QUARTO 311 – PARTE II

Passa a sua língua de baixo para cima mais umas vezes e volta a foder-me com os seus dedos.
Penetrando-me fundo e com força durante algum tempo, mantenho o meu rabo empinando até sentir aquele formigueiro a subir! A sua dedicação era exemplar.

Vou-me vir!

Aperto as coxas com os dedos dele ainda dentro de mim e depois deixo-me cair na cama relaxada.
Rodo a cabeça para o ver, ainda de pé junto do fundo da cama, eu suada, nua e ele ainda completamente vestido, a observar o seu brinquedo.
Estava já solta e sem pingo de vergonha, sentei-me na beira da cama com ar sedento, boca entreaberta e a língua a percorrer os lábios. Puxo-o para mim e juntos começamos a despir-lhe as calças e depois os boxers, ele também tira a camisa.
Ainda mole, passo a língua no pau dele. Embora esperasse que as nossas actividades iniciais o tivessem deixado duro, também gosto de ter total controlo e começar por chupar mesmo quando está mole e sentir o sangue a subir até que se torna grande e rijo, preenchendo-me bem a boca.
Chupo-o todo e naquele estado consigo facilmente enfia-lo até à garganta. Começa a dar sinais de despertar é isso motiva-me a chupar com mais intensidade e cuspi-lhe um pouco.
O meu lado mais cerebral dizia-me…

Hmm como é que ele não está verdadeiramente duro ainda, estarei a perder qualidades?

De facto fazia já algum tempo desde que não fazia um broche, mas penso que a técnica não se perde, talvez a resistência sim, mas a técnica não.
A química não estava a fluir como eu desejava, mas também sei que por vezes surge durante o momento da penetração por ser mais íntimo. Ele vira-se ligeiramente para trás para apanhar a caixa com preservativos e a minha mente navega já até ao intenso momento da primeira penetração.

Aí sim, tudo vai melhorar, pensei e enquanto o olhava gulosa e me deitava na cama virada para cima abrindo as pernas de forma provocadora.
Ele parece colocar o preservativo sem grande dificuldade e lança-se sobre mim mas a penetração não acontece pois toda a firmeza se foi nuns segundos.
Ele ainda volta a tentar segurando bem o pau agora adormecido, eu tento também encaminhar para o sítio do meu prazer, mas desistimos.

Odeio preservativo!

Diz ele frustrado.
Eu deixo-me ficar calada e olho-o de forma compreensiva. Não posso negar que não me deixe frustrada também pois após um primeiro fracasso dificilmente há regressos, contudo suspeito que não teria sido inédito ou então lidava bem com a situação pois mostrou vontade de me continuar a acariciar.
Deitou-se na cama e eu rolei de lado e encostei-me a ele beijando-o intensamente. Os seus beijos eram curtos mas eu puxei por ele, gosto de beijos com língua, saliva e dedos pelo meio.
Voltou a penetrar-me com os dedos, desta vez fazia-me tremer enquanto estava dentro de mim, vibrando a sua mão, passa os dedos em volta do meu clitóris e eu digo-lhe que é como me venho mais vezes quando me masturbo. Ele sabia agora o meu truque e massajando, com vigor, os seus dedos esticados sobre o meu clitóris faz-me vir intensamente.
Senti uma descarga de electricidade a percorrer todo o meu corpo e após a contorção de todos os músculos do meu corpo sinto um relaxamento geral e uma leveza.

Sentiste? Até dei choque!

Disse entusiasmada.
Não… Mas mostra-me então que agora sim estava duro, extremamente duro.Não com o meu toque nem com a minha boca, mas sim com o meu orgasmo.
Aproveitou o momento para voltar a colocar um preservativo e disse-me para me meter de quatro. Assim fiz, esperei e quando não senti o que esperava deixo-me cair na cama e viro-me para o ver.
Tento ainda dar umas chupadelas e carícias por cima da borracha mas já não havia salvação.
Apesar de me sentir confusa, tento manter um espírito descontraído quando ele se volta a deitar. E entre beijos pelo seu corpo e vou descendo até o enfiar novamente na boca.
Do mole ao duro em algumas sucções. Alternando entre chupadelas na cabeça e enfiando-o bem fundo da minha garganta, ele coloca as suas mãos na minha cabeça, momento em que percebo que se vai vir. Prendendo-me a cabeça em baixo eu aguento sem respirar enquanto ele geme e se contorce.

Quase não senti o sabor do leite uma vez que ele se veio bem dentro na minha boca, já na garganta.
Senti que agora podíamos relaxar e aproveitar o tempo que nós restava para descontrair, queria conversar com ele pois falámos por mensagens durante algum tempo e gostava da nossa conversa intelectual. Fugia ao banal do costume. Gosto dos momentos após sexo em que a conversa flui, a tesão e a tensão dão lugar a sintonia e partilha e a novas sessões de sexo.

Vou dar umas braçadas à piscina para aproveitar o hotel, tens até que horas?

Engoli em seco. E na minha personagem mais natural digo-lhe que ainda tenho algum tempo, mas não a noite toda. Pareceu-me que tinha feito passar a mensagem.
Ele desfaz então as minhas expectativas quando me diz que como não tinha internet no quarto teria de ir ao centro comercial para terminar e enviar um trabalho, tinha coisas para fazer portanto e eu não estava incluída no programa.
Como me julgo perspicaz, percebi que a situação estava esgotada e disse-lhe que iria retocar-me e depois seguia o meu caminho.
Ele veste os calções e uma camisa e dá-me um beijo. Indiferente à minha linguagem corporal que estava incrédula com o desapego. Assim que ele sai do quarto vou ao duche, passar-me rapidamente por água, e visto-me de seguida. Antes de sair Deixo-lhe um bilhete de despedida educado no bloco de papel com o monograma do hotel e saí.

Entre várias explicações para um final destes estará algum desconforto com a sua performance ou o arrependimento por ter namorada, quero acreditar.
Seja qual for a explicação, foi uma confirmação de que para mim uma aventura não se limita a sexo vazio, já fiz e vivi bastante para saber isso, procuro momentos de ligação muito para além disso.
Aprecio o companheirismo e o momento de relaxamento pós loucura, mesmo que saiba naquele momento que não vou voltar a estar com essa pessoa novamente. Faz parte de mim e da minha história e por isso é relevante. Aceito também que ele seja obrigado a dar mais do que quer ou consegue, mas eu por vezes é nesse momento que me apercebo que dou muito de mim e como resultado fica um vazio de não retribuição.
Mas apesar desta reflexão mais séria e que é também o espelho do profundo da minha alma, gostei do desafio intelectual das interações com ele e sobretudo de um orgasmo electrizante que se dedicou a proporcionar..
E no fundo, no fundo a dúvida que fica no ar é

Quem seria a Ana Osório?

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Quarto 311 – Parte I

Após uma inspiração profunda, envio a mensagem como combinado.

Estou aqui no corredor em direção ao quarto

Ele: Não te vejo! Quarto 311

Mas… É onde estou… Vês!

Ele: Mas eu estou no corredor com a porta aberta e não te vejo

Trip, quarto 311!

Ele: Não… Tivoli!

Bolas, quer dizer q estou no hotel errado, à porta de um quarto de um estranho?
Pensei para mim, ainda bem que o combinado era eu avisar quando saísse do elevador. Ele queria ter a porta aberta para eu entrar e me agarrar e beijar imediatamente.

Não estou longe, demoro 5 min, é do lado oposto da gare.

Estranhamente a situação caricata acalmou o meu nervosismo, afinal o que poderia mais acontecer!
Saio rapidamente do hotel errado, com o mesmo passo rápido e olhar vidrado no infinito, de forma a não estabelecer qualquer contato visual com ninguém.
Chego à rua e sinto o fresco na cara, nova inspiração profunda, vamos miúda!
Ao caminhar pelo amplo espaço entre o centro comercial e a gare continuamos a trocar mensagens.
Ele pergunta-me como estou vestida, estava num dos quartos com vista para o meu percurso.
Eu respondo que tenho um sobretudo beije, comprido.

Ahh já te vejo – andar seguro, sexy

Olho para cima na tentativa envergonhada de tentar localizar o voyeur mas missão impossível, a enorme fileira de janelas espelhadas esconde perfeitamente quem ocupa os quartos.
Durante uma caminhada que já me parecia interminável, ele dá-me instruções adicionais, a entrada para os elevadores é pela esquerda e caso me abordem deve dizer que me chamo Ana Osório.
Achei a questão do nome bastante curiosa mas achei que seria algo com significado para ele e a minha curiosidade apenas retirava interesse ao momento.
Nem tudo tem de ser explicado ou detalhado. O mistério alimenta a minha imaginação.
Usei a mesma técnica ao entrar no novo hotel, olhos fixos no elevador e andar decidido.
Piso 3, deja vu

Estou a chegar ao quarto, aviso

Agora sim vejo uma porta entreaberta e entro devagar.
Vinha quente e corada e meio sem jeito digo… Que filme! Ainda bem q não bati à porta do quarto errado, ia ser estranho explicar.
Mal eu termino estas palavras ele cumpre com o que tinha no plano é beija-me. Tinha uns os lábios finos rodeados de barba macia. Não senti a sua língua, apenas os lábios frescos.
Avançamos no pequeno corredor ao interior do quarto. Pouso a minha mala e tiro o sobretudo totalmente desnecessário naquele ambiente. Ele mantinha-se bem perto e percorreu-me o corpo com as mãos terminando entre as minhas coxas, sentindo o meu calor e a ausência de cuecas.

Estás tão molhada, diz

Sorrio e digo, é natural com uma situação assim, estou excitada.
Sento-me na beira cama e ele volta a passar a mão entre as minhas pernas, agora mais audaz enfiando primeiro um dedo e logo depois 2 dentro da minha cona quente. Fazendo-me soltar o meu primeiro gemido.

Com firmeza continua a foder-me com os dedos! Estava motivado em descobrir como seria um orgasmo meu. Enquanto me penetrava olhava-o nos olhos e recebia alguns beijos suaves. A outra mão percorria o meu peito, entrando pelo decote da camisa.
A saia que tinha vestida era justa e pelo joelho, logo para além de um enorme calor não permitia que eu me pudesse abrir como estava já a desejar.

Levanto-me e deito-me de costas na cama para lhe mostrar como a minha saia tinha um zípper de cima a baixo. Ele rapidamente lhe pôs as mãos e libertou-me sem hesitar.

Aproveito o momento para retirar também a minha camisa e deixo-me de gatas em cima da cama.
Pernas ligeiramente abertas, cabeça baixa apenas esperando o próximo movimento.
Ele lambe-me lentamente a cona com um único movimento, numa lambuzadela molhada e inesperada tremo de prazer.

Continua

UM DIA NA VIDA DE UMA MASSAGISTA – PARTE II

Já volto, vou-me preparar!

Digo, enquanto me afasto até à ao hall de entrada do quarto. Comecei a despir-me escondida e a mostrar as peças que estava a tirar para depois as atirar para uma cadeira. O objetivo era fazer um tease e deixar-me confortável.

Dei um salto rápido na casa de banho para ver como estava. Perfeita e confiante!

Voltei até ao meu “cliente” levando já o frasco do óleo aromatizado comigo. Ele volta a dizer-me que estava muito sexy apenas de lingerie, meias de liga e sapato de salto alto. Dou uma volta para ele apreciar tudo, em especial o meu rabo que ele elogiava nas fotos que já tínhamos trocado.

Ele puxa-me para ele com os seus braços grandes e fortes e aperta-me o rabo. Sinto-me a relaxar.

Com um ar sério digo-lhe para ele se virar para baixo com as mãos junto ao corpo, para poder iniciar a minha massagem e salto para cima da cama.

Começo a verter um pouco de óleo e inicio o meu oficio, não sendo especialista tento dar sempre o meu melhor em tudo o que faço, e como ele era grande requeria alguma intensidade.

Enquanto estava debruçada as costas dele sinto a sua mão a afastar as minhas cuecas e tocar-me na cona molhada, e estava tão molhada! Eu massajava-o a ele e ele a mim, sem duvida excitante e maroto como gosto.

Saio da cama e digo-lhe para se virar para cima, para continuar a massagem, e aproveito para tirar as cuecas uma vez que só atrapalhavam. Fico apenas de corpete e meias.

Volto para cima dele e beijamo-nos demoradamente de forma intensa e molhada. Vou descendo e tiro-lhe os boxers para apreciar o que iria beijar e chupar dentro de segundos. Ele já estava rijo. Enfio-o bem na boca e olho para ele, sei que sou safada e tenho orgulho nisso.

Chupo-o com vontade e já estava bastante excitada, ele acaricia as minhas mamas rijas. Faz-me então sinal para eu me virar.

Nas nossas conversas tínhamos partilhado alguns gostos e o 69 era uma das posições preferidas e dadas as restrições que tínhamos devido à perna dele, era a forma perfeita de darmos prazer um ao outro em simultâneo.

Coloco-me em posição e enfio o caralho duro dele na boca novamente, enquanto ele se deliciava a lamber-me o cu primeiro e depois a cona. À medida que a loucura ia aumentado ele foi metendo também os dedos no meu cu, primeiro devagar, depois mais intensamente. Eu gemia e aproveitava a sensação de chupar enquanto me lambiam a cona e fodiam o cu com os dedos. É sem dúvida um grande intensificador e tive de parar de chupar enquanto senti um orgasmo a chegar.

As mulheres são multi tasking mas não assim tanto!

Eu estava a gostar das qualidades do cliente com a sua língua, por isso voltei-me para a frente e deixando-o deitado sentei-me sobre a boca dele para que ele me pudesse chupar à vontade. Estava bastante sensível já e a língua dele deixou-me louca.

Vamos meter o preservativo!

Disse já desejosa de ser penetrada.

Miúda agora vai começar o desafio! Tu gostas é que te fodam… e agora és tu que o vais foder!

Ele meteu o preservativo e deslizei para baixo e enfiei-o bem dentro de mim devagar, balancei-me em cima dele e senti os nossos corpos já suados a começar a ferver. Por vezes lembrava-me da sua perna e ia perguntando se ele estava ok.

Não desejava que a terapia o prejudicasse.

Mudamos de posição e eu virei-me para a frente, de costas sentada sobre ele e recostei-me enquanto ele me agarrava por trás e continuamos a sessão e enquanto eu saltava suavemente ele me tocava-me no clit com os dedos combinação que me fez vir.

Apesar da situação eu estava desejosa que ele me comesse por trás, uma das minhas posições preferidas é simplesmente ficar de 4, rabo empinado e ficar a sentir as investidas fortes e profundas.

Tentámos, ele levantou-se e eu fiquei de quatro sobre a cama enquanto ele , com uma perna dobrada sobre a cama e a outra esticada para fora da cama deu tudo o que tinha, mas não era fácil pois ficou esgotado e meio zonzo e teve de se voltar a deitar.

Achei que já tinha abusado do paciente e já estava satisfeita e por isso pergunto-lhe

Onde te queres vir? Boca?

Ele acena…

Tiramos o preservativo e chupo-o bem até finalmente terminarmos a sessão com ele a pulsar leite quente na minha boca. Engulo satisfeita enquanto o olho. Foi intenso e reconheço o esforço dele.

Bebemos alguma água e ficámos deitados na cama pequena, um para cada lado para arrefecer. Aproveitámos aquele momento de relax para nos acariciarmos e falarmos um pouco sobre nós, sobre a sua experiência na cidade e claro sobre um amigo em comum que tinha conhecido uns tempos antes, quais eram as probabilidades de 2 estrangeiros random se terem tornado grande amigos em Portugal e os 2 me terem conhecido em alturas diferentes e sem sabermos!

Ficou uma janela aberta para uma brincadeira a 3 se um dia eles voltarem à cidade

Ele era sem dúvida boa companhia, um bom vivant e despreocupado mas a sessão estava no fim. Levantei-me e fui tomar um duche para me preparar para regressar à minha outra vida.

Fui-me embora sentindo-me à altura do desafio e satisfeita… mas sem dúvida a amaldiçoar o raio do acidente pois este homem tinha potencial de fodão!

Call me if you’re back in town!

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Apollonia Saintclair®

Um dia na vida de uma massagista – Parte I

O belo, jovem e alto cavaleiro da Dinamarca ia regressar a Portugal após as festividades natalícias na terra natal e teríamos finalmente o nosso encontro.

As conversas eram picantes e promissoras apesar de o inglês ser por vezes uma barreira na dirty talk, pelo menos para mim. Mas parecíamos alinhados, ele gostava de dominar e de sexo mais duro e intenso assim como eu. Os filmes sujos rolavam na minha mente até porque ele era grande, bonito, com um excelente corpo e uma mente safada… Prometia.

A certa altura começo a desanimar e a estranhar o fato de ele não me estar a responder às investidas e quando finalmente conseguimos comunicar é que tomo conhecimento que algo terrível lhe tinha acontecido logo após chegar à cidade… Tinha sido atropelado, assaltado, deixado inconsciente largado à sua sorte, em plena baixa da cidade.

Ohh a sério? E agora, quando ficas bom?

Tento saber ainda com esperança de os meus planos de foder não irem por água abaixo.
Mas confirmou-se o pior dos cenários, tinha uma fratura grave na perna e o internamento ainda iria demorar algum tempo e após isso ele iria ter de ficar em pleno repouso horizontal e com a perna imobilizada com gesso.

Acredito no when there’s a will there’s a way por isso não seria este acidente que nos ia impedir de partilhar uma história positiva sobre a sua estadia em Portugal.
Sim, bebi o espirito de missão patriótica e pergunto-lhe:

Já fodeste com alguma portuguesa?

Ele responde que não e pensei

Lá está miúda! Vais entrar em ação e tornar a viagem do inferno numa boa recordação!

Mantivemos contacto diário durante o internamento, partilhando fotos e vídeos, o que apenas me abria ainda mais o apetite e a ele penso que ajudava no passar dos dias. Ele era adorável e com um corpo delicioso! Até umas fotos tiradas na maca de um hospital me faziam suspirar.

Entretanto chegou o dia em que ele se mudou para um aparthotel no centro da cidade a poucos minutos de mim. O cenário ideal para a fantasia que estava a planear na minha mente altamente imaginativa!
Seria a sua terapeuta! Partilhei com ele a minha ideia e rapidamente ele alinhou excitado dando contributos para o guião.

A minha visita profissional seria durante um período combinado previamente, eu iria avisar assim que entrasse no lobby do hotel para ele destrancar a porta do quarto e me indicar o número. Ele estaria deitado na cama nu e o quarto estaria pouco iluminado, apenas um ambiente de penumbra. Eu iria despir-me ficando apenas em ligerie sexy, levar um óleo de massagem cheiroso e fazer tudo o que ele me pedisse sem hesitar. No fim iria ser paga pela prestação do serviço e sair.

Conversamos algumas vezes sobre esta ideia até eu ganhar coragem e marcarmos o dia.

Miúda! Será que tens coragem de fazer algo assim? É tão excitante!

A adrenalina bombava no meu corpo e os dias demoravam a passar para os dois, o encontro seria já na penúltima semana dele em Portugal.

Chegou o dia D “Operação Dinamarca”! Toda a situação era extremamente divertida. Nesse dia vesti-me como normalmente mas por baixo usei um body cai-cai com ligas às quais prendi umas meias pertas elegantes. Coloquei também um colar justo tipo corrente em dourado. Seria este o visual que ele iria ver quando o estivesse a massajar.
Apanhei o táxi e rapidamente estava no lobby do hotel. Mandei mensagem como combinado

Cheguei

Dirigi-me aos elevadores envergonhada e sem conseguir olhar para o sr. da receção, não saberia o que dizer se me perguntassem.

O “cliente” respondeu rapidamente com uma mensagem indicando o andar e número do quarto onde me aguardava.
No elevador olhei-me ao espelho e ajeitei a roupa. Ria-me sozinha, estaria à beira da loucura? O nervosinho miudinho tem efeitos inesperados em mim mas que me fazem sentir viva. Muito viva.

Após chegar ao piso, caminho calmamente pelo corredor alcatifado e paro em frente à porta. Vejo que a porta está entreaberta e respiro fundo antes de a empurrar e entrar dentro do quarto.

O quarto tinha um pequeno hall de entrada que tinha de um lado a casa de banho e do outro uma pequena kitchenette, em frente via o fundo do quarto, apenas iluminado com a luz que entrava pelas persianas. A cama onde ele se encontrava não estava logo visível.

Neste momento tento entrar no papel mas não resisto a dizer um Hi e caminhar até ele. Poiso a minha mala numa cadeira e nervosa vou até ele. Ele estava com um boné e uns óculos de carnaval para se esconder, acho que estava ainda mais nervoso que eu.

Quando tira o chapéu e os óculos cumprimentamo-nos com dois beijos na cara. Ele estava deitado, com uma perna engessada mas percebia perfeitamente que era enorme, acima do 1.90 e mal cabia na cama de solteiro onde estava a repousar.

Ele elogia-me o visual executivo e eu digo que é como me visto no dia-a-dia. Tinha uma saia de napa e uma camisa original, e notei que ele aprovava. Fazemos uma conversa tipo “estado do tempo” até que decido encarnar na personagem, chega de desvios ao texto!

Já volto, vou-me preparar!

Continua

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

INTERNATIONAL FUCK – PARTE II

Costumo dizer que no que toca a sexo sou um pouco básica: gosto de homens (ponto final), de vários formatos, cores e feitios.

Este rapaz, para além de ser bem-parecido e atrevido, prometeu-me um squirt logo na 3ª sms de engate… Como resistir? Na minha cabeça o filme já estava a rolar e decidi fazer “all in” para ver ser era bluff ou não.

Outra coisa que me aguçava a vontade era o facto de ele não ser português o que fazia com que tivéssemos de falar em inglês e eu nunca tinha tido uma foda internacional!

No dia seguinte preparo-me para o encontro, como sempre, sentia o nervosismo bom que me anima e só pensava:

Miúda, é desta que vais esticar a corda e quem sabe descobrir o que é squirt na primeira pessoa!

Fomos trocando mensagens pelo caminho e eu sabia que ele também estava a sentir a pressão, afinal de contas ele é que tinha uma promessa a cumprir, eu ia só relaxar e desfrutar.

Cheguei ao ponto de encontro e ele diz-me em que quarto está. Vou ter com ele, respiro fundo, abro a porta e vejo-o de pé à minha frente ainda vestido como lhe tinha pedido.

O quarto era original: tema iceland, tons de azul, um jacuzzi… e espelhos no teto.

Avanço até ele e cumprimento-o com dois beijos na face. Gosto de quebrar o gelo e deixar a química fluir.

Ele elogia-me e mostra ser um “really nice guy”! O que ajuda a dissipar o nervosismo.

Sentamo-nos no colchão redondo sobre o chão, beijamo-nos e começamos lentamente a despirmo-nos um ao outro.

Ele desaperta a minha camisa e eu rolo sobre a barriga para ficar de costas e ele abrir o fecho da minha saia, que abria atrás num longo zipper. Sinto um arrepio ao expor o meu corpo pela primeira vez.

Ele tinha um corpo “super fit” e um sorriso inocente… mas a nossa conversa tinha promessas para cumprir!!

Ele despe-se todo e tira-me as cuecas e soutien com habilidade.

Engraçado como os homens gostam de exibir esta habilidade com soutiens

penso divertida.

Ainda antes do encontro, trocámos alguns gostos no que toca a sexo, ele tinha perguntado se eu gostava de ondas mais “hard” tipo choke ou spank. De facto, não sabia responder mas disse estar aberta a novas experiências e no calor do momento poderia ser interessante, estava, por isso, expectante com: squirt, hard sex e foder em inglês.

Ele toma o controlo do sexo, como eu gosto, e deita-me na cama, garantindo que eu estava confortável.

Beijamo-nos intensamente e já me estava a sentir molhada… O caralho dele era bonito e apetitoso e já estava duro.

Indo direto ao assunto, coloca o preservativo e após me penetrar com os dedos enfia o seu pau rijo dentro de mim!

Eu estava deitada por baixo dele e com os corpos colados rapidamente começamos a emanar calor.

Intenso, é como posso descrever o início, contudo, sentia-o preocupado em não me magoar quando me ouvia gemer.

Yes… soo good – Dizia eu sentindo-me uma porn star!

Ele agarrava-me com força e empurrava-se para dentro de mim. Levantou-me as pernas para os seus ombros e fodeu-me profundamente.

Bom ritmo, boa intensidade…

Yessssss!

Inclinando-se mais sobre mim, sinto a sua mão no meu pescoço, fecho os olhos para sentir e ouvir. O barulho dos nossos corpos, o arfar dele e o meu gemer claramente a subir de tom.

Conscientemente já não quero saber do som dos meus gemidos de prazer. Se há dias que gosto de os conter ou morder uma almofada, outros gosto de soltar sem restrições. Hoje era este o caso.

A loucura estava instalada e ele dá-me uma chapada e diz autoritário

Say you want to squirt!

Sem me dar tempo de resposta, volta a dar-me uma chapada com a mesma ordem. Como ele me continuava a foder e a apertar com força a minha capacidade de resposta estava lenta mas lá lhe disse I

I want, i want to squirt!!

Confesso que me surpreendeu e estava a ser muito divertido,  sem qualquer dor, apenas deixar rolar o impulso da situação.

Ele sai de dentro de mim e enfia dois dedos na minha cona. Fode-me assim num frenesi que me causou um arrepio no corpo todo.

Por momentos, olhei para ele e vi que estava concentrado a aplicar a sua técnica infalível em mim.

Contorço-me toda e entre um novo arrepio por todo o corpo sinto e vejo o líquido a brotar de mim enquanto ele continuou a foder-me com os dedos!

Senti uma descarga no corpo, diferente de um orgasmo, e estava espantada com o que via.

Ele sorriu triunfante e eu curiosa a ver que raio de fluído era aquele. É uma imagem bem interessante que ficou gravada na minha memória, porque ele continuou a foder-me e o esguicho a saltar por todo o lado.

WOW

Ele tinha cumprido a sua parte do deal, e merecia conhecer o meu deep troat and messy blowjob!

Ele senta-se numa parte mais alta junto ao colchão e eu levanto-me, ainda atordoada, gatinhando até ele.

Meto aquele caralho rijo na boca e chupo-o primeiro na cabecinha e depois desço até o conseguir enfiar o mais fundo na garganta.

Daí ao messy é um instante! Ele aprecia o meu gosto e capacidade e empurra a minha cabeça para o fundo até engasgar. A saliva começa a nascer em grande quantidade e cuspo-lhe também… olho para ele para sentir a reação, acho que estava também a cumprir a minha parte!!

Chupo com vontade até parar por momentos e lhe perguntar onde se quer vir…

In my face?

Sugiro.

“Ohh Yes”. Ele toma o seu pau nas mãos e termina a bater uma para a minha cara e boca. Volto a chupar para beber todo o leitinho e riu-me para ele.

Já devia ter a maquilhagem meio esborratada com o leite a escorrer, mas estava satisfeita! Penso nisso depois!

Ele levanta-se e vai para o jacuzzi que estava com água a correr desde que tinha chegado (smart guy) e ao fim de umas tentativas na água a escaldar lá consigo entrar e sentar-me junto a ele e ficamos aninhados sem falar.

Lavo a cara e penso que esta brincadeira não vai fazer bem ao meu cabelo… Não posso regressar ao trabalho com ar de quem esteve a foder num jacuzzi!! Trato disso depois!

Well… life is short! E estava a saber-me lindamente. Ele foi super meigo e carinhoso como eu aprecio e ficamos um pouco só a relaxar e a absorver as sensações.

Tinha acabado de ter um squirt!! WTF?! É diferente de um orgasmo normal, contudo, a descarga de adrenalina é maior. Ele diz-me que após a primeira vez se vai tornando mais fácil e que eventualmente irei conseguir squirt com sexo normal.

Após algum tempo na sopa, estamos ainda quentes e com tesão, olhamos um para o outro e voltamos ao colchão para mais um round. Estava desejosa de uma foda de quatro e ele não desilude.

Agarrando-me bem pelas ancas e rabo, fode-me com a sua intensidade e juventude. Venho-me

Fuck yeah!

Gosto de sentir o homem a dar tudo para me dar prazer, só ficou por experimentar o anal.

Para terminar, voltamos ao blowjob maravilha made in Portugal! Ele vem-se na minha boca e caímos os dois extasiados, lado a lado. Ficamos a conversar sobre as nossas vidas e até conselhos sobre mulheres lhe dei!!

Curiosamente ele não tinha estado com nenhuma portuguesa, só com estrangeiras como ele a aproveitar a nossa cidade. Pensei:

Sou uma jóia de mulher

Estava na hora de irmos à nossa vida habitual, ele aproveitar a aventura em Portugal e eu back to business.

Ficou a promessa de escrever um post em Inglês para que ele pudesse ler… mas não é possível… só o português me corre na veia literária.

No táxi de regresso fiz o replay de tudo na minha cabeça, acho que o motorista desconfia… se ele soubesse!

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

Ele tem tatuagens – Parte II

No dia seguinte enviei uma mensagem a dizer como estava vestida: Vestido preto com padrão, decote generoso e sandálias altas amarelas. Fui até ao ponto de encontro um pouco nervosa e esperei.

Olhei em todas as direções a tentar adivinhar quem seria o meu parceiro de loucura.
Apenas sabia que tinha um braço todo tatuado… passavam vários homens por mim e eu procurava algo neles, um olhar ou um sinal.
Estava a adorar a situação!

Até que vejo alguém a andar na minha direção, braço tatuado, estilo descontraído. Agradou-me instantaneamente!

Olá eu sou o D.

Disse ele enquanto me cumprimentava com 2 beijos. Vamos? E dirigimo-nos até à praça de táxis perto e demos a morada ao taxista.
Eu estava com o coração a bater forte e algo tímida… fizemos alguma conversa leve e eu senti que ele estava a observar o meu peito. Sorri com ar safado.

A química entre nós fluiu, rimos face ao cenário e um de nós não ter nada a ver com o esperado! Eu tinha confiança no amigo que o tinha escolhido e ele também suspeitava que essa pessoa não iria marcar um encontro com uma mulher desinteressante! Contudo imaginar uma situação caricata e as nossas reações fez-nos rir e quebrar o gelo.

Chegámos à pensão que ele tinha reservado, tinha bom aspeto e como ele já tinha pago no dia anterior foi pegar na chave e subir até ao andar.

Entrámos no quarto, agradável e limpo, e dirigi-me à janela para abrir os estores um pouco pois estava escuro. Eu gosto muito de me ver a foder, por isso, dispenso a escuridão!

Ele vem ter comigo e beija-me, passa a mão pelo meu corpo e percebe que não tinha cuecas por baixo do vestido. Sim, já estava molhada e ele bem sentiu isso.

Tiro o meu vestido e sandálias enquanto ele se despe também. Beijamo-nos mais intensamente e tiro o soutien, fico
toda nua e subo para cima da cama, para onde ele me segue.

Deita-me completamente e abre-me as pernas passando primeiro os dedos, que deslizavam facilmente, e depois começa a chupar-me. A sua barba curta arranha mas sabe muito bem e digo-lhe isso.

Ele tem um ótimo cabelo, forte e bonito que me dava gozo agarrar enquanto ele me devorava com a sua boca.

És apetitosa! Tão apetitosa!

Dizia satisfeito enquanto continuava a foder-me com os dedos.
Olhei gulosa para o seu caralho já com sinais de excitação e ele percebe que o quero chupar!
Ele mete-se de joelhos na cama e eu de gatas começo a chupá-lo com vontade, mas ele diz que está muito excitado e que assim se vai vir…

Abrando o ritmo pois não quero isso! Quero ainda levar com aquele pau rijo na minha coninha e quem sabe no cu.
Mamo-o bem suave e ouço-o dar uns gemidos que me levam a pensar que não teremos muito tempo de brincadeira. Digo-lhe:

Metes o preservativo?

Ele sai da cama e vai até ao bolso das calças buscar a caixa que abre enquanto eu me aproximo dele e continuo a mama-lo para garantir o ponto.
Ele mete as mãos à obra e eu deito-me na cama com as pernas abertas e brinco com a minha cona molhada enquanto olho para ele.

Apetitosa e safada, como gosto de ser!

Por fim, ele sobe também para a cama e, abrindo bem as minhas pernas, entra dentro de mim com intensidade!
Ahh sim, adoro as primeiras penetrações…

Beijamo-nos forte, sinto a língua dele bem tesa na minha boca e sinto-o também muito louco! Fecho os olhos e disfruto… Adoro uma boa foda.

Como já suspeitava ele também estava a adorar e não se conseguindo conter diz-me:

Vou-me vir já!

E geme de prazer enquanto descarrega dentro de mim o seu leite.
Aperto-o com as pernas e rio-me. Gosto de sentir o orgasmo do homem de todas as maneiras.

Continuo deitada na cama enquanto ele sai e se coloca ao meu lado de joelhos. Percebo que se queria dedicar a mim e garantir o meu prazer. Apreciei a atitude.

Começa por me chupar a cona e sinto a língua no meu cuzinho… hmmm relaxo. Enfia os dedos na minha cona e, com intenção, masturba-me até eu me vir. Como já estava bem quente ele consegue fazer-me atingir o orgasmo ao fim de pouco tempo…

ahhh vou-me vir!

Digo.E sinto o arrepio passar por todo o corpo, seguido de uma sensação de relaxamento.
Ele começa, então, a bater uma e vejo que ele não estava terminado! Mantenho-me deitada e ele vem para cima da minha cara enquanto continua a masturbar-se.

Entretanto eu vou lambendo os seus tomates e ele, com a mão disponível enfia primeiro um, mas depois dois, dedos no meu cu.
A sensação era ótima… Sabia que ia haver mais leitinho para mim e os dedos no cuzinho estavam a ser uma delícia.

Eu, excitada, mexo o meu corpo de forma a intensificar a penetração. Foi um excelente clímax… Ele vem-se na minha cara e eu imediatamente dou as chupadelas finais enquanto sinto o seu caralho a perder firmeza.
Fico deitada na cama e rio-me satisfeita. Ele diz que adora a minha onda! Apesar de não ter sido um fodão memorável, a nossa empatia foi um ponto positivo.

Beijo-o novamente e ficámos deitados a conversar sobre aventuras e futuros encontros. Parecemos amigos de longa data e essa sensação foi muito boa.
Ele diz-me que a situação era excitante e alicia-me para um novo encontro que, sem o fator do desconhecido será, segundo ele, um fodão!

Relaxada, satisfeita e animada ficámos ali até ser hora de ir embora.
Após um banho rápido, em conjunto, vestimo-nos. Com pena minha, tenho de regressar…
Saímos animados e apanhámos um táxi. Ficou no ar uma promessa de um reencontro para uma aventura a 3, eu, ele e o nosso amigo comum.

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com

ALMOÇO NA CAMA – PARTE III

Com minhas coxas afastas tinha a minha cona completamente exposta e estava desejosa de ser tocada quando o sinto a avançar para mim e sou penetrada lentamente, senti que não era a sua pila mas a sensação era boa.

Ao fim de algum tempo disse-lhe que queria ver:

“Tira-me a venda… quero tanto ver.”

Aí eu vejo o que ele segurava na mão, um dildo de um tamanho generoso e era com ele que me estava a penetrar… Que intenso era.

Como estava, presa numa cama de quarto de hotel, híper estimulada, a ser penetrada por um dildo enquanto o homem que o manobrava olhava para mim com uma tesão tal que tornava o semblante dele sério… quase fechado.

Digo-lhe que é muito bom… para não parar! Estava a sentir o formigueiro de um orgasmo a chegar.

“Mais, não pares… vou-me vir!”

E venho-me intensamente!

Ele então vira-me de lado e segura na minha coxa para manter as minhas pernas bem abertas e continua com aquele vai e vem intenso e profundo. Sinto-o por trás de mim com a sua respiração alterada de quem estava a apreciar intensamente tudo, tanto ou mais do que eu.

Digo-lhe:

“Quero sentir-te na minha boca.”

Chupar dá-me imensa tesão e já só pensava em tê-lo rijo entre os meus lábios… lambuzá-lo com a minha saliva e vê-lo gemer.

Como estava presa apenas podia estar virada para cima, então ele mete-se de joelhos abertos por cima do meu pescoço e subo a minha cabeça para facilitar, ele quer dar-me conforto e coloca uma almofada. Enfia, então, a sua pila já a enrijar na minha boca.

Desta forma ele tinha total controlo sobre mim… eu estava apenas a ser fodida, agora na boca.

Ele estava tão duro e como que lendo o meu pensamento, desaperta as fitas que me prendiam, coloca as minhas pernas fletidas no seus ombros e penetra-me com força! Bem fundo e intenso, exatamente o que eu tinha em mente!

Sinto que ele se está quase a vir e puxo por ele…

“Onde te queres vir?”

Ele olha-me… e ansioso diz…

“Nas tuas mamas!”

Chega o momento e ele sai rapidamente dentro de mim, eu baixo as minhas pernas e levanto ligeiramente os meus ombros, com os cotovelos para trás, e ele fica do meu lado. Aguardo muito excitada até ver o grand finale e todo o leite quente a escorrer pelo peito e mamilos…

Sorrio para ele com satisfação.

Ele deita-se ao meu lado, eu relaxo-me para trás e ficamos os dois, lado a lado, a fitar o teto daquele quarto de hotel.

Queria repetir tudo de novo!

The end

Ilustrações:http://apolloniasaintclair.tumblr.com