.

Ohh a sério? E agora, quando ficas bom?

Tento saber ainda com esperança de os meus planos de foder não irem por água abaixo.
Mas confirmou-se o pior dos cenários, tinha uma fratura grave na perna e o internamento ainda iria demorar algum tempo e após isso ele iria ter de ficar em pleno repouso horizontal e com a perna imobilizada com gesso.

Acredito no when there’s a will there’s a way por isso não seria este acidente que nos ia impedir de partilhar uma história positiva sobre a sua estadia em Portugal.
Sim, bebi o espirito de missão patriótica e pergunto-lhe:

Já fodeste com alguma portuguesa?

Ele responde que não e pensei

Lá está miúda! Vais entrar em ação e tornar a viagem do inferno numa boa recordação!

Mantivemos contacto diário durante o internamento, partilhando fotos e vídeos, o que apenas me abria ainda mais o apetite e a ele penso que ajudava no passar dos dias. Ele era adorável e com um corpo delicioso! Até umas fotos tiradas na maca de um hospital me faziam suspirar.

Entretanto chegou o dia em que ele se mudou para um aparthotel no centro da cidade a poucos minutos de mim. O cenário ideal para a fantasia que estava a planear na minha mente altamente imaginativa!
Seria a sua terapeuta! Partilhei com ele a minha ideia e rapidamente ele alinhou excitado dando contributos para o guião.

A minha visita profissional seria durante um período combinado previamente, eu iria avisar assim que entrasse no lobby do hotel para ele destrancar a porta do quarto e me indicar o número. Ele estaria deitado na cama nu e o quarto estaria pouco iluminado, apenas um ambiente de penumbra. Eu iria despir-me ficando apenas em ligerie sexy, levar um óleo de massagem cheiroso e fazer tudo o que ele me pedisse sem hesitar. No fim iria ser paga pela prestação do serviço e sair.

Conversamos algumas vezes sobre esta ideia até eu ganhar coragem e marcarmos o dia.

Miúda! Será que tens coragem de fazer algo assim? É tão excitante!

A adrenalina bombava no meu corpo e os dias demoravam a passar para os dois, o encontro seria já na penúltima semana dele em Portugal.

Chegou o dia D “Operação Dinamarca”! Toda a situação era extremamente divertida. Nesse dia vesti-me como normalmente mas por baixo usei um body cai-cai com ligas às quais prendi umas meias pertas elegantes. Coloquei também um colar justo tipo corrente em dourado. Seria este o visual que ele iria ver quando o estivesse a massajar.
Apanhei o táxi e rapidamente estava no lobby do hotel. Mandei mensagem como combinado

Cheguei

Dirigi-me aos elevadores envergonhada e sem conseguir olhar para o sr. da receção, não saberia o que dizer se me perguntassem.

O “cliente” respondeu rapidamente com uma mensagem indicando o andar e número do quarto onde me aguardava.
No elevador olhei-me ao espelho e ajeitei a roupa. Ria-me sozinha, estaria à beira da loucura? O nervosinho miudinho tem efeitos inesperados em mim mas que me fazem sentir viva. Muito viva.

Após chegar ao piso, caminho calmamente pelo corredor alcatifado e paro em frente à porta. Vejo que a porta está entreaberta e respiro fundo antes de a empurrar e entrar dentro do quarto.

O quarto tinha um pequeno hall de entrada que tinha de um lado a casa de banho e do outro uma pequena kitchenette, em frente via o fundo do quarto, apenas iluminado com a luz que entrava pelas persianas. A cama onde ele se encontrava não estava logo visível.

Neste momento tento entrar no papel mas não resisto a dizer um Hi e caminhar até ele. Poiso a minha mala numa cadeira e nervosa vou até ele. Ele estava com um boné e uns óculos de carnaval para se esconder, acho que estava ainda mais nervoso que eu.

Quando tira o chapéu e os óculos cumprimentamo-nos com dois beijos na cara. Ele estava deitado, com uma perna engessada mas percebia perfeitamente que era enorme, acima do 1.90 e mal cabia na cama de solteiro onde estava a repousar.

Ele elogia-me o visual executivo e eu digo que é como me visto no dia-a-dia. Tinha uma saia de napa e uma camisa original, e notei que ele aprovava. Fazemos uma conversa tipo “estado do tempo” até que decido encarnar na personagem, chega de desvios ao texto!

Já volto, vou-me preparar!

Continua

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INTERNATIONAL FUCK – PARTE II

Costumo dizer que no que toca a sexo sou um pouco básica: gosto de homens (ponto final), de vários formatos, cores e feitios.

Este rapaz, para além de ser bem-parecido e atrevido, prometeu-me um squirt logo na 3ª sms de engate… Como resistir? Na minha cabeça o filme já estava a rolar e decidi fazer “all in” para ver ser era bluff ou não.

Outra coisa que me aguçava a vontade era o facto de ele não ser português o que fazia com que tivéssemos de falar em inglês e eu nunca tinha tido uma foda internacional!

No dia seguinte preparo-me para o encontro, como sempre, sentia o nervosismo bom que me anima e só pensava:

Miúda, é desta que vais esticar a corda e quem sabe descobrir o que é squirt na primeira pessoa!

Fomos trocando mensagens pelo caminho e eu sabia que ele também estava a sentir a pressão, afinal de contas ele é que tinha uma promessa a cumprir, eu ia só relaxar e desfrutar.

Cheguei ao ponto de encontro e ele diz-me em que quarto está. Vou ter com ele, respiro fundo, abro a porta e vejo-o de pé à minha frente ainda vestido como lhe tinha pedido.

O quarto era original: tema iceland, tons de azul, um jacuzzi… e espelhos no teto.

Avanço até ele e cumprimento-o com dois beijos na face. Gosto de quebrar o gelo e deixar a química fluir.

Ele elogia-me e mostra ser um “really nice guy”! O que ajuda a dissipar o nervosismo.

Sentamo-nos no colchão redondo sobre o chão, beijamo-nos e começamos lentamente a despirmo-nos um ao outro.

Ele desaperta a minha camisa e eu rolo sobre a barriga para ficar de costas e ele abrir o fecho da minha saia, que abria atrás num longo zipper. Sinto um arrepio ao expor o meu corpo pela primeira vez.

Ele tinha um corpo “super fit” e um sorriso inocente… mas a nossa conversa tinha promessas para cumprir!!

Ele despe-se todo e tira-me as cuecas e soutien com habilidade.

Engraçado como os homens gostam de exibir esta habilidade com soutiens

penso divertida.

Ainda antes do encontro, trocámos alguns gostos no que toca a sexo, ele tinha perguntado se eu gostava de ondas mais “hard” tipo choke ou spank. De facto, não sabia responder mas disse estar aberta a novas experiências e no calor do momento poderia ser interessante, estava, por isso, expectante com: squirt, hard sex e foder em inglês.

Ele toma o controlo do sexo, como eu gosto, e deita-me na cama, garantindo que eu estava confortável.

Beijamo-nos intensamente e já me estava a sentir molhada… O caralho dele era bonito e apetitoso e já estava duro.

Indo direto ao assunto, coloca o preservativo e após me penetrar com os dedos enfia o seu pau rijo dentro de mim!

Eu estava deitada por baixo dele e com os corpos colados rapidamente começamos a emanar calor.

Intenso, é como posso descrever o início, contudo, sentia-o preocupado em não me magoar quando me ouvia gemer.

Yes… soo good – Dizia eu sentindo-me uma porn star!

Ele agarrava-me com força e empurrava-se para dentro de mim. Levantou-me as pernas para os seus ombros e fodeu-me profundamente.

Bom ritmo, boa intensidade…

Yessssss!

Inclinando-se mais sobre mim, sinto a sua mão no meu pescoço, fecho os olhos para sentir e ouvir. O barulho dos nossos corpos, o arfar dele e o meu gemer claramente a subir de tom.

Conscientemente já não quero saber do som dos meus gemidos de prazer. Se há dias que gosto de os conter ou morder uma almofada, outros gosto de soltar sem restrições. Hoje era este o caso.

A loucura estava instalada e ele dá-me uma chapada e diz autoritário

Say you want to squirt!

Sem me dar tempo de resposta, volta a dar-me uma chapada com a mesma ordem. Como ele me continuava a foder e a apertar com força a minha capacidade de resposta estava lenta mas lá lhe disse I

I want, i want to squirt!!

Confesso que me surpreendeu e estava a ser muito divertido,  sem qualquer dor, apenas deixar rolar o impulso da situação.

Ele sai de dentro de mim e enfia dois dedos na minha cona. Fode-me assim num frenesi que me causou um arrepio no corpo todo.

Por momentos, olhei para ele e vi que estava concentrado a aplicar a sua técnica infalível em mim.

Contorço-me toda e entre um novo arrepio por todo o corpo sinto e vejo o líquido a brotar de mim enquanto ele continuou a foder-me com os dedos!

Senti uma descarga no corpo, diferente de um orgasmo, e estava espantada com o que via.

Ele sorriu triunfante e eu curiosa a ver que raio de fluído era aquele. É uma imagem bem interessante que ficou gravada na minha memória, porque ele continuou a foder-me e o esguicho a saltar por todo o lado.

WOW

Ele tinha cumprido a sua parte do deal, e merecia conhecer o meu deep troat and messy blowjob!

Ele senta-se numa parte mais alta junto ao colchão e eu levanto-me, ainda atordoada, gatinhando até ele.

Meto aquele caralho rijo na boca e chupo-o primeiro na cabecinha e depois desço até o conseguir enfiar o mais fundo na garganta.

Daí ao messy é um instante! Ele aprecia o meu gosto e capacidade e empurra a minha cabeça para o fundo até engasgar. A saliva começa a nascer em grande quantidade e cuspo-lhe também… olho para ele para sentir a reação, acho que estava também a cumprir a minha parte!!

Chupo com vontade até parar por momentos e lhe perguntar onde se quer vir…

In my face?

Sugiro.

“Ohh Yes”. Ele toma o seu pau nas mãos e termina a bater uma para a minha cara e boca. Volto a chupar para beber todo o leitinho e riu-me para ele.

Já devia ter a maquilhagem meio esborratada com o leite a escorrer, mas estava satisfeita! Penso nisso depois!

Ele levanta-se e vai para o jacuzzi que estava com água a correr desde que tinha chegado (smart guy) e ao fim de umas tentativas na água a escaldar lá consigo entrar e sentar-me junto a ele e ficamos aninhados sem falar.

Lavo a cara e penso que esta brincadeira não vai fazer bem ao meu cabelo… Não posso regressar ao trabalho com ar de quem esteve a foder num jacuzzi!! Trato disso depois!

Well… life is short! E estava a saber-me lindamente. Ele foi super meigo e carinhoso como eu aprecio e ficamos um pouco só a relaxar e a absorver as sensações.

Tinha acabado de ter um squirt!! WTF?! É diferente de um orgasmo normal, contudo, a descarga de adrenalina é maior. Ele diz-me que após a primeira vez se vai tornando mais fácil e que eventualmente irei conseguir squirt com sexo normal.

Após algum tempo na sopa, estamos ainda quentes e com tesão, olhamos um para o outro e voltamos ao colchão para mais um round. Estava desejosa de uma foda de quatro e ele não desilude.

Agarrando-me bem pelas ancas e rabo, fode-me com a sua intensidade e juventude. Venho-me

Fuck yeah!

Gosto de sentir o homem a dar tudo para me dar prazer, só ficou por experimentar o anal.

Para terminar, voltamos ao blowjob maravilha made in Portugal! Ele vem-se na minha boca e caímos os dois extasiados, lado a lado. Ficamos a conversar sobre as nossas vidas e até conselhos sobre mulheres lhe dei!!

Curiosamente ele não tinha estado com nenhuma portuguesa, só com estrangeiras como ele a aproveitar a nossa cidade. Pensei:

Sou uma jóia de mulher

Estava na hora de irmos à nossa vida habitual, ele aproveitar a aventura em Portugal e eu back to business.

Ficou a promessa de escrever um post em Inglês para que ele pudesse ler… mas não é possível… só o português me corre na veia literária.

No táxi de regresso fiz o replay de tudo na minha cabeça, acho que o motorista desconfia… se ele soubesse!

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Surpreendida – Parte I

Recebi uma mensagem que dizia:

Vou guardar lugar para ti ao meu lado no jantar, não leves cuecas.

Percebi que ele já sabia que também ia ao jantar da empresa. Fiquei entusiasmada e ao mesmo tempo um pouco receosa.
Gosto de cultivar uma imagem de inatingível e sei que me consideram arrogante o que mostra que tenho sucesso. Contudo tenho de ter cuidado.

Cheguei um pouco mais tarde pois tive alguns emails para responder, mas vi o lugar vazio que me esperava e o brilho nos olhos dele.
Aposto que estava morto para saber se tinha cumprido o seu desejo.

Cumprimento os colegas e faço-me de surpreendida, vou aproveitar o lugar vazio então, digo eu.
(Adoro este papel)

O jantar está a decorrer animadamente, e eu mantenho-me de lado a falar com outros colegas, evitando de propósito mostrar intimidade com ele.

Após alguns brindes começo a sentir-me mais leve e ele surpreende-me ao colocar a mão dele na minha coxa, apertando-a levemente.
Acho que ele já estava mais tocado do que eu.

Olho em volta um pouco tensa… será que alguém viu?
A adrenalina da situação começava a bombar dentro do meu corpo, ninguém sabia do nosso entendimento fora da relação profissional e confesso que tinha um gozo extra em manter uma postura distante ao mesmo tempo que me sentia molhada entre as pernas.

O dia tinha sido um intenso tease de sexting e estava ansiosa por continuar a provocação e saber onde ela nos ia levar.

Ele começa num flirt com outra colega e eu faço-me despercebida… aproveito para encher o meu copo de vinho.
Com o jantar a chegar ao fim começa aquela movimentação de cadeiras e mudanças de lugar, alguns colegas vão à rua fumar. O ambiente era descontraído e a noite ainda agora começava, uma vez que o restaurante ia estar por nossa conta.

Levanto-me para ir à casa de banho, estava com calor, queria refrescar-me e retocar o bâton.
Quando estou a sair para retornar à sala ele aparece de repente e empurra-me novamente para a casa de banho e fecha a porta atrás dele.
Digo-lhe nervosa:

Estás louco? E se alguém nos vê?

Ele faz-me “shiuu” e começa a abrir as calças, eu sento-me sobre o tampo da sanita claramente surpreendida com a audácia. Não tinha ainda a certeza da loucura… mas que me deixou muito excitada tinha de admitir.

Anda puta, queres senti-lo na tua boca não queres? Anda chupa-me!

Dizia ele enquanto se encostava a mim e me esfregava o caralho na cara. Estava cheia de vontade mas queria que ele puxasse por mim…
Ele então agarra-me e empurra-se contra a minha boca, forçando-se a entrar!

Deixo as minhas mãos em baixo penso não lhe quero fazer uma mamada… quero que ele me foda a boca!
Ele entao segura a minha cabeça com firmeza e enfia-me o caralho rijo bem fundo, sinto-o a bater na minha garganta!
Olho para ele e sem falar instigo ainda mais a loucura, ele penetra-me intensamente mais 3 vezes e larga-me.

Afasta-se e começa a fechar as calças, eu estou meia decomposta, sentada, ainda ofegante a olhar para ele enquanto mordo o lábio… estava sedenta de mais!

Continua

@Parque – Parte II

Abri mais as pernas… ficando completamente aberta para ti… aumentaste a intensidade das penetrações, agora com 2 dedos, sentias-me bem, sentias-me toda.

Disse-te entre gemidos:

Ahhh seu safado tesudo!

Olhava para ti com tesão e sabia o que mais desejavas… dar-me prazer e sentir na tua boca o meu sabor! Eu sabia!

Disse-te:

Queres me chupar a coninha é?

“Sim quero. Quero muito isso…”

Respondeste.

Tentei encontrar uma posição ainda melhor para que tu te pudesses baixar e finalmente explorar com a boca a minha cona… e tão sedenta de sentir a tua língua que ela estava.

Quando sinto a tua língua a chegar, fresca e molhada, suspiro… penetraste-me primeiro com a tua língua e de seguida beijaste-me os lábios da cona e no interior das coxas. Enquanto te deliciavas olhavas nos meus olhos, vias e sentias a minha tesão.

Voltaste a efiar a tua língua bem fundo na minha cona e depois levantaste-te para me beijar.

Adoro partilhar um beijo intenso de sabor e cheiro a mim. E que beijo quente e molhado esse que só me fazia ficar ainda mais desejosa de voltar a sentir a tua boca a chupar suavemente o meu clitóris.

Voltaste a descer e correspondeste ao meu desejo. Começaste a chupar, primeiro suavemente e quando eu coloquei as minhas mãos no teu cabelo e te puxava, aumentaste a intensidade.

Paraste… e perguntaste:

Estás a gostar?

Ahh sim…estou a adorar…”

Disse eu, entre suspiros. E desejando que continuasses!

Voltaste a chupar-me mas agora mais forte…mais intensamente. Eu sabia que tinhas o desejo de sentir o meu orgasmo, andavas louco por sentir o meu sabor a nascer e sentir o meu corpo a contorcer-se de prazer na tua boca.

Por momentos esqueci completamente onde estava e fechei os olhos enquanto te apertava e massajava o cabelo, puxava a tua cabeça contra mim, não te queria deixar fugir,

Afastaste a tua boca e com os teus dedos começaste a massajar intensamente a minha cona, especialmente o meu clitóris… eu adoro isso! Gemia mais intensamente e tu como sentias que eu me estava quase a vir e dizes-me:

Ahh putinha, quero te fazer vir… vais-te vir para mim?

Aumentaste a intensidade do teu toque e eu estava a chegar lá…

Estou-me quase a vir!

disse eu

Continuaste sem parar de esfregar a minha cona até me fazeres vir…

Sim!! Tão bom! Isso!

Contorci-me de prazer e tu não hesitaste em voltar a chupá-la muito suavemente.

Tinha vontade de dar um longo e audível grito de prazer! Os teus olhos cintilavam… estavas cheio do meu sabor… o meu néctar, como lhe chamas, estava por todo o lado.

Puxei-te e beijámo-nos durante um bom momento… Relaxámos.

Estava na hora de regressar ao trabalho… Despedimo-nos sem vontade, mas satisfeitos. Eu por ter tido um almoço orgásmico e tu por me teres dado esse prazer ao ponto de ficares marcado com o meu cheiro para o resto da tarde.

Regressei ao escritório mas a cabeça ficou no estacionamento.

Passado um par de horas recebo uma sms…

Estou aqui por perto outra vez… Vens lanchar?

Hmmm como resistir… Dose dupla!

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@Parque – Parte I

Finalmente estivemos juntos!

Eu escolhi um sítio acolhedor mas fun para almoçar, convenientemente, perto do trabalho. O tempo é escasso e não o queria perder em trajetos pela cidade.

Achei que o sítio te ia agradar e seria o ideal para um primeiro encontro. Íamo-nos conhecer em carne e osso, olhos nos olhos, pela primeira vez!

Durante o almoço, senti que enquanto eu tentava falava contigo num tom descontraído, tu olhavas nos meus olhos, e eu sentia de imediato a minha cara a ficar quente e provavelmente corada.

A timidez não me largava. Tinha gostado do que estava a ver e de o nosso click ter sido fácil.
Desejava que me agarrasses firmemente, me puxasses contra ti e finalmente me beijasses… mas tentava fugir a esse teu olhar intenso e manter a minha distância…

Neste momento o meu diretor entra nesse mesmo restaurante!

Miúda! Endireita as costas, põe um ar profissional e tenta continuar o teu almoço com naturalidade. Ele não sonha que tu te estás a encontrar com um tipo que não conheces e com quem estás mortinha por ter sexo, pois não?

Terminámos a refeição calmamente, bebemos o nosso vinho devagar e até apetite para sobremesa tive. Tu mostraste-me discretamente o ecrã o teu telemóvel onde estava escrito

Quero-te beijar (derreti…) vamos embora?

Dirigimo-nos para o teu carro, que estava estacionado num parque subterrâneo perto, e enquanto o fazíamos íamos lado a lado a sentir uma tensão que tínhamos de conter até estarmos só os dois.

Aproximávamo-nos do elevador para o parque e ficamos sós por instantes… quase nos beijávamos… mas entrou uma pessoa.

Damn! Isto hoje não está a correr bem…!

Finalmente chegamos ao teu carro que estava estacionado num canto. Relaxei, assim íamos poder ficar à vontade… O meu crasy mode já estava on
Ficámos de pé junto ao carro e encostaste-me ao pilar e finalmente senti os teus lábios. A timidez estava a partir para bem longe. O gelo estava quebrado.

Perguntaste-me se queria entrar para o banco de trás contigo… Disse que sim e entrei à tua frente. Beijámo-nos uma, outra e outra vez. Sempre adorei beijar e os beijos eram muito bons, molhados e suaves.

Sentia-te excitado e deixámo-nos guiar pelo instinto.

Naquela escuridão e calor, fomo-nos explorando: línguas, sabores e cheiros. Beijaste-me no pescoço e desceste as tuas mãos para o interior das minhas coxas, apertaste-me as pernas e sentia a tesão a acumular-se.

Perguntei-te se querias beijar as minhas maminhas…sem hesitar subiste a minha blusa, desceste o meu soutien e eu senti a tua boca e o teu respirar nos meus bicos já duros de tesão…beijaste, lambeste, chupaste, brincaste com a ponta da língua e com umas trincadelas ao de leve. Adorei.

Com o calor, aumentava também intensidade dos beijos, eu levantava o pescoço demostrando que gostava de ser beijada aí…gostava de sentir o arrepio e as tuas mãos, tu correspondeste.

Enquanto me beijavas uma mama apertavas a outra…e a vontade de me entregar para me sentires aumentava… estava tão molhada e em breve ias sentir o efeito que tinhas em mim. Não havia como disfarçar.

Começas-te por me tocar as coxas, as pernas…acariciavas-me toda enquanto me beijavas-me mais e mais, já só pensava quando ia sentir os teus dedos na minha cona… estavas tão perto! Baixaste as minhas cuequinhas e avançaste com os teus dedos até chegares a ela… eu suspirei de prazer antecipado!

Estava desejosa… e molhada, não conseguia esconder a excitação que me causavas e saber que tu ias sentir isso ainda me provocava mais desejo.

Miúda, é agora…hmmm

Os teus dedos deslizavam suavemente por entre os meus lábios, passaram pelo meu clitóris, até começar os começar a sentir na entrada da minha cona.

Com um beijo longo penetraste-me com um dedo que depois tiraste e partilhaste comigo. Sabias que eu gostava do meu sabor…

Voltaste a penetrar-me mais intensamente e depois provaste finalmente o meu sabor…vi a tua satisfação na forma como brilhavam os teus olhos… no escuro daquele banco de trás.

Passavam carros de vez em quando, uns para cima, outros para baixo. Estávamos a meio de um dia normal de trabalho no centro de uma cidade movimentada a viver mais uma aventura. A dose de excitação era redobrada pela situação.

Continua

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